12 agosto 2009

Manuel Monteiro Barbosa





Manuel Monteiro Barbosa nasceu na freguesia de Atalaia, concelho de Vila Nova da Barquinha, no ano de 1892.

Fixou-se na Quinta da Melhorada a trabalhar para João D’Assumpção Coimbra vindo a casar com Maria Coimbra, filha deste abastado proprietário. Deste matrimónio descende um filho que nasceu a 21 de Outubro de 1925 e a quem foi dado o nome de Manuel João Coimbra Monteiro Barbosa.





Manuel Monteiro Barbosa com seu filho Manuel João, na feira da Golegã.



Manuel Monteiro Barbosa foi proprietário de imensas terras na região, entre as quais a Quinta da Melhorada que herdou do sogro, fazia também criação de cavalos, que eram a sua grande paixão.
Residiu onde hoje é a sede da Junta de Freguesia, tendo sido seu presidente no período de 07 de Janeiro de 1938 a 07 de Janeiro de 1942. Num acto de elevada benemerência, doou o edifício às autoridades locais do Pombalinho.

Seu nome consta da toponímia do Pombalinho.



Fotos gentilmente cedidas por Manuel João Coimbra Monteiro Barbosa e sua esposa DªMaria dos Anjos Coimbra Barbosa.
Pesquisa de Bruno Cruz.



10 agosto 2009

Casa anexa à Igreja Paroquial!




"Cópia=Auto de entrega=Aos vinte e oito de Novembro de mil novecentos e trinta e um neste lugar e freguesia do Pombalinho, deste Concelho de Santarém, onde eu António Manoel Baptista, Comandante da Polícia especialmente assim acompanhado do Secretário deste Comando de Polícia José Franco das Neves Júnior, para efeito de dar cumprimento ...



Assim começa o documento redigido pela Polícia Cívica do Distrito de Santarém, que formaliza a entrega da casa anexa à igreja paroquial, às entidades oficiais do Pombalinho. O aspecto porventura que maior curiosidade despertará ao lermos hoje este documento, foi o destino a ser dado à sala depois de realizadas as necessárias obras de melhoramentos! Mas vamos ao restante teor de mais um importante documento para a história do Pombalinho!

 




... ao ofício do processo número treze mil seiscentos e trinta e dois, livro número quatorze a folhas número duzentas e vinte e nove, primeira secção de vinte e três de Novembro último, da Comissão Jurisdicional dos Bens Culturais e fazer entrega à Junta da referida freguesia do Pombalinho, composta dos cidadãos Joaquim Gonçalves Ferreira, Francisco Maria Borges ...






... e António Carvalho, de uma casa junto da igreja paroquial da citada freguesia do Pombalinho, para ser aproveitada para sala de sessões e guarda do arquivo, com a condição de a referida Junta aqui proceder às obras necessárias para completa reparação da casa e com a obrigação de fazer uma escada que dê acesso ao púlpito da igreja paroquial e cuja casa confronta do Norte com a rua pública do Sul da igreja, do Nascente com o cemitério velho e do Poente com a rua pública. e para constar se lavrou o presente auto que depois de lido vai por todos assinado: eu José Franco das Neves Júnior, secretário do Comando que o ruberevo e assino= ...








... (aa) António Manoel Baptista, Joaquim Gonçalves Ferreira, Francisco Maria Borges, António Carvalho José Franco das Neves Júnior.
Está conforme = Secretário do Comando da Polícia de Segurança Pública do Distrito de Santarém , 26 de Janeiro de 1932 = O Secretário do Comando assinatura "



Documento gentilmente cedido por Luís Filipe Júlio

Colaboração de Bruno Cruz






08 agosto 2009

Rua Carolina Infante da Câmara



Antiga fotografia da Rua  Carolina Infante da Câmara.




Foto amávelmente cedida por Manuel João Coimbra Monteiro Barbosa.
Colaboração de Bruno Cruz





29 julho 2009

Retratos XI


Manuel S Freire




No verso desta fotografia está escrita a seguinte dedicatória: "A meus tios e primos, ofereço." Elvas 03 de Agosto de 1908 - Manuel da Silva Freire.




Foto gentilmente cedida por Víctor Reis. 





20 julho 2009

Festas em 1914 !


Nesta época do ano que atravessamos, continua a ser tradicional a realização das festas populares! O principal objectivo destes eventos é naturalmente proporcionar às populaçoes um ambiente festivo onde estas  possam dar largas às suas alegrias de acordo sempre com programas apropriadamente concebidos. Mas também para as organizações para realizarem receitas provenientes das popularizadas quermesses ou até de dádivas particulares, sendo o destino destes proveitos financeiros para melhoramentos a favor da comunidade ou no imediato, para a compra de algum equipamento mais necessitado e urgente. Nestas Festas de 1914 realizadas no Pombalinho nos dias 27, 28, 29 e 30 de Junho, assim foi! O produto resultante da receita, imagine-se, foi para aquisição de uma bomba para extinção de incêndios.






Foi notícia no Correio da Extremadura de 20 de Junho de 1914 a realização das Festas do Pombalinho ...









.... que decorreram durante quatro dias! Houve missa solene na igreja matriz com sermões dados pelos reverendos Fernandes de Castro e Casimiro d'Almeida, vacada , quermesse, fogo de artifício, soberbas iluminações com boas músicas e até não faltou carreiras entre a estação (presume-se Mato Miranda) e o Pombalinho a fim de garantir a presença dos forasteiros. O bazar foi promovido por figuras ilustres da terrra, das quais se destacaram, dr. Carlos Braancamp Freire, dr. José Fernandes, Manoel Coimbra, Augusto R. Cota, João R de Carvalho, António Eugénio de Menezes, Sabino Duarte, António N. Palmeirão, António J. Soares, Joaquim F. Patrício, Carlos Albano da S. Nunes, António A. Mora, Joaquim Gonçalves Ferreira e Júlio José Barreiros.












Uma outra vacada realizada em 30 de Julho de 1914 também foi notícia no Correio da Extremadura do dia 25 Julho de 1914 ...











... na qual se destacou as bravíssimas vacas generosamente cedidas pelo opulento lavrador João d'Assunção Coimbra. Na ocasião da corrida foi rifada um linda garraia oferecida pelo sr. António Rodrigues Junior. A expectativa em vésperas desta vacada era enorme, tal o entusiamo que provocou, devida à presença de milhares de pessoas que estiveram a assistir numa outra lide realizada a 30 de Junho









A realização da quermesse a ser noticiada no Correio da Extremadura em 13 de Junho de 1914...









... onde se explicita a intenção da comissão constituída quanto ao objectivo da mesma, assim como o prazo para envio de produtos a serem vendidos para o efeito.








Colaboração e pesquisa jornalística de Bruno Cruz.






16 julho 2009

As cheias!


Nas referências que aqui temos feito às cheias do Pombalinho, tem sido nossa intenção proporcionar aos visitantes um olhar distante mas simultaneamente presente  sobre este acontecimento natural que periodicamente assola o Pombalinho. É impossível não se falar das cheias, sem algum sentido romântico ou até mesmo nostálgico, tais as histórias que foram contadas pelas mais diversas gerações que tiveram de viver com elas nesses tempos de invernos extremamente rigorosos! Felizmente por acção de muitos colaboradores desta página, a nossa galeria de imagens já é muito considerável, mas mesmo assim e bem, não param de nos chegar outros registos de rara beleza e de momentos únicos, como é o caso dos que hoje publicamos, gentilmente cedidos por Pedro Menezes.



Cheia 1

Excelente fotografia tirada do cimo da torre da igreja no dia 01 de Abril de 1952. Podemos ver os efeitos dessa cheia que chegou a entrar no recinto da própria igreja e alagou toda a zona adjacente da rua Manuel Monteiro Barbosa.




Cheia

Outra fotografia tirada da torre da igreja, vendo-se ao fundo a quinta de Fernão Leite.





Cheia 3

Mais uma excelente fotografia tirada nesse mesmo dia de 01-Abril-1952 do cimo da torre da igreja, vendo-se o casario entre os prédios do Manuel Bispo e do Américo Cachado. Ao longe o cabeço dos Chões.




Cheia 2

Imagem bem elucidativa do nível que a cheia atingiu nos campos do Pombalinho !






Cheia 5

Excelente fotografia!





Cheia 4

Rua Barão de Almeirim, onde a cheia atingiu níveis anormais.






Cheia 8

Cheia de 1940/41 na rua António Eugénio de Menezes.

Foto tirada por António Menezes e cedida gentilmente pelo seu filho António Carlos BN Menezes.





Cheia 7

Rua António Eugénio de Menezes. Momento em que Joaquim Pedro de Menezes se deslocava de barco junto ao local onde, curiosamente, existe hoje o Parque de Jogos e Lazer do Pombalinho.



À excepção da foto referenciada para o efeito, todas as outras foram cedidas gentilmente por Pedro Menezes     




Colaboração de Bruno Cruz e Joaquim MB Mateiro. 








11 julho 2009

Futebol !






Não, não se trata do nosso saudoso Vera Cruz Futebol Clube, mas quase..., tal o número de jogadores do Pombalinho que integraram esta equipa de futebol !!! Com efeito, a formação registada nesta fotografia, que representou no ano de 1947 a União Operária de Santarém, era constituída nada mais nada menos do que por quatro atletas naturais do Pombalinho! O desporto rei nesses tempos, ainda não tinha estruturas criadas na nossa terra que permitissem a sua inscrição numa competição oficial, e vai daí, a emigração desportiva aconteceu!

Mas vamos à identificação possível dos jogadores que formaram esta equipa da capital do Ribatejo em jogo realizado no Campo Chão das Padeiras. De joelhos e da esquerda para a direita, José Braga (Pombalinho), Adalberto, Lopes, João Zé e Ezequiel Mateiro (Pombalinho). De pé e pela mesma ordem, desconhecido, Raimundo (Azinhaga), António Leal-guarda-redes (Pombalinho), Serafim, Manuel Barão (Pombalinho), Zeca e Ramos "Machorro".



     Foto gentilmente cedida por António Leal

     Colaboração de Bruno Cruz






08 julho 2009

Vera Cruz Futebol Clube X !





O campo das Ónias foi durante muitos anos o local  onde o Vera Cruz Futebol Clube disputou os jogos referentes aos campeonatos da Federação Nacional de Alegria no Trabalho (FNAT). Mas tempos houve, em que no Pombalinho a inexistência de uma estrutura de caracter definitivo para a prática da modalidade, exigia muita dedicação e algum sentido de improvisação.

A propósito desta fotografia, escreve Joaquim Mateiro sobre situação futebolistica então vivida:  "Era no tempo em que o senhor Manuel Coimbra ainda não tinha doado o Campo das Ónias, a rapaziada do Pombalinho se queria jogar a bola tinha que o fazer nas eiras e andar de baliza às costas. Assisti a várias partidas de futebol nesses locais quando era rapazola! Esta foto foi tirada numa que existiu a sul de umas terras do Manuel Coimbra, entre a rua Carolina Infante da Câmara e a ponte de Fernão Leite no princípio dos anos sessenta.”


Reconhecem-se de joelhos e da esquerda para a direita, Henrique Minderico, José Correia, António Bento, Diamantino Teixeira e António Manuel Leal. De pé e pela mesma ordem, José Carvalho Gomes, José Bacalhau, António José, João Luís Justino, Manuel Minderico e José Guilherme.



Foto gentilmente cedida por Ema Minderico

Colaboração no texto de Joaquim Mateiro


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03 julho 2009

Casamentos IX !




Casamento de Manuel Maria Amado Braamcamp Freire com Maria Isabel Reynolds dos Anjos, realizado em Lisboa no dia 29 de Abril de 1942. O noivo nasceu no Pombalinho em 20 de Maio de 1918, tendo falecido em Lisboa no dia 26 de Março de 1988. Seus pais são, o 4º barão de Almeirim Carlos Braamcamp Freire e Maria da Madre de Deus Amado de Melo da Cunha e Vasconcelos. Manuel Nunes Freire da Rocha, 1º barão de Almeirim , é seu bisavô.




Agradecimento especial a Maria da Graça Anjos Braamcamp Freire, filha de Manuel Maria Amado Braamcamp Freire, a quem se deve a publicação desta foto.



Colaboração de Ema Minderico e Joaquim Mateiro





30 junho 2009

Retratos X !





Ano de 1944. Na primeira fila e da esquerda para a direita, Luciana Duarte, Ester Rodrigues, Albertina Santos, Adelina Presume, Maria Conceição Rodrigues e a criança, Francisco Presume. Na segunda fila e pela mesma ordem, Maria Luísa Inácio, Maria Emília Canteiro, Ermelinda Minderico, Maria Augusta Bento, Maria Augusta Cavaleiro, Maria Luísa Palmeirão, Albertina Santos e senhora Inácia. Na terceira e pela mesma ordem, Lucília Hilário, Gertrudes Cunha, Madalena de Jesus e Emília Serra. 



Foto gentilmente cedida por Ema Minderico

Colaboração de Joaquim Mateiro







27 junho 2009

Casa Agrícola Dona Amália Canavarro




Fotografia tirada no pátio da Casa Agrícola de Dona Amália Canavarro Cabral Meneres, no Pombalinho, em finais da década quarenta. A criança com chapéu de aba larga é a Ema Minderico e de pé está o António Manuel Duarte Rodrigues e Francisco Minderico. Como nota de curiosidade, atente-se no pormenor do rasto dos rodados dianteiros e traseiros do tractor de marca Fordson, de construção metálica e estrutura apropriada para trabalhos em terrenos de cultivo. Os pneumáticos ainda estariam longe de serem utilizados nas máquinas agrícolas!!




Foto gentilmente cedida por Ema Minderico
Colaboração de Joaquim Mateiro.




24 junho 2009

Adiafa !


A adiafa, como aqui a ela já nos referimos, era sinónimo de festa. Naqueles tempos em que havia tempo para festejar o fim das colheitas, o esforço que os trabalhadores despendiam durante as safras, era simbolicamente recompensado pelos patrões em ambiente propositadamente engalanado e onde todos aderiam com manifestações de verdadeira alegria! Assim aconteceu na casa agrícola do João Canavarro, em cujas instalações situadas ali bem no centro do Pombalinho, mais propriamente no gaveto circunscrito pelas ruas Hilário José Barreiros, Barão de Almeirim e Joaquim Piedade da Silva, se festejou a adiafa nesse longínquo ano de 1948! Para a relembrar nalguns momentos protagonizados por gente nossa conhecida, proponho-vos uma "viagem" por estas bem representativas fotografias.




Da esquerda para a direita, Francisco Minderico, Maria Adelaide Minderico, Emídio Narciso, Anita Duarte, Francisco Vinagre, Maria Luísa, João Melão, Maria Guilhermina, Máximo Minderico, Maria Júlia Minderico, Moco Vinagre e a criança, Ema Minderico.





Na frente do carro de bois devidamente enfeitado está o Francisco Vinagre e Ema Minderico.






No pátio da casa agrícola e deviamente alinhados na frente dos carros de bois, reconhem-se da esquerda para a direita, o Palmeirão, o José Leal (carpinteiro), o João Melão, o Máximo Minderico, a Maria Júlia Minderico, o Moco Vinagre, a Anita Duarte, o Francisco Minderico, Francisco Vinagre, a Emília Vieira, o Emídio Narciso, a Maria Adelaide Minderico e a criança Ema Minderico.






Um outra imagem com os boieiros ao lado dos seus respectivos carros! Da esquerda para a direita, Máximo Minderico, Moco Vinagre, Francisco Vinagre e Emídio Narciso. Ao centro, o feitor da casa agrícola, Francisco Minderico.








Carro de mulas devidamente ornamentado e conduzido por João Melão




Fotos gentilmente cedidas por Ema Minderico
Colaboração de Joaquim Mateiro no texto, envio de fotos e identificação de pessoas.





22 junho 2009

19 junho 2009

Retratos VIII !





Manuel Marcelino, pai de Joaquim José Marcelino e de Henrique da Piedade Marcelino.



Fotografia da autoria de Guilherme Afonso e tirada em Abril de 1964.






16 junho 2009

Licença de velocípede!


Pois é ! O que nos dias de hoje se pode considerar uma simples normalidade, que é o facto de se conduzir uma bicicleta na via pública para satisfazer o mais óbvio dos actos inerentes à sua utilização, como ir às compras na mercearia mais perto ou simplesmente exercitar fisícamente o corpo, em tempos passados, era necessário ser-se possuidor de uma licença emitida pelas entidades competentes para que a respectiva circulação estivesse legalizada.


 Os tempos encarregaram-se de aligeirar documentalmente essa obrigatoriedade, como se pode verificar nos dois exemplos publicados, passando da formalidade de um cartão com fotografia do utente para um documento mais simples. De qualquer das maneiras, esse longínquo licenciamento, era mais uma daquelas incompreensíveis fontes de receita para o Estado que a evolução dos tempos tratou de arrumar definitivamente na gaveta das memórias!





Licença de condução de velocípede, emitida pela CMS em Janeiro de 1956.








Licença de Trânsito, emitida pela Secção de Finanças de Santarém em Março de 1972.



Documentos gentilmente cedidos por Júlio Gabriel.





12 junho 2009

Nossa Senhora de Fátima no Pombalinho !


Ainda a propósito da visita de Nossa Senhora de Fátima ao Pombalinho no ano de 1954, recebemos de Ema Minderico, por intermédio de Joaquim Mateiro, mais duas belas fotografias alusivas a esse acontecimento que ocorreu na nossa terra. O adjectivo, creio, não ser excessivamente aplicado, pois na verdade trata-se de registos que o justificam por duas razões: a visita propriamente dita e depois a possibilidade de podermos apreciar ou simplesmente relembrar, como era diferente o interior da nossa Igreja antes da restauração que lhe deu a imagem que hoje conhecemos !








Nossa Senhora de Fátima no interior da Igreja Matriz do Pombalinho.









O andor com Nossa Senhora de Fátima a ser transportado por João Canavarro e Joaquim Coimbra, reconhecendo-se mais atrás o doutor Victor Semedo. Como pormenor desta imagem, repare-se nas colunas e no altar em talha dourada, bem demonstrativas do valioso património que em tempos existiu na nossa igreja.




Fotografias gentilmente cedidas por Ema Minderico
Colaboração de Joaquim Mateiro




08 junho 2009

Retratos VII !



Re


Ema Minderico, Evangelina Barros e Maria Adelaide Leal.





Colaboração Fernando Leal.





04 junho 2009

Campo da Golegã !





Os campos da Golegã sempre foram muito procurados pelos seareiros de toda a região! As suas belíssimas terras de invulgares caraterísticas para a agricultura, permitiam a quem ali investisse, tirar excelentes proveitos a nível produtivo! Do Pombalinho também houve quem ali tivesse apostado no cultivo de produtos agrícolas tradicionais desta zona ribatejana, como o melão, o tomate e mais recentemente os brócolos e milho. 
Esta fotografia estava exposta na última Festa da Primavera III e logo me despertou atenção em relação a todas as outras! Foi tirada a um grupo de trabalho que por esses campos andaram na apanha do melão no ano de 1959! Reconhem-se, de pé e da esquerda para a direita, Henrique Minderico, Maria Júlia Duarte, Joaquim Minderico, Maria Emília Melão, Anita Félix, Maria Odete, Maria Emília Minderico, Maria Fernanda Pinheiro e Franscisco Gaspar. De joelhos e pela mesma ordem, Carmina Minderico, Odete Minderico, Manuel Martinho, Palmira "Tojola", Lurdes Melão e Maria Alice Gandarez.



Foto gentilmente cedida por Maria Fernanda Pinheiro

Colaboração de Fátima Rodrigues 





31 maio 2009

Nossa Senhora de Fátima no Pombalinho!


A visita de Nossa Senhora de Fátima ao Pombalinho, no ano de 1954, foi porventura o acontecimento religiosos que maior simbolismo teve na vida dos Pombalinhenses! Não sabemos da existência de relatos escritos que nos permitam avaliar pormenorizadamente o que se passou nesse dia e mais concretamente na procissão, a que muitos aderiram, uns pela fé, outros tão simplesmente com o intuito de estarem presentes nesse momento único para a comunidade. Mas felizmente, pela gentileza de Pedro Menezes, que nos possibilitou a divulgação de algumas fotos bem representativas dessa visita de Nossa Senhora de Fátima, podemos testemunhar o nível de participação que a população teve nesse dia tão especial para o Pombalinho!





Fotografia tirada na quinta da família Menezes. Reconhecem-se da esquerda para a direita, Joaquim Menezes, Barão de Almeirim (filho da Baronesa de Almeirim), Américo Cachado, Padre Filipe, representante eclesiástico de Lisboa ou de Leiria, António Menezes, Manuel Coimbra e a criança, Joaquim Pedro Barreiros Nunes de Menezes.









A Igreja Matriz do Pombalinho, iluminada a preceito para esse dia de tão grande significado religioso.











Saída de Nossa Senhora de Fátima da Igreja Matriz. Iniciava-se a procissão que iria percorrer algumas ruas do Pombalinho.








A procissão a passar na rua António Eugénio de Menezes. É bem significativo, o nível de participação que os Pombalinhenses quiseram prestar à visita de Nossa Senhora de Fátima ao Pombalinho. Reconhecem-se de entre outros, António A. Mota, Francisco Souto Barreiros e Dr. Manuel Souto Barreiros, no lado esquerdo da fotografia, e Manuel D'Assumpção Coimbra no lado direito.




Fotos gentilmente cedidas por Pedro Menezes

Colaboração de Bruno Cruz, Frederico Barreiros Mota e José Coimbra de Castro Canelas







27 maio 2009

Vera Cruz Futebol Clube IX !




Equipa do Vera Cruz Futebol Clube, vencedora da final da taça da FNAT contra o Rio de Moinhos em jogo realizado na Atalaia no ano de 1964 ou 1965. O resultado final foi de 3-2, sendo um dos golos marcado de grande penalidade por José Bacalhau em resultado de uma falta cometida sobre Ezequiel Leal.


 Participaram nesse encontro de boa memória para o Pombalinho, os seguintes jogadores: de joelhos e da esquerda para a direita, José Galvão, João Nunes, José Correia, Ezequiel Leal, José Bacalhau e Joaquim Vieira. De pé e pela mesma ordem, Luís da Conceição, António Domingos, Izidoro Narciso, João Barros, Duarte Cruz (dirigente), Flores (treinador), Francisco Cruz (dirigente), António Bento e José Luís Gomes.


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