10 outubro 2009

Bateiras em 1953!


Bateiras



O festejo das bateiras tem atravessado várias gerações desde há muito tempo no Pombalinho, não se sabendo, com algum rigor histórico, o início desta prática a que alguns atribuem de origem religiosa. A segunda-feira de Páscoa é o dia que sucede o Domingo de Páscoa, sendo considerado feriado em numerosos países de todo o mundo. Nas Igrejas orientais e na igreja Ortodoxa, este dia é conhecido como "Segunda-feira do Brilho" ou "Segunda-feira da Renovação". Em Portugal há imensas localidades onde as pessoas comemoram este dia no campo, onde a alegria do convívio alia-se naturalmente à volta de um apetitoso e participado almoço !

No dia 06 de Abril de 1953, um grupo de mulheres Pombalinhenses acompanhadas algumas dos respectivos filhos, cumpriram a tradição e proporcionaram-nos este belíssimo registo fotográfico!
Reconhecem-se, da esquerda para a direita, Rita Leal, Ana Leal, Lourdes Teixeira, Júlia Bugalho, Maria Adelaide Leal, Constantina Valadares, Noémia Nunes, António Manuel Leal, Evangelina Barros, Maria Barreiros Cachado, Maria Alice Correia, Lucília Cordeiro e Piedade Rosário.

Para Blog temático das bateiras clicar  aqui 

Foto gentilmente cedida por Francisco Cruz
Colaboração de Bruno Cruz





07 outubro 2009

Inspecção Militar ano de 1954!





A inspecção militar, também popularmente conhecida por "ida às sortes", era  um dia memorável para todos aqueles que iam ser  submetidos a esse exame médico/psiquiátrico na respectiva Direcção Regional Militar.

Nessa data, tão especial para os jovens por terem atingido  a maioridade, haviam práticas tradicionais que eram exercidas com uma vontade de as preservar ao longo dos tempos. Lembro-me particularmente do transporte feito em carroça dos mancebos até Santarém, cidade onde estava sediada a DRM! Depois também do lançamento de foguetes, que era feito em ambiente de grande alegria com a chegada  ao Pombalinho de todo o grupo! Para terminar, havia há noite o tradicional bailarico em que os inspeccionados eram as grandes vedetas da festa! Exibiam orgulhosamente as fitinhas vermelhas, sinónimo de aprovados para todo o serviço militar!

 Mas tudo isso foi perdendo aceitação entre as novas gerações. Em tempos mais recentes, a inspecção foi perdendo um pouco  da forte carga emocional que adquiriu a partir do inicio da década sessenta do século passado ! A ida para a tropa e a forte possibilidade dos jovens serem enviados para antigas provincías ultramarinas, dramatizava, sem dúvida, toda a envolvência da  ida "às sortes" !

Bem, mas vamos então recordar esta belissíma fotografia da inspecção militar de jovens do Pombalinho, referente ao ano de 1954! Na primeira fila e da esquerda para a direita, "Catita", António Marcano, Manuel Martins Feijão (N-03-06-1934), António Piedade Costa (N-15-03-1934), Arsénio Teixeira Anastácio (N-08-02-1934) e Manuel Maria Fonseca (N-19-07-1934). Na fila segunda fila e pela mesma ordem, Manuel Maria Anacleto (N-10-10-1934), Francisco Conceição Cruz (N-20-01-1934), Reginaldo Martinho Fonseca (N-06-08-1935) e Júlio Bento.


Fotografia gentilmente cedida por Francisco Cruz
Colaboração de Bruno Cruz




02 outubro 2009

Enxoval





" Enxoval é um conjunto de objectos para uso doméstico ou pessoal (roupa, louça, etc.) que as futuras noivas ou noivos, ou suas mães ou avós, vão reunindo para as filhas ou netas usarem após o casamento. Inclui lençóis, fronhas, ceroulas, cobertores, louça, copos, talheres, etc."É (era) uma tradição muito comum e praticada em muitas famílias das mais diversas classes sociais!Mas eram as de menos posses, as que tinham de recorrer a métodos pouco onerosos para a família no que diz respeito à preparação do enxoval! A aprendizagem era um desses recursos na confecção de algumas dessas peças de roupa. As moças normalmente eram integradas em grupos, onde marcavam presença mulheres mais experientes neste tipo de actividade artesanal e normalmente já casadas. E as mais novas lá iam aprendendo a fazer rendas, bordados, etc...

No "Pombalinho" foi-nos proporcionada a publicação de um grupo dessas mulheres que exemplificam bem o espírito que existia nessa tradição, porventura já quase inexistente nos dias de hoje! São elas, da esquerda para a direita, Ana Leal, Ema Minderico, Irene Minderico Cavaco, Maria Adelaide Leal, Maria Adelaide Minderico, Carolina Correia, Evangelina Barros e Maria Júlia Minderico. A fotografia foi tirada numa tarde de Domingo do ano de 1958 na rua Hilário José Barreiros, mais conhecida pela rua das Flores.




Foto gentilmente cedida por Evangelina Barros
Colaboração de Joaquim Mateiro








12 setembro 2009

Retrato XII !


Foto


Regressamos hoje a este espaço com a publicação de uma fotografia tirada já lá vão uns anitos, mais precisamente em Outubro de 1962! Estava arquivada entre outras que alguns colaboradores me foram enviando e acho que chegou a sua hora de contribuir também para a galeria histórica do Pombalinho.

O local do registo é com grandes probalidades de acerto, a rua Hilário José Barreiros. E as pessoas que nela figuram, são da esquerda para a direita, Milita Mateiro, Rita Andrade, Manuel Costa (Carréis), Emília Vieira e Madalena Leal.




Foto cedida gentilmente por António Leal
Colaboração de Bruno Cruz





25 agosto 2009

Completamos 4 anos!






Faz hoje precisamente quatro anos que iniciamos esta aventura de contar histórias sobre o Pombalinho e as suas gentes!

Partir à descoberta de um Pombalinho por contar e incompreensívelmente longínquo do conhecimento de muitos de nós, foi um desafio a que nos propusemos com muita dedicação e também alguma dose de inconformismo!

De uma natural expectativa criada, queríamos aprofundar a identidade dos pombalinhenses! E por isso, moveu-nos a vontade de redescobrir caminhos percorridos pelos que nos antecederam na edificação desta bonita e simpática aldeia ribatejana!

Sabíamos de quem tivesse contribuído para a construção daquilo que é hoje o Pombalinho! E das motivações que, para num feliz abraço à vida, terem escolhido esta esta terra como horizonte dos seus destinos!

Era importante que os conhecêssemos, que fossemos mais longe na divulgação dos seus méritos ou de simples, mas não menos importantes, dedicações em prol da comunidade! Para isso, sensibilizamos vontades e acedemos a importantes registos documentais sobre a vida de homens e mulheres que enquanto trabalhavam afincadamente no equilibrio social das suas famílias, ainda lhes sobrava tempo e alma para se dedicarem, ao folclore, ao teatro ou ao desporto, e deste modo contribuírem para a edificação social do Pombalinho!

Por isso prestamos aqui neste espaço, reconhecimentos a pessoas que julgamos de referência pelo que fizeram em áreas de bem estar e desenvolvimento sociais tão importantes, como a saúde, o ensino e a cultura!

Quatro anos depois, podemos orgulhosamente reconhecer que alguns degraus já foram alcançados desta desafiante escadaria que é a história do Pombalinho e um pouco da história de todos nós!

Pensamos obviamente que muito está ainda por fazer a favor da nossa terra, e que a continuidade deste projecto necessitará sempre do apoio dos seus actuais e antigos residentes que com interresse se têm disponibilizado no abrir dos baús das suas memórias! E aos quais manifestamos todo nosso apreço e gratidão pelo que de valioso tem contribuído para a consolidação deste espaço.

Continuemos pois então a manter a bandeira das convicções pombalinhenses, hasteada bem lá no cimo e a valorizar este pequeno mas importante património histórico em benefício de uma memória colectiva da qual todos nos devemos orgulhar!


Texto de Manuel Gomes
Colaboração de Bruno Cruz 


NOTA - Este texto foi escrito em 30 de Julho e ficou agendado em "piloto automático" para ser publicado hoje, dia 25 de Agosto de 2009. 





12 agosto 2009

Manuel Monteiro Barbosa





Manuel Monteiro Barbosa nasceu na freguesia de Atalaia, concelho de Vila Nova da Barquinha, no ano de 1892.

Fixou-se na Quinta da Melhorada a trabalhar para João D’Assumpção Coimbra vindo a casar com Maria Coimbra, filha deste abastado proprietário. Deste matrimónio descende um filho que nasceu a 21 de Outubro de 1925 e a quem foi dado o nome de Manuel João Coimbra Monteiro Barbosa.





Manuel Monteiro Barbosa com seu filho Manuel João, na feira da Golegã.



Manuel Monteiro Barbosa foi proprietário de imensas terras na região, entre as quais a Quinta da Melhorada que herdou do sogro, fazia também criação de cavalos, que eram a sua grande paixão.
Residiu onde hoje é a sede da Junta de Freguesia, tendo sido seu presidente no período de 07 de Janeiro de 1938 a 07 de Janeiro de 1942. Num acto de elevada benemerência, doou o edifício às autoridades locais do Pombalinho.

Seu nome consta da toponímia do Pombalinho.



Fotos gentilmente cedidas por Manuel João Coimbra Monteiro Barbosa e sua esposa DªMaria dos Anjos Coimbra Barbosa.
Pesquisa de Bruno Cruz.



10 agosto 2009

Casa anexa à Igreja Paroquial!




"Cópia=Auto de entrega=Aos vinte e oito de Novembro de mil novecentos e trinta e um neste lugar e freguesia do Pombalinho, deste Concelho de Santarém, onde eu António Manoel Baptista, Comandante da Polícia especialmente assim acompanhado do Secretário deste Comando de Polícia José Franco das Neves Júnior, para efeito de dar cumprimento ...



Assim começa o documento redigido pela Polícia Cívica do Distrito de Santarém, que formaliza a entrega da casa anexa à igreja paroquial, às entidades oficiais do Pombalinho. O aspecto porventura que maior curiosidade despertará ao lermos hoje este documento, foi o destino a ser dado à sala depois de realizadas as necessárias obras de melhoramentos! Mas vamos ao restante teor de mais um importante documento para a história do Pombalinho!

 




... ao ofício do processo número treze mil seiscentos e trinta e dois, livro número quatorze a folhas número duzentas e vinte e nove, primeira secção de vinte e três de Novembro último, da Comissão Jurisdicional dos Bens Culturais e fazer entrega à Junta da referida freguesia do Pombalinho, composta dos cidadãos Joaquim Gonçalves Ferreira, Francisco Maria Borges ...






... e António Carvalho, de uma casa junto da igreja paroquial da citada freguesia do Pombalinho, para ser aproveitada para sala de sessões e guarda do arquivo, com a condição de a referida Junta aqui proceder às obras necessárias para completa reparação da casa e com a obrigação de fazer uma escada que dê acesso ao púlpito da igreja paroquial e cuja casa confronta do Norte com a rua pública do Sul da igreja, do Nascente com o cemitério velho e do Poente com a rua pública. e para constar se lavrou o presente auto que depois de lido vai por todos assinado: eu José Franco das Neves Júnior, secretário do Comando que o ruberevo e assino= ...








... (aa) António Manoel Baptista, Joaquim Gonçalves Ferreira, Francisco Maria Borges, António Carvalho José Franco das Neves Júnior.
Está conforme = Secretário do Comando da Polícia de Segurança Pública do Distrito de Santarém , 26 de Janeiro de 1932 = O Secretário do Comando assinatura "



Documento gentilmente cedido por Luís Filipe Júlio

Colaboração de Bruno Cruz






08 agosto 2009

Rua Carolina Infante da Câmara



Antiga fotografia da Rua  Carolina Infante da Câmara.




Foto amávelmente cedida por Manuel João Coimbra Monteiro Barbosa.
Colaboração de Bruno Cruz





29 julho 2009

Retratos XI


Manuel S Freire




No verso desta fotografia está escrita a seguinte dedicatória: "A meus tios e primos, ofereço." Elvas 03 de Agosto de 1908 - Manuel da Silva Freire.




Foto gentilmente cedida por Víctor Reis. 





20 julho 2009

Festas em 1914 !


Nesta época do ano que atravessamos, continua a ser tradicional a realização das festas populares! O principal objectivo destes eventos é naturalmente proporcionar às populaçoes um ambiente festivo onde estas  possam dar largas às suas alegrias de acordo sempre com programas apropriadamente concebidos. Mas também para as organizações para realizarem receitas provenientes das popularizadas quermesses ou até de dádivas particulares, sendo o destino destes proveitos financeiros para melhoramentos a favor da comunidade ou no imediato, para a compra de algum equipamento mais necessitado e urgente. Nestas Festas de 1914 realizadas no Pombalinho nos dias 27, 28, 29 e 30 de Junho, assim foi! O produto resultante da receita, imagine-se, foi para aquisição de uma bomba para extinção de incêndios.






Foi notícia no Correio da Extremadura de 20 de Junho de 1914 a realização das Festas do Pombalinho ...









.... que decorreram durante quatro dias! Houve missa solene na igreja matriz com sermões dados pelos reverendos Fernandes de Castro e Casimiro d'Almeida, vacada , quermesse, fogo de artifício, soberbas iluminações com boas músicas e até não faltou carreiras entre a estação (presume-se Mato Miranda) e o Pombalinho a fim de garantir a presença dos forasteiros. O bazar foi promovido por figuras ilustres da terrra, das quais se destacaram, dr. Carlos Braancamp Freire, dr. José Fernandes, Manoel Coimbra, Augusto R. Cota, João R de Carvalho, António Eugénio de Menezes, Sabino Duarte, António N. Palmeirão, António J. Soares, Joaquim F. Patrício, Carlos Albano da S. Nunes, António A. Mora, Joaquim Gonçalves Ferreira e Júlio José Barreiros.












Uma outra vacada realizada em 30 de Julho de 1914 também foi notícia no Correio da Extremadura do dia 25 Julho de 1914 ...











... na qual se destacou as bravíssimas vacas generosamente cedidas pelo opulento lavrador João d'Assunção Coimbra. Na ocasião da corrida foi rifada um linda garraia oferecida pelo sr. António Rodrigues Junior. A expectativa em vésperas desta vacada era enorme, tal o entusiamo que provocou, devida à presença de milhares de pessoas que estiveram a assistir numa outra lide realizada a 30 de Junho









A realização da quermesse a ser noticiada no Correio da Extremadura em 13 de Junho de 1914...









... onde se explicita a intenção da comissão constituída quanto ao objectivo da mesma, assim como o prazo para envio de produtos a serem vendidos para o efeito.








Colaboração e pesquisa jornalística de Bruno Cruz.






16 julho 2009

As cheias!


Nas referências que aqui temos feito às cheias do Pombalinho, tem sido nossa intenção proporcionar aos visitantes um olhar distante mas simultaneamente presente  sobre este acontecimento natural que periodicamente assola o Pombalinho. É impossível não se falar das cheias, sem algum sentido romântico ou até mesmo nostálgico, tais as histórias que foram contadas pelas mais diversas gerações que tiveram de viver com elas nesses tempos de invernos extremamente rigorosos! Felizmente por acção de muitos colaboradores desta página, a nossa galeria de imagens já é muito considerável, mas mesmo assim e bem, não param de nos chegar outros registos de rara beleza e de momentos únicos, como é o caso dos que hoje publicamos, gentilmente cedidos por Pedro Menezes.



Cheia 1

Excelente fotografia tirada do cimo da torre da igreja no dia 01 de Abril de 1952. Podemos ver os efeitos dessa cheia que chegou a entrar no recinto da própria igreja e alagou toda a zona adjacente da rua Manuel Monteiro Barbosa.




Cheia

Outra fotografia tirada da torre da igreja, vendo-se ao fundo a quinta de Fernão Leite.





Cheia 3

Mais uma excelente fotografia tirada nesse mesmo dia de 01-Abril-1952 do cimo da torre da igreja, vendo-se o casario entre os prédios do Manuel Bispo e do Américo Cachado. Ao longe o cabeço dos Chões.




Cheia 2

Imagem bem elucidativa do nível que a cheia atingiu nos campos do Pombalinho !






Cheia 5

Excelente fotografia!





Cheia 4

Rua Barão de Almeirim, onde a cheia atingiu níveis anormais.






Cheia 8

Cheia de 1940/41 na rua António Eugénio de Menezes.

Foto tirada por António Menezes e cedida gentilmente pelo seu filho António Carlos BN Menezes.





Cheia 7

Rua António Eugénio de Menezes. Momento em que Joaquim Pedro de Menezes se deslocava de barco junto ao local onde, curiosamente, existe hoje o Parque de Jogos e Lazer do Pombalinho.



À excepção da foto referenciada para o efeito, todas as outras foram cedidas gentilmente por Pedro Menezes     




Colaboração de Bruno Cruz e Joaquim MB Mateiro. 








11 julho 2009

Futebol !






Não, não se trata do nosso saudoso Vera Cruz Futebol Clube, mas quase..., tal o número de jogadores do Pombalinho que integraram esta equipa de futebol !!! Com efeito, a formação registada nesta fotografia, que representou no ano de 1947 a União Operária de Santarém, era constituída nada mais nada menos do que por quatro atletas naturais do Pombalinho! O desporto rei nesses tempos, ainda não tinha estruturas criadas na nossa terra que permitissem a sua inscrição numa competição oficial, e vai daí, a emigração desportiva aconteceu!

Mas vamos à identificação possível dos jogadores que formaram esta equipa da capital do Ribatejo em jogo realizado no Campo Chão das Padeiras. De joelhos e da esquerda para a direita, José Braga (Pombalinho), Adalberto, Lopes, João Zé e Ezequiel Mateiro (Pombalinho). De pé e pela mesma ordem, desconhecido, Raimundo (Azinhaga), António Leal-guarda-redes (Pombalinho), Serafim, Manuel Barão (Pombalinho), Zeca e Ramos "Machorro".



     Foto gentilmente cedida por António Leal

     Colaboração de Bruno Cruz






08 julho 2009

Vera Cruz Futebol Clube X !





O campo das Ónias foi durante muitos anos o local  onde o Vera Cruz Futebol Clube disputou os jogos referentes aos campeonatos da Federação Nacional de Alegria no Trabalho (FNAT). Mas tempos houve, em que no Pombalinho a inexistência de uma estrutura de caracter definitivo para a prática da modalidade, exigia muita dedicação e algum sentido de improvisação.

A propósito desta fotografia, escreve Joaquim Mateiro sobre situação futebolistica então vivida:  "Era no tempo em que o senhor Manuel Coimbra ainda não tinha doado o Campo das Ónias, a rapaziada do Pombalinho se queria jogar a bola tinha que o fazer nas eiras e andar de baliza às costas. Assisti a várias partidas de futebol nesses locais quando era rapazola! Esta foto foi tirada numa que existiu a sul de umas terras do Manuel Coimbra, entre a rua Carolina Infante da Câmara e a ponte de Fernão Leite no princípio dos anos sessenta.”


Reconhecem-se de joelhos e da esquerda para a direita, Henrique Minderico, José Correia, António Bento, Diamantino Teixeira e António Manuel Leal. De pé e pela mesma ordem, José Carvalho Gomes, José Bacalhau, António José, João Luís Justino, Manuel Minderico e José Guilherme.



Foto gentilmente cedida por Ema Minderico

Colaboração no texto de Joaquim Mateiro


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03 julho 2009

Casamentos IX !




Casamento de Manuel Maria Amado Braamcamp Freire com Maria Isabel Reynolds dos Anjos, realizado em Lisboa no dia 29 de Abril de 1942. O noivo nasceu no Pombalinho em 20 de Maio de 1918, tendo falecido em Lisboa no dia 26 de Março de 1988. Seus pais são, o 4º barão de Almeirim Carlos Braamcamp Freire e Maria da Madre de Deus Amado de Melo da Cunha e Vasconcelos. Manuel Nunes Freire da Rocha, 1º barão de Almeirim , é seu bisavô.




Agradecimento especial a Maria da Graça Anjos Braamcamp Freire, filha de Manuel Maria Amado Braamcamp Freire, a quem se deve a publicação desta foto.



Colaboração de Ema Minderico e Joaquim Mateiro





30 junho 2009

Retratos X !





Ano de 1944. Na primeira fila e da esquerda para a direita, Luciana Duarte, Ester Rodrigues, Albertina Santos, Adelina Presume, Maria Conceição Rodrigues e a criança, Francisco Presume. Na segunda fila e pela mesma ordem, Maria Luísa Inácio, Maria Emília Canteiro, Ermelinda Minderico, Maria Augusta Bento, Maria Augusta Cavaleiro, Maria Luísa Palmeirão, Albertina Santos e senhora Inácia. Na terceira e pela mesma ordem, Lucília Hilário, Gertrudes Cunha, Madalena de Jesus e Emília Serra. 



Foto gentilmente cedida por Ema Minderico

Colaboração de Joaquim Mateiro







27 junho 2009

Casa Agrícola Dona Amália Canavarro




Fotografia tirada no pátio da Casa Agrícola de Dona Amália Canavarro Cabral Meneres, no Pombalinho, em finais da década quarenta. A criança com chapéu de aba larga é a Ema Minderico e de pé está o António Manuel Duarte Rodrigues e Francisco Minderico. Como nota de curiosidade, atente-se no pormenor do rasto dos rodados dianteiros e traseiros do tractor de marca Fordson, de construção metálica e estrutura apropriada para trabalhos em terrenos de cultivo. Os pneumáticos ainda estariam longe de serem utilizados nas máquinas agrícolas!!




Foto gentilmente cedida por Ema Minderico
Colaboração de Joaquim Mateiro.




24 junho 2009

Adiafa !


A adiafa, como aqui a ela já nos referimos, era sinónimo de festa. Naqueles tempos em que havia tempo para festejar o fim das colheitas, o esforço que os trabalhadores despendiam durante as safras, era simbolicamente recompensado pelos patrões em ambiente propositadamente engalanado e onde todos aderiam com manifestações de verdadeira alegria! Assim aconteceu na casa agrícola do João Canavarro, em cujas instalações situadas ali bem no centro do Pombalinho, mais propriamente no gaveto circunscrito pelas ruas Hilário José Barreiros, Barão de Almeirim e Joaquim Piedade da Silva, se festejou a adiafa nesse longínquo ano de 1948! Para a relembrar nalguns momentos protagonizados por gente nossa conhecida, proponho-vos uma "viagem" por estas bem representativas fotografias.




Da esquerda para a direita, Francisco Minderico, Maria Adelaide Minderico, Emídio Narciso, Anita Duarte, Francisco Vinagre, Maria Luísa, João Melão, Maria Guilhermina, Máximo Minderico, Maria Júlia Minderico, Moco Vinagre e a criança, Ema Minderico.





Na frente do carro de bois devidamente enfeitado está o Francisco Vinagre e Ema Minderico.






No pátio da casa agrícola e deviamente alinhados na frente dos carros de bois, reconhem-se da esquerda para a direita, o Palmeirão, o José Leal (carpinteiro), o João Melão, o Máximo Minderico, a Maria Júlia Minderico, o Moco Vinagre, a Anita Duarte, o Francisco Minderico, Francisco Vinagre, a Emília Vieira, o Emídio Narciso, a Maria Adelaide Minderico e a criança Ema Minderico.






Um outra imagem com os boieiros ao lado dos seus respectivos carros! Da esquerda para a direita, Máximo Minderico, Moco Vinagre, Francisco Vinagre e Emídio Narciso. Ao centro, o feitor da casa agrícola, Francisco Minderico.








Carro de mulas devidamente ornamentado e conduzido por João Melão




Fotos gentilmente cedidas por Ema Minderico
Colaboração de Joaquim Mateiro no texto, envio de fotos e identificação de pessoas.





22 junho 2009

19 junho 2009

Retratos VIII !





Manuel Marcelino, pai de Joaquim José Marcelino e de Henrique da Piedade Marcelino.



Fotografia da autoria de Guilherme Afonso e tirada em Abril de 1964.