21 junho 2014

Casal Centeio


Como é do conhecimento geral,  o Casal Centeio tem sido um caso atípico no que diz respeito à definição  territorial entre o Pombalinho e  a Azinhaga. A situação  tem merecido alguma atenção por parte das entidades locais, municipais  e até  nacionais, tendo neste caso  sido objecto de uma tentativa de resolução em sede da Assembleia da República, no ano de 2003, por intermédio do deputado   Herculano  Gonçalves . Apesar de tudo, o que parece não merecer grande contestação é  o facto de se reconhecer que o Casal Centeio carece  de uma definitiva clarificação sobre a sua integração autárquica e em consequência um natural ajuste nas limitações  geográficas  das Freguesias envolvidas  de  Pombalinho e Azinhaga.

Com a passagem do Pombalinho do concelho de Santarém para a Golegã a situação apresenta-se,  hoje,  em melhores condições de ser resolvida entre ambas as partes.  Neste novo contexto concelhio, qualquer resolução a ser tomada já não implica transferências/perdas/ganhos de  território entre concelhos, como se previa como inevitável no Projecto de Lei Nº227/IX da  Herculano Gonçalves e Miguel Paiva. É  no entanto  importante que aos actuais responsáveis  se exija  ponderação e  consenso   na  procura  de uma   resolução que a ser aprovada,  respeite  os  interesses  e desejos das  populações!  Às pessoas  directamente afectadas pela situação,  não lhes deve ser retirado o direito de serem  ouvidas quanto ao  melhor caminho que elas acham dever ser cumprido!  O Pombalinho e a Azinhaga merecem-no !!!  


A fim de historiar, dar a conhecer e compreender a evolução que teve  o caso  Casal  Centeio, (que se iniciou em 29 de Maio de 1930 com a inauguração da Fonte na Rua 5 de Outubro)  publicamos um Relatório que foi apresentado em Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Santarém em 28 de Janeiro de 1998.
















Fonte -  Câmara Municipal de Santarém   







14 junho 2014

Curso de Costura em 1954



Participantes num Curso de Costura, Corte  e Bordados realizado no Pombalinho em 1954.


Na  fila da frente e da esquerda para a direita, Bélita,  Lucilia Cordeiro,  Florência,  Lurdes Amaro,  Carmina Amaro,  Maria Isabel Cachado,  Maria Adelaide Leal e  Fátima Guilherme. Na fila de trás e pela mesma ordem,  Mª Júlia Basílio,  Leonilde Santana Galvão,  Suzélia,  Professora Maria do Céu,  Vitória,  Adília, Otelinda Rufino,  Maria Antónia,  Maria Cachado  e  Cremilde.





Colaboração de foto e texto - Paulo Carvalho e Bruno Cruz








10 abril 2014

Provedor de Justiça


A propósito de uma fotografia  alusiva à sua tomada de posse como Provedor de Justiça (por  nomeação  do Presidente da República em 9 de Dezembro de 1975) , teve o  Coronel Manuel da Costa Braz  a gentileza de me enviar uma cópia da mesma,  assim como um texto que detalha aspectos curiosos que envolveram o  início do desempenho de tão elevado  cargo  político em Portugal.

Destes dois importantes  registos históricos, que  o "Pombalinho" orgulhosamente  traduz  neste  "post",  vos damos de seguida conhecimento.





Manuel da Costa Braz discursando na sessão solene da sua nomeação na presença do Presidente da República Costa Gomes, do Primeiro-Ministro Pinheiro de Azevedo,  do Chefe Estado-Maior Armada Almirante Souto Cruz, do Ministro Negócios Estrangeiros Ernesto Melo Antunes,  do Ministro da Educação Victor Alves,  do Chefe Estado-Maior Exército Ramalho Eanes, do Presidente do Supremo Tribunal de Justiça  José Joaquim de Almeida Borges  e  de outras  individualidades militares e civis




" Gostei muito de ver (porque já não me lembrava ) quem assistiu à minha tomada de posse como Provedor de Justiça e as funções que detinham na altura. O acto decorreu nas instalações do Provedor de Justiça - aliás no que seria o meu gabinete.

O seu interesse particular reside, no meu entender, na relevância que era dada à função, que felizmente ainda permanece. Entre outros aspectos, note-se que a posse foi conferida pelo Presidente da República e a ela assistiram, entre outros, o PM, o Ministro da Justiça e o Presidente do STJ, além dos chefes de Estado Maior do Exército e da Marinha, estes talvez mais com razões pessoais que institucionais, mas significativas.

O edifício, na Av 5 de Outubro, estava devoluto, foi arrendado,(o dono era entre outras coisas fazendeiro em S.Tomé ),foi alvo de adaptações às actividades que ia receber mas sem qualquer alteração ou retirada do que constituía a sua decoração. Diga-se que o rés-do-chão se poderia classificar como tendo alguma sumptuosidade.

Os quadros que passaram a ornamentar as paredes fui buscá-los emprestados pelos depósitos de alguns museus nacionais , boa parte do mobiliário veio das caves do Palácio da Laranjeiras onde as peças estavam depositadas (tudo sob requisição) e as aquisições do mobiliário para os gabinetes dos assessores, no primeiro andar, verdade seja que destoavam da guarnição natural desses gabinetes pois foram peças simples, de escritório, na maioria metálicas que tinham dificuldade em condizer com lareiras de mármore trabalhado.. 

A tomada de posse foi feita coincidir com a abertura oficial ao público, depois dos trabalhos prévios de preparação, recrutamento de colaboradores, organização e definição da metodologia de trabalho, que sei ainda se manter nas suas linhas essenciais. 

Gostei desta descoberta ! "



Manuel da Costa Braz 


     Nota - Este  "post" foi naturalmente inserido no blog    Manuel da Costa Braz 



27 março 2014

"Ribatejano Ilustre 1985"





Carta da "Casa do Ribatejo"  endereçada ao então tenente coronel Costa  Braz  a propósito da decisão tomada por esta instituição,  em Assembleia Geral,  sobre a  atribuição que lhe fizeram de "Ribatejano Ilustre 1985".








Listagem dos agraciados como "Ribatejanos Ilustres" pela  Casa do Ribatejo".






Nota - Estes documentos foram naturalmente publicados no Blog temático    Manuel Costa Braz  





22 janeiro 2014

Vera Cruz Futebol Clube




Equipa que disputou o jogo de futebol no Complexo Desportivo do Pombalinho no ano de 1976. De joelhos e da esquerda para a direita, José M Correia, Júlio Légua, Manuel Pacheco, Diamantino Martinho, António Vieira, Carlos Moura e  Manuel João Barreiros. De pé e pela mesma ordem, José Gomes, Hermínio Feijão, António C Branco, Miguel da Costa, António Carlos, Carlos Melão, António Bento, João António e Alexandre Gomes.



Colaboração fotográfica - Carlos Leal e Fernando Leal.


NOTA - Esta está  inserida no blog temático   Vera Cruz  




04 janeiro 2014

Retratos XXVIII



Gabriel Joaquim


Filho de Carlota Borges e Manuel Tadeia, nasceu no Pombalinho a 10 de Outubro de 1923 e faleceu, na mesma localidade, a  31 de Agosto de 1980.

Foi   Regedor do Pombalinho, sapateiro e proprietário de uma  taberna   na rua António Eugénio de Menezes.

É da sua autoria a famosa  frase que utilizava na sua taberna para  os consumidores mais incautos,  "Quando o Gabriel bebe, toda a gente bebe!"  complementada propositadamente  com outra  e  depois de servidos uns bons copos de vinho ao balcão,   com  a   " Mas quando o Gabriel paga toda a gente paga!"   Era  o espanto geral dos presentes!!!


Do seu casamento com   Albertina Santos   tiveram um filho, de seu nome,  Júlio Gabriel.

Colaboração de texto e fotografia de Julio Gabriel e Bruno Cruz.






22 dezembro 2013

Natal de 2013 !





A todos os  Amigos e visitantes do Pombalinho, desejamos Feliz Natal e um bom Ano Novo de 2014.



26 novembro 2013

Joaquim Madeira - "Quimadeira"




Joaquim José Fonseca Carvalho Madeira, de nome artístico Quimadeira, natural de Pombalinho - Golegã, nasceu aos oito dias do mês de Julho de mil novecentos e cinquenta e oito, sob o tórrido sol da lezíria ribatejana, entre touros, vinhas e cavalos, nesta hospitaleira aldeia circundada pelos rios Tejo, Almonda e Alviela.
Iniciou a actividade artística depois da sua primeira mostra (desenho sob o tema "ArteJovem") na 24ª Feira do Ribatejo em 1977, durante a qual Mário Viegas (já falecido) se lhe referiu:
"O traço fino e decisivo marca a elegância e a beleza da sua obra".
Ao longo dos anos tem participado em várias exposições colectivas em Portugal e na Europa tendo trabalhos em colecções particulares em países como Espanha (Madrid e Bilbau), França (Paris e Montluçon), Bélgica (Antuérpia) e Holanda (Rosendall e Roterdão).

Radicado na Figueira da Foz desde 1980 tem vindo a exercer a sua actividade profissional sempre no sector dos transportes terrestres, inicialmente como director fabril, passando a construtor de equipamento material de transporte, gestor logístico e técnico de certificação de qualidade.

 A partir de 2000 diversifica a sua actividade colaborando na organização de eventos culturais, desportivos e participações televisivas como, por exemplo:  aniversários e homenagens, desfiles e concertos, festas temáticas e pinturas corporais, corridas e desfiles de camiões, concentrações de motos e raids todo-o-terreno, festivais gastronómicos e folclore, exposições e pintura ao vivo e animação e divulgação turística.










Dívida Soberana, a exposição de desenho e pintura que Quimadeira inaugurou em 20 de Março de 2011  na  Galeria Magenta .























































Fonte de Texto e Ilustrações -   Magenta


Link relacionado -  "Pombalinhense"





18 novembro 2013

Manuel Sabino Nunes Duarte "Veca"


Manuel Sabino Duarte "Veca" foi uma figura incontornável da Feira do Cavalo. A sua assiduidade neste mais importante evento realizado na Golegã, foi um de valor inestimável para a região e para todos os que se habituaram a  admirá-lo na sua elegante e graciosa presença,  sempre que  "desfilava" as suas montadas na famosa manga do Arneiro.
Homem desde sempre ligado ás lides do campo e aos cavalos, foi com estes que  se cruzou  ao longo de uma vida dedicada ao ensino da arte equestre. O texto que serve de suporte à fotografia deste post, da autoria de António Costa e por si publicado em Outubro de 2011,  é bem revelador dessa sua grande paixão.

Complementam esta publicação, dedicada ao   decano dos Cavaleiros de Santarém e do Ribatejo,   três vídeos realizados pela Associação dos Amigos da Escola Agrícola de Santarém. Numa entrevista dividida em três partes, "Veca" proporcina-nos uma viagem por tempos vividos nos campos do Pombalinho  e  do  seu percurso como aluno na Escola Agrícola de Santarém. O cavalo, esse, nunca deixou de estar presente!    




"O Veca  foi em vida um caso importante de um predestinado para determinado tipo de equitação. As passages e os piaffers que ele sacava aos cavalos eram brilhantes. A empatia e a cumplicidade que criava entre ele e os animais que trabalhava eram de tal dimensão que muitos tinham dificuldades em acoplar-se aos seus cavalos. Vi-o por vezes montado em animais que não eram acima da média e que conduzidos por ele apresentavam um “gesto” que em nada correspondia ao valor que aparentavam.
Foi ao Veca que António Ribeiro Telles confiou o Gabarito, o Damasco, o Zinco e mais alguns em determinada fase do seu arranjo. Recordo-me de um (companhia das Lezírias) em que o António toureou e que lhe comprou já arranjado, que pregava piruetas verdadeiras (não confundir com piruletas…) e que sacou nas cortesias quando se encerrou com 6 toiros em Almeirim tirando nesse dia partido da pirueta inversa, que é tão raro ver.
Assisti á sua alternativa com meus pais em Viseu, que lhe foi concedida por Mestre Manuel Conde, na feira de S. Mateus no Fontelo onde todos os anos íamos. Vi-o tourear algumas vezes, recordo-me de Cascais era então empresário Nuno Salvação Barreto e em Tomar quando um toiro entrou pela porta dos cavalos.
Depois da morte de seu filho com um ataque cardíaco, filho esse que já tinha tido uma lesão grave num rim num jogo de Rugby, psicologicamente quebrou muito, mas rejuvenescia de conversa pronta , quando o tema era o cavalo.
A última vez que estivemos juntos foi este ano numa corrida do principio de época em Santarém. Havia espaço e sentámo-nos ao lado um do outro para trocar impressões.
Guardo muitas recordações sobretudo da feira de S. Martinho, mas talvez a principal seja no baptizado do João Telles Júnior, em que fiquei na mesma mesa com ele e com o Zé Eduardo Nunes cruzando os três a boa e a má equitação em exercícios de pensamento livre que por vezes confluíram e outras não.
Meu caro Veca, partiste e os apaixonados da Golegã vão sentir a tua falta, e do espectáculo que era ver-te apresentar um cavalo em cujo o arranjo não faltava uma reverance segura sem tibiezas.
Veca sabias como poucos pôr um Sombrero. 
Veca contigo partiu um pouco do Ribatejo dos campos de oiro, e das “Portas do sol” o lendário trovador, rezará em silencio uma ode a Manuel Sabino Duarte ( Veca p’rós amigos.)" 
 António Costa

 Texto -  SortesdeGaiola 

  Foto -  RomeirosSJose

  Link relacionado -  Manuel Sabino Duarte 






Manuel Sabino Duarte entrevistado pela Associação dos Amigos da Escola Agrícola de Santarém.














02 novembro 2013

Casamentos XV !



Casamento de Lucília Gomes com Américo Ferreira.
A clássica fotografia  "familiar" dos  acompanhantes que estiveram presentes na cerimónia realizada no Pombalinho em 24 de Abril de 1977.




Os noivos na tradicional sessão fotográfica..., para mais tarde recordar!!!




Depois das cerimónia nupcial,  uma  visita ao futuro lar  dos noivos Lucília e Américo!
Uma imagem do percurso  na  Rua António Eugénio de Menezes  em  direcção  à  Rua 5 de Outubro.



Fotos gentilmente cedidas pela Lucília




19 outubro 2013

Mulheres do Pombalinho !






Algures num qualquer lugar do nosso Pombalinho um grupo de mulheres, nossas bem conhecidas, pousou para a objectiva do fotógrafo! Para elas e  a julgar pelos seus semblantes, este momento pode bem  ter acontecido por um motivo especial! Para nós, hoje, não importa sabermos a razão pela qual se propuseram a tão oportuno registo!  O que conta mesmo  é  as podermos recordar!...  Nem que seja pela lembrança de uns saudosos   "bom dia"  ou  "boa tarde" , que tantas vezes trocamos, sempre que com elas nos cruzávamos numa qualquer rua ou lugar do Pombalinho!


De entre outras, reconhecem-se, Clementina, Adelaide, Maria Encarnação,  Maria Júlia Cavaco,  Maria Eugénia, Maria Júlia Bacalhau, Natália Narciso, menina Elvira Narciso, Maria Emília Carréis e  Anita Duarte.






06 setembro 2013

Eleições Autárquicas 2009!





Foi assim, o resultado das  Eleições Autárquicas realizadas no ano de 2009! As últimas no Pombalinho como Freguesia do  Concelho de Santarém!  

Num contexto municipal diferente, por força da recente Reorganização Administrativa do Território, as próximas Eleições a  realizar no dia  29 de Setembro de 2013  serão um marco histórico na vida dos  Pombalinhenses! Pela primeira vez irão eleitoralmente escolher o  Presidente da Câmara Municipal da Golegã e poderem participar, por inerência do acto,  nos  destinos desta região ribatejana!



18 agosto 2013

Casa Agrícola, Braz Ornelas Infante da Camara!







Na publicação, possível, que fizemos sobre e vida de   Braz Ornelas Infante da Camara  em Junho de 2010,   destacamos a importância que teve esta personalidade no desempenho da função de  regedor do Pombalinho, mas também, enquanto proprietário agricola,   no fomento e desenvolvimento que incutiu  um pouco por toda esta região ribatejana.

Estas duas ilustrações, que hoje publicamos, reforçam o exemplo de dinamismo que Braz Ornelas atingiu, ainda em pleno principio do século vinte,  na gestão da sua Casa Agrícola sediada no Pombalinho! 



13 julho 2013

Pombalinho, Freguesia autónoma!






Faz hoje 407 anos que o Pombalinho foi desanexado da então freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Almonda do lugar de Azinhaga!





07 julho 2013

Casamentos XIV !



Casamento de Ana Leal com Francisco Cruz, em 20 de Abril de 1958.
Fotografia que reporta o momento em que a  noiva  se dirigia de casa de seus pais, na Rua  Hilário José Barreiros também conhecida pela Rua das Flores ou Rua do Norte, para  a   Igreja   Paroquial do Pombalinho. 

Entre os acompanhantes de Ana Leal, reconhecem-se,  para além dos seus  padrinhos de casamento Ana Andrade e Manuel Mateiro,  Duarte Cruz, o noivo Francisco Cruz, Augusto Dionísio, José Leal e  meninas, Zita Bento, Lena Cavaco,  Fernanda Cavaco,  Maria Júlia Grais e José Manuel Mateiro.



Colaboração fotográfica de Bruno Cruz







28 junho 2013

Café Central - Golegã




Sempre que  saíamos  do Pombalinho em direcção  à  planície,  O "Café Central" na Golegã  era um dos locais de paragem quase que  "obrigatória" ! Para beber uns copos numa roda de amigos, saborear um  festivo jantar comemorativo  ou simplesmente  usufruir de outros ares que  não  encontrávamos na nossa terra!

Nesses  tempos o Pombalinho  tinha, porventura,  um outro encantamento! Quem  lá vivia sentia-se   integrado na comunidade de uma forma muito especial! Os  laços de apego de variada ordem não eram fáceis de  quebrar!  A vida social movimentava-se a um ritmo diferente!  Havia um maior apelo  ao  estar, a uma  forma muito peculiar de viver, enfim, ao sentido prazenteiro da vida  à  boa maneira das gentes desta zona tão caraterística do Ribatejo! 


 Mas apesar de todos esses elos de múltiplas e agradáveis vivências que se  faziam sentir no Pombalinho,  mesmo assim, razões não haviam que impedissem  que a Golegã não tivesse sido  sempre considerada como um destino  alternativo dos pombalinhenses! Os fins de semana eram  complementarmente  preenchidos  com visitas entusiásticas aos lugares mais castiços e conhecidos da terra  da Feira de S. Martinho. 





Um grupo de amigos, pombalinhenses,  no Café Central.

Manuel Fonseca, Mário Loureiro , Ezequiel Leal, Francisco Presume e Carlos Leal.



Entraram assim no roteiro das nossas memórias, as inesquecíveis "imperiais" do Chico Afonso que na altura se dizia das mais leves da região por serem de marca "Cuca", as saborosas febras grelhadas no "Lagar" ao som de fados e guitarradas,  os belos bifes  no "Central", ou até  os  petiscos regionais no "Cu da Mula".

Afinal tudo isto fazia o seu sentido! A ligação do Pombalinho e  das suas gentes  à "capital do cavalo"  nunca deixou de facto de existir! Tanto a  partir da  vertente laboral  ao nível do amanho e cultivo dos campos da Golegã como  no desempenho  de profissões de caracter urbano! Mas  também e principalmente numa relação social que se foi cimentando através dos tempos  e   naturalmente  assumida e exercida na base de valores e  tradições comuns  às duas comunidades!  



Foto do Central retirada da sua página FB 

Foto do Grupo Amigos, gentilmente cedida por Carlos Leal/Fernando Leal




18 junho 2013

Largo da Igreja em 1935!




Largo da Igreja do Pombalinho em meados da década trinta do século passado!  



Excelente fotografia, justificada porventura pela presença de mais uma das habituais cheias do Rio Tejo! 
Para  além do nível  da água na Rua Manuel Monteiro Barbosa,  há a registar, curiosamente, nesta fotografia, mais três interessantes pormenores: o facto de na altura em que  foi tirada não existir ainda relógio na Igreja, o adro da igreja ainda não ter gradeamento  e  a  existência de uma  árvore  na esquina da Rua Domingos Mota, que presumivelmente  parece ser  a mesma aqui registada nesta foto de   1900  .




Fonte da foto - Assírio Núncio

Colaboração  - Bruno Cruz