Pombalinho - 13 de Julho de 1606 / 13 de Julho de 2015.
13 julho 2015
21 maio 2015
16 maio 2015
07 abril 2015
Casamentos XX !
Casamento
de Maria Emília Santos Luís Pica Sinos e de Raúl Ferreira Pica Sinos. A
cerimónia realizou-se no Pombalinho em 4 de Maio de 1969.
Maria
Emília, natural de Mato de Miranda, nasceu em 09 de Outubro de 1945. É
filha de Adelaide Maria e de José Luís.
Foi
viver com seus pais para casa dos seus avós maternos, Joaquina Serra e Jerónimo
Serra no Pombalinho. Seu avô era natural de Santa Margarida da Coutada,
concelho de Constância.
Seu
pai, embora natural de Pombalinho, trabalhava como guarda florestal, na Quinta
de Mato de Miranda, na altura do seu nascimento. A família regressou pouco
depois ao Pombalinho, tendo José Luís concorrido para a polícia e sendo
colocado parte com a família para Lisboa.
Raúl
Pica Sinos, natural da Freguesia de Benfica de Lisboa, nasceu em 12 de
Dezembro de 1945. É filho de Georgina dos Santos e de Adriano Ferreira Pica
Sinos.
A noiva, Maria Emília acompanhada de Manuel Gomes e demais
acompanhantes, a caminho da Igreja Paroquial de Pombalinho.
Os noivos, Maria Emília e Raúl Pica Sinos à saída da Igreja
depois de terminada a cerimónia religiosa.
* "Faz hoje 39 anos que somos casados. Casei com a Maria
Emília, cerca das 10 horas, numa pequena igreja na aldeia do Pombalinho, terra
natal dos seus pais.
Saí da casa de Júlia
Gardão, tia da noiva, na rua 5 de Outubro, e como manda a tradição fui
espera-la à sua porta mais abaixo, na mesma rua, seguindo a prometida à minha
frente com os seus convidados, eu com os meus um pouco mais atrás, caso
contrário a noiva não sairia da casa dos seus progenitores."
* Excerto de
uma publicação, da autoria de Raúl Pica Sinos, alusiva ao trigésimo nono
aniversário do seu casamento. Para leitura completa do texto clicar AQUI
Colaboração de fotos e texto de
Raúl Pica Sinos.
31 março 2015
Entrada de Cavalos no Pombalinho !
Do nosso conterrâneo António Carlos de Menezes recebi há dias um
mail que, segundo suas próprias palavras, foi motivado por uma aguarela
da autoria de Serrão de Faria. É um interessante mail que tendo o
Pombalinho como referência central, tem igualmente nas cheias e na sua Igreja
Paroquial menções históricas de tal modo importantes, que não podemos deixar de
as considerar neste espaço de forma a contribuirem para uma melhor
compreensão da história da nossa terra. Por ser assim, entendi por
bem publicá-lo, depois de solicitada e gentilmente aceite a devida permissão ao
nosso conhecido Pombalinhense.
Sabemos que tanto a aguarela de Serrão de Faria
como a fotografia de António de Menezes, a que António Carlos de Menezes
se refere no seu mail, já foram publicadas neste blog e noutros de
carácter temático relacionados com o Pombalinho. No entanto e apesar
disso, ao considerar oportuno esta nova publicação, anexamos
os dois registos, fotografia e aguarela, a este importante e
esclarecedor texto que o nosso conterrâneo António Carlos de Menezes
simpaticamente me endereçou via mail.
"Bom dia Manuel Gomes
Antes de mais quero felicitá-lo pelo seu blog
sobre o Pombalinho. Certamente que não me conhece, nem eu a si, no entanto
ambos somos Pombalinhenses! Pertencemos a gerações diferentes e a diáspora dos
Pombalinhenses explicam esse facto. Quero contactá- lo pelo facto de ter
incluído no seu blog uma aguarela da autoria do pintor Serrão de Faria, nosso
vizinho Azinhaguense, de que sou possuidor. Trata- se de um tema inspirado numa
fotografia de autoria de meu Pai e que tem um pormenor já referido no "chat"
do seu blog e que tem a ver com a ausência de relógio na Igreja. Esse
aspecto já antes me havia sido referido por alguém da época dessa enorme cheia,
o qual me deu uma preciosa informação, ao ver a foto referida, a qual teria
sido obtida antes ou por altura, de 1938 ou 39, época em que foi instalado essa
"extraordinária melhoria" para a população do Pombalinho.
Queria ainda fazer uma referência sobre
uma impossibilidade que o
quadro retrata, aliás obviamente ausente da foto inspiradora e que é a presença
de uma manada de éguas, vindas da Rua de Baixo/ Campo. A quota das águas
mostrada na foto/ aguarela, tornava absolutamente impossível aquele "
resgate" de animais do campo. Penso que todos os Pombalinhenses
concordarão com este reparo. Não se trata de um erro inconsciente do autor, mas
como me esclareceu, quis pôr naquela sua obra uma indelével marca da sua autoria , que são básicamente os
cavalos.
Era isto que desejava esclarecer, contribuindo de alguma
maneira para o estabelecimento da idade do relógio da nossa Igreja.
Com os meus
cumprimentos e desejos de continuação deste magnífico trabalho
António Carlos de
Menezes"
Nota - Sublinhados da responsabilidade do autor deste blog
22 março 2015
Casamentos XIX!
Casamento de Beatriz da Silva Duarte com António Rufino dos Santos.
A noiva, Beatriz Duarte, de braço dado com seu pai Joaquim Duarte,
a poucos metros de entrar na Igreja Paroquial do Pombalinho.
Os noivos, António Rufino e Beatriz Duarte, durante a cerimónia
religiosa que foi celebrada pelo Padre Lage.
A
tradicional fotografia de consagração de mais um noivado realizado no
Pombalinho em 03 de Março de 1979.
Colaboração
fotográfica de Beatriz Duarte e António Rufino
02 março 2015
Escrituras da Estalagem do Pocinho
A Estalagem do Pocinho, situada na antiga Estrada
Real que passa no Pombalinho, foi um dos lugares estrategicos mais utilizados
por quem se deslocava entre Lisboa e Coimbra, nos dois sentidos. Naturalmente
por esse facto, alguns acontecimentos históricos ligados à Estalagem serem
ainda do conhecimento público, apesar de pouco lembrados ou mesmo esquecidos
de eventuais enquadramentos históricos que a região merecia. Dos
mais conhecidos é de referenciar a presença das tropas invasoras
francesas de Junot e Massena que na
passagem pela Estalagem do Pocinho ali estiveram paradas para matar a sede
durante a caminhada em direcção a Santarém. Também o rei D.
Miguel , grande aficionado tauromáquico, neste lugar historico
pernoitou para assistir a touradas realizadas nesta zona ribatejana ou a
propósito das suas deslocações a Coimbra .
Vários foram os proprietários da Estalagem ao longo
dos tempos, tendo sido um deles o Barão de Almeirim que adquiriu o edifício e
respectivas zonas envolventes no ano de 1858. A este propósito, porque sabendo
do meu interesse por assuntos relacionados com o Pombalinho, fui
contactado por Henrique Ferra, penso que natural de Alcanhões e igualmente
interessado na pesquisa e estudo desta nossa vizinha terra ribatejana. Dos
mails que me enviou achei por bem a um deles recorrer, para
efeitos de publicação neste "post", porque foi a partir
de informação nele referenciado que foi possível chegarmos a documentos
importantes sobre a nossa bem conhecida Estalagem do Pocinho e assim criarmos
mais uma página da História do Pombalinho.
Caro Senhor Manuel
Gomes
Conheço o seu trabalho
sobre o Pombalinho já há alguns anos. Dou-lhe os meus parabéns.
Acontece que também fiz
umas pesquisas sobre a freguesia de Alcanhões, próxima do Pombalinho, há já
largos anos, que durante meses foi publicada no Correio do Ribatejo. Ora quando
fiz essas pesquisas, na Torre do Tombo, sempre que me apareciam elementos sobre
freguesias vizinhas de Alcanhões eu tomava nota delas. Caso por exemplo da
familia Infante da Camâra, de Vale de Figueira, e também do Pombalinho, que
aliás conheço minimamente, desde longa data.
Há pouco tempo, revendo
os meus documentos, encontrei umas referências que julgo lhe possam interessar.
São sobre os Infantes da Camâra de que fala e da antiga Estalagem do
Pocinho.
Por
julgar que possam ter algum interesse para si, tomo a liberdade de lhas enviar.
As
dos Infante da Camâra, são dos assentos paroquiais de São Vicente do Paul.
Quanto às da Estalagem, são de escrituras de tabeliães de Santarém.
Sem mais, os meus cumprimentos.
A partir destes elementos, coube
ao Bruno Cruz e ao seu reconhecido entusiasmo que sempre aplica nestas coisas
que tenham a ver com a nossa terra, propiciar a publicação de mais duas
pequenas pérolas da História do Pombalinho. Fruto de aturada pesquisa no
Arquivo Distrital de Santarém, são do conhecimento público, a partir de hoje,
duas escrituras de compra e venda da Estalagem do Pocinho dos anos
de 1858 e 1899.
Nesta primeira escritura aqui apresentada, feita em 26 de Maio de
1858, os protagonistas da transação comercial foram o Barão de
Almeirim e o Padre da Azinhaga, António Simão Nunes.
Na segunda escritura, feita em 10 de Novembro de 1899, o
comprador foi António da Conceição Madeira, natural da Fonte Santa,
São Vicente do Paúl e o vendedor foi Lino António da Silva de Lisboa.
Fonte da primeira
escritura: Arquivo Distrital de Santarém , fundo
notarial de Santarém - Livro 38 de 1858 - 1ºArquivo-tabelião - José Miguel Dias
Fonte da segunda
escritura: Arquivo Distrital
de Santarém , fundo notarial de Santarém - Livro 197 de
1899 - 4ºArquivo-tabelião - Gervásio Rosa.
Nota - O
autor deste blog agradece reconhecidamente ao Arquivo Distrital de
Santarém o serviço amavelmente prestado nesta pesquisa sobre os documentos
publicados. Um bem haja aos funcionários que nela estiveram envolvidos !
Para visualização completa dos documentos, clicar em Pombalinho
Documental
12 fevereiro 2015
Casamentos XVIII !
Casamento de Natália da Encarnação Costa com Emídio Maria Fonseca Narciso.
A cerimónia religiosa realizou-se na Igreja Paroquial do Pombalinho no dia 29 de Abril de 1962.
Reconhecem-se nesta fotografia, para além dos noivos e da esquerda para a direita, Evangelina Rodrigues, Manuel Légua, António Manuel, António Narciso, Eugénia Costa, Manuel Narciso, Florência Gaitas, Maria Emília, Maria Júlia, José Maria e Ema.
A Natália e o Emídio são pais de Manuel José Costa Fonseca Narciso e de Mário Jorge Costa Fonseca Narciso , nascidos, respectivamente, a 25 de Março de 1963 e 16 de Novembro de 1964.
Reconhecem-se nesta fotografia, para além dos noivos e da esquerda para a direita, Evangelina Rodrigues, Manuel Légua, António Manuel, António Narciso, Eugénia Costa, Manuel Narciso, Florência Gaitas, Maria Emília, Maria Júlia, José Maria e Ema.
A Natália e o Emídio são pais de Manuel José Costa Fonseca Narciso e de Mário Jorge Costa Fonseca Narciso , nascidos, respectivamente, a 25 de Março de 1963 e 16 de Novembro de 1964.
Colaboração fotográfica - Lucilia Gomes
Colaboração informativa - Diogo Narciso
31 janeiro 2015
Vida no Campo!
Gentes do Pombalinho no amanho das searas no campo da Golegã.
A
carroça era, nos primeiros anos da década sessenta, o meio de transporte mais
utilizado pelos seareiros desta região ribatejana.
Momento de descanso, ou simplesmente uma pausa para a fotografia,
da família José Minderico.
A
hora do almoço, com Florência Gaitas, João Maria, Maria Emilia, José Luís,
Lurdes e José Minderico, ali mesmo ao lado da EN 365.
Fotos
amávelmente cedidas por Lucília Gomes.
22 dezembro 2014
27 novembro 2014
Casamentos XVII
Casamento de Marina Isabel da Silva Cota com Sérgio Paulo Rodrigues Mogas.
Marina nasceu em 15 de Dezembro de 1967. É filha de Hermínio Cartas Rodrigues Cota e de Carmina.
Sérgio nasceu em 23 de Janeiro de 1966. É filho de Jerónimo Mogas e de Maria Luísa Rodrigues.
25 outubro 2014
Bodas de Ouro !
Hoje é um dia de enorme orgulho e
felicidade para os nossos amigos e conterrâneos, Diamantina e Ezequiel. Foi há
cinquenta anos que teve lugar na Igreja Paroquial do Pombalinho a celebração do
seu matrimónio. Hoje, dia 25 de Outubro de 2014, comemoram-se as
suas Bodas de Ouro!
Depois de todos estes anos vividos e partilhados, poderem festejar hoje nesta data simbólica as memórias e sonhos que tiveram, muitos felizmente realizados outros ainda por alcançar, faz com certeza deste dia uma comemoração muito especial que ficará indelevelmentre marcada no livro de memórias das suas vidas!
Um futuro de coragem e de um enorme prazer de bem estar com a vida que tão bem a Diamantina e o Ezequiel souberam utilizar ao longo destes cinquenta anos, permanecerá e irá alimentar, com toda a certeza, o presente e o futuro das suas vidas! E é nessa perspectiva que o "Pombalinho" deseja a ambos, um dia muito, muito Feliz! Vivam as suas Bodas de Ouro! Que venham então, as Bodas de Diamante!!!
Depois de todos estes anos vividos e partilhados, poderem festejar hoje nesta data simbólica as memórias e sonhos que tiveram, muitos felizmente realizados outros ainda por alcançar, faz com certeza deste dia uma comemoração muito especial que ficará indelevelmentre marcada no livro de memórias das suas vidas!
Um futuro de coragem e de um enorme prazer de bem estar com a vida que tão bem a Diamantina e o Ezequiel souberam utilizar ao longo destes cinquenta anos, permanecerá e irá alimentar, com toda a certeza, o presente e o futuro das suas vidas! E é nessa perspectiva que o "Pombalinho" deseja a ambos, um dia muito, muito Feliz! Vivam as suas Bodas de Ouro! Que venham então, as Bodas de Diamante!!!
19 outubro 2014
Grupo de 1979
No verso desta fotografia está escrita a frase "Grupo de 1979".
Pombalinhenses nossos conhecidos, (António Silva, Ana Leal, Diamantina Leal, Manuela Santos, José Júlio Bengala, Clara, Paulo, Irene e Berta ) mas também outros vindos de longínquas paragens! São eles Cis Schut, Ruud, Henk, Patrik, Anneke, Françoise e Ane Sofie.
12 outubro 2014
Casamentos XVI !
Os noivos, Maria Otília Gandarez e João Carlos Gonçalves Ferreira.
A tradicional foto dos noivos com os convidados, à entrada da Igreja Matriz da Golegã.
Curiosidade documental referente ao banquete realizado no Café Central da Golegã no dia 26 de Abril de 1980.
Colaboração fotográfica de Otília Gandarez
07 setembro 2014
Pombalinho Romano
Foi recentemente criado um novo Blog relacionado com a História mais antiga do Pombalinho. Remonta à época da romanização de Portugal! Sabia-se que havia no espaço web informação considerável sobre a presença romana no Pombalinho! De forma a tornar o acesso a esses importantes testemunhos históricos, da nossa terra, mais rápidos e objectivos pensou-se então na criação do Pombalinho Romano. O seu endereço é http://pombalinho-romano.blogspot.pt/
31 julho 2014
Curso Costura em 1972
Curso
de Costura realizado no Pombalinho no ano de 1972.
Reconhecem-se, nesta
fotografia tirada frente à actual sede da Junta de Freguesia do Pombalinho,
Padre Lage, Fernanda Cavaco, Maria Eugénia, Isabel Grais, Odete
Cavaleiro, Lucília, Carolina, Helena Duarte, Victória da Silva, Gena, Otília,
Maria Júlia e Lurdes Gomes.
Na última fila e
ao centro desta, um senhor da Azinhaga, de nome Ludgero, que era o
responsável pela representação da famosa marca de máquinas de costura
Singer na região.
17 julho 2014
Ponte Fernão Leite
A
Ponte de Fernão Leite, a ponte da nossas memórias, continua a fornecer-nos
espantosas fotografias de gentes do Pombalinho em momentos prazenteiros de
enorme alegria e descontracção! Ir ao encontro dessa histórica
infraestrutura viária e suas zonas envolventes, era motivo mais que
suficiente para uns belos passeios domingueiros!
Estas
fotos referem-se precisamente uma dessas caminhadas e foram tiradas
em finais da década cinquenta do século passado. Vale a pena recordar!
Maria Adelaide Leal, Cremilde Barão, Maria Isabel
Cachado e atrás (meio encoberta), Francisca Reis.
Maria Adelaide Leal e Lurdes Teixeira.
Maria Helena Cachado, Adelaide Leal, Maria Isabel
Cachado, Cremilde Barão e Francisca Reis.
Maria
do Carmo, Fernanda Bispo, Suzélia Braz, Maria
Adelaide Leal, Fátima Cavaco, Maria Helena e Lucilia
Cordeiro.
Colaboração de Paulo Carvalho e Bruno Cruz.
Nota - Estas fotos estão naturalmente inseridas no blog
temático Ponte
Fernão Leite
13 julho 2014
Aniversário do Pombalinho!
Faz
hoje 408 anos que o Pombalinho se desanexou da freguesia de Nossa Senhora da
Conceição do Almonda, por provisão do ilustríssimo Miguel de Castro, Arcebispo
de Lisboa.
É enorme a História
desta centenária terra ribatejana! Muito dela se tem contado! Das suas
gentes, dos seus hábitos e das suas tradições! Muitos dos que nasceram e
partiram, continuam a sentir, onde quer que se encontrem , a proximidade
emocional da sua terra! Esse é porventura o maior legado do qual o
Pombalinho e as suas gentes se orgulharão!
Alimentar as
raízes Pombalinhenses é o caminho que escolhemos
neste espaço e no qual, militantemente, continuaremos! Pelo Pombalinho e por
todos os que desta terra fizeram a razão da sua História.
21 junho 2014
Casal Centeio
Como é do conhecimento geral,
o Casal Centeio tem sido um caso atípico no que diz respeito à definição
territorial entre o Pombalinho e a Azinhaga. A situação tem
merecido alguma atenção por parte das entidades locais, municipais e até
nacionais, tendo neste caso sido objecto de uma tentativa de
resolução em sede da Assembleia da República, no ano de 2003, por intermédio do
deputado Herculano
Gonçalves . Apesar de tudo, o que
parece não merecer grande contestação é o facto de se reconhecer que o
Casal Centeio carece de uma definitiva clarificação sobre a sua
integração autárquica e em consequência um natural ajuste nas limitações
geográficas das Freguesias envolvidas de Pombalinho e
Azinhaga.
Com a passagem do Pombalinho do
concelho de Santarém para a Golegã a situação apresenta-se, hoje,
em melhores condições de ser resolvida entre ambas as partes. Neste
novo contexto concelhio, qualquer resolução a ser tomada já não implica
transferências/perdas/ganhos de território entre concelhos, como se
previa como inevitável no Projecto de Lei Nº227/IX da Herculano Gonçalves
e Miguel Paiva. É no entanto importante que aos actuais
responsáveis se exija ponderação e consenso na
procura de uma resolução que a ser aprovada, respeite
os interesses e desejos das populações! Às
pessoas directamente afectadas pela situação, não lhes deve ser
retirado o direito de serem ouvidas quanto ao melhor caminho que
elas acham dever ser cumprido! O Pombalinho e a Azinhaga merecem-no !!!
A fim de historiar, dar a conhecer e compreender a evolução que
teve o caso Casal Centeio, (que se iniciou em 29 de Maio de
1930 com a inauguração da Fonte na Rua 5 de Outubro) publicamos um
Relatório que foi apresentado em Reunião Ordinária da Câmara Municipal de
Santarém em 28 de Janeiro de 1998.
14 junho 2014
Curso de Costura em 1954
Participantes
num Curso de Costura, Corte e Bordados realizado no Pombalinho em 1954.
Na fila da frente
e da esquerda para a direita, Bélita, Lucilia Cordeiro, Florência,
Lurdes Amaro, Carmina Amaro, Maria Isabel Cachado,
Maria Adelaide Leal e Fátima Guilherme. Na fila de trás e pela
mesma ordem, Mª Júlia Basílio, Leonilde Santana Galvão,
Suzélia, Professora Maria do Céu, Vitória, Adília, Otelinda Rufino, Maria Antónia, Maria Cachado e
Cremilde.
Colaboração de foto e texto - Paulo Carvalho e Bruno Cruz
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