Entrevista a Manuel
Sabino Duarte “Veca”, publicada na antiga
Revista "Plateia".
27 janeiro 2018
14 outubro 2017
Testamento de Carolina Infante da Câmara
Bruno Cruz:
"....Carolina
Infante da Câmara, viúva de Dâmaso Maria Monteiro,faleceu no Pombalinho em
1900, era tia de Manuel Ornellas Infante da Câmara, pai da avó do meu primo
Fernando Furtado Barreiros.
Em
testamento deixou às viúvas mais pobres da freguesia a quantia de cinco mil
réis.
Um seu irmão, Emílio Ornellas Infante da
Câmara, teve um filho também chamado Emílio Infante da Câmara, que veio a
casar, em 1876, com uma senhora de Vale de Figueira chamada Emília Augusta da
Mota, filha de José da Mota Gaspar.
Os descendentes desse casal são os Infante da
Câmara da Quinta de Alpompé, ou na Quinta do Castilho, em Vale de Figueira.
Mas, como já lhe disse ao telefone, o meu
primo Fernando é que concerteza pode dar mais informações sobre essa sua
parente.
Espero ter contribuído para o enriquecimento
informativo do vosso blogue sobre o Pombalinho e felicito-vos pelo trabalho que
estão a desenvolver.
Tenho
pena é que não haja quem faça o mesmo sobre o Reguengo do Alviela, que é a
minha terra...”
Com os meus cumprimentos,
Maria Isabel dos Reis Motta
Antunes Mendes
26 junho 2017
Festas no Reguengo do Alviela
Apesar
de entre o Pombalinho e o Reguengo do Alviela existir uma certa distância geográfica, nunca por este motivo estas localidades estiveram longe uma da outra. Sempre houve uma relação de imensa proximidade na vida dos
seus habitantes! No recurso a produtos e serviços então existentes no Pombalinho, com destaque ao nível da oferta para a
antiga casa Farol e oficinas de metalomecânica que serviam de
apoio à actividade agrícola nesta zona do Ribatejo, propiciaram-se vínculos de partilha e boa vizinhança entre as
duas populações. Com o tempo foram-se criando laços de afectividade intergeracionais e hoje genealógicamente existem muitos naturais do Pombalinho cujos
ascendentes são de famílias oriundas do
Reguendo do Alviela.
Relevante neste contexto foi também a construção da Ponte Fernão Leite, no ano de 1895 , concebida exactamente para melhorar a comunicação viária entre as duas margens da Alverca e em particular com destino a toda a zona envolvente do Alviela, no sentido de norte para sul.
Relevante neste contexto foi também a construção da Ponte Fernão Leite, no ano de 1895 , concebida exactamente para melhorar a comunicação viária entre as duas margens da Alverca e em particular com destino a toda a zona envolvente do Alviela, no sentido de norte para sul.
Esta
notícia publicada no “Correio da Extremadura” em 08 de Maio de 1897 é um excelente exemplo do que acima pretendemos enaltecer. Inserida
nas Festas do Reguengo do Alviela, realizou-se uma quermesse cuja receita
foi destinada à criação de um posto de socorros médicos no Pombalinho para os
pobres das duas localidades! Tempos em que dar o braço em prol do bem comum, fazia necessariamente todo o sentido!
Fonte – FB de Casimiro Jorge
01 junho 2017
Azulejaria no Concelho da Golegã
"O Projeto
TRADIÇÃO E MODERNIDADE visa disponibilizar ao público, desde o cidadão
interessado até ao especialista, coleções de informação únicas e inéditas sobre
as tradicionais artes portuguesas de azulejaria e cerâmica, as quais fazem
parte dos fundos da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian.
Com
este projeto, o investigador e o público em geral dispõem, reunido de forma
estruturada e num único ponto de acesso disponível a todos na Web, de um
conjunto de informação único e valioso. As indústrias culturais e de forma mais
genérica todo o tecido empresarial português nesta área passam também a dispor
de conteúdos que lhes permitirão, baseadas num forte conhecimento da TRADIÇÃO,
encarar de forma inovadora a MODERNIDADE ."
"A azulejaria, enquanto expressão maior de uma certa
tradição e sensibilidade artísticas portuguesas, deixou e continuará a deixar
múltiplos traços na sociedade portuguesa ao longo do tempo. De entre essa
multiplicidade possível de traços, a Biblioteca DigiTile apresenta as coleções
especiais sobre esta temática que fazem parte dos fundos da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian, bem como estudos contemporâneos sobre essas
coleções e, em geral, sobre as temáticas da Azulejaria e da Cerâmica
Portuguesas."
Fonte - Biblioteca de Arte
Nota - Aos documentos gentilmente cedidos pela Drª Ana Barata da Biblioteca de Arte da Fundação da FCG, devidamente solicitados para efeitos de publicação neste blog, anexamos fotos dos locais referenciados de forma a permitir uma sua melhor identificação.
Fonte - Biblioteca de Arte
Nota - Aos documentos gentilmente cedidos pela Drª Ana Barata da Biblioteca de Arte da Fundação da FCG, devidamente solicitados para efeitos de publicação neste blog, anexamos fotos dos locais referenciados de forma a permitir uma sua melhor identificação.
Inventário
e Estudos sobre Azulejaria da Colecção Santos Simões.
Col. Santos Simões I Inventário da
Azulejaria
Fonte - FCG – Biblioteca de Arte
24 maio 2017
José da Costa Gaitas Júnior
A propósito da exposição de genealogia que decorreu no
Pombalinho, autoria desenvolvimento e muito trabalho do Bruno Cruz , vêm até mim
recordações dum passado que queria recente mas que, pela inexorável lei da vida
se irão começar a desvanecer ao sabor dos tempos. Para memòria futura estes pequenos
apontamentos poderão reviver para alguns, momentos interessantes de figuras da
nossa terra na génese popular das estórias das aldeias, algumas comuns, outras
apenas com protagonistas diferentes mas que centenas de Avôs provavelmente
contaram aos netos aquando duma visita ou no dia a dia de convívio familiar.
E porque me é muito querida e muito viva a sua Amizade, Amor e Carinho, recordo hoje José da Costa Gaitas Júnior, nascido a 11 de Novembro de 1885 e falecido a 25 de Julho de 1974! E que fez o favor de ser o senhor meu Avô, Zé Gaitas.
Comerciante e pequeno lavrador, homem de tempera rija e exímio jogador do pau, tinha para grande irritação da senhora minha Avó (Sofia da Piedade Inácio da Costa (29 Set 1903 /12 Abr 1984) vários amores escondidos atrás dos balcões das tascas das redondezas e que davam pelo nome de tinto ou branco, tanto faz desde que não entornes....
Possuidor na época de um macho de origem austríaca, com mãos grandes como diziam na terra, atrelado a uma carroça, saía de manhã com produtos hortícolas frescos para a ronda habitual a que chamava “a venda”. Esse companheiro do seu dia a dia viria a ser conhecido pelo “Macho do Zé Gaitas” e que tinha para além da particularidade das mãos, uma outra que era a de parar sempre à porta de todas as tabernas, mesmo não precisando para o fazer de qualquer “ordem” ou sinal do meu Avô!!!
Claro que mais copo menos copo, mais zaragata menos zaragata, o bom do nosso Avô lá chegava a casa sem dinheiro! E enquanto, depois de mais uma ronda, desemparelhava o seu fiel amigo, a senhora minha Avó, altiva e danada lá lhe perguntava:
- José!!!
- Sim, Sofia....diga!
- O dinheiro da venda? É preciso pagar ao pessoal...
Coçando a cabeça com uma mão e o boné ou o chapéu na outra, o meu Avô retorquiu:
- Não há.....
- Não há???? Então os produtos que levou para vender?
- Pois, não há! É que todos me chamam Tio e à Família a gente não leva dinheiro, não é??!!!
Quando socialmente ou em termos
de jornas as coisas não corriam bem na Aldeia, o Avô José costumava levantar a
sua voz embargada pela emoção e encharcada pelo tinto, dizendo quadras um pouco
avançadas e que requeriam alguma coragem, gozando e cerzindo nos seus
conterrâneos mais abastados! De entre outras, uma que a Aldeia ainda recorda e
que nos dá um grato prazer de a ouvir
quando percorro as ruas do Pombalinho é
a seguinte: “Há quem come e não produz, há
quem produz e não come! Há quem arrebenta a comer e há quem morre de fome!”
O álcool e este sentido de justiça social levou-o muitas vezes ao Governo Civil onde o senhor meu Pai o ia buscar depois de uma ou outra alteraçãozita que começava à paulada e terminava ali.
Militar do corpo reservista, serviu em Artilharia de Costa onde aguardou embarque para a França, o que não veio a acontecer.
Outro episódio passou-se à porta dum cemitério com alguém que disputara com ele umas leiras de terra e se haviam desavindo. Aquando da sua morte barrou a entrada do féretro dizendo : “Aqui jaz a terra da igualdade, tanta soberba, vá pro chão, querias tanta terra e agora vais para o jazigo ??? Chão e terra para cima!” Acabou uma vez mais numa visita ao seu primo na Governo Civil.!!
Era assim o senhor meu Avô, o Zé Gaitas, que Deus o tenha em sua companhia.
14 janeiro 2017
20 dezembro 2016
1ª Guerra Mundial
A partir de
registos que encontramos disponíveis no Arquivo Histórico do Exército criamos
este Blog em memória dos Azinhaguenses, Goleganenses
e Pombalinhenses que participaram na 1ª Guerra
Mundial. Apesar de não ser do nosso conhecimento a identidade de todos os conterrâneos destas três localidades que estiveram
integrados no Corpo Expedicionário Português, justificava-se mesmo assim, pelo
valor histórico que representa, esta
publicação que hoje aqui vos damos a conhecer.
Para aceder ao Blog clicar na
ilustração.
03 novembro 2016
Contrato Prestação Serviço Dr Victor Semedo
O
Dr. Victor Semedo foi o médico de todos nós, dos nossos pais e dos nossos avós. De toda a nossa família! Exerceu a actividade
num tempo de enormes dificuldades económicas que se faziam sentir entre as populações abrangidas na sua área de intervenção. Bastava que lhe batêssemos à porta, a qualquer hora do dia ou da noite, e ele lá vinha de bicicleta e mais tarde no seu velhinho Citroen de dois cavalos, acudir a pacientes em situações de saúde mais delicadas.
- Quanto é Sr. Doutor?
- Não é
nada, mulher! Olha, tens aqui esta receita para aviares na farmácia e tem é mais cuidado com o que comes! Nada de abusos no sal e poucas gorduras! Está bem? Adeus e as
melhoras!
- Boa tarde, Sr. Doutor. E muito obrigado!
Raras foram as consultas, dadas pelo Dr. Semedo à população do Pombalinho, que assim não terminavam! Deixou imensa saudade e uma enorme dívida de gratidão entre todos
os Pombalinhenses, que num gesto de reconhecimento público lhe prestou, no ano de 1982, uma justa e merecidíssima homenagem !
O
documento hoje aqui publicado, sobre o Contrato de Prestação de Serviços Médicos
estabelecido entre a Casa do Povo do Pombalinho e o Dr. Victor Semedo, é mais um
valioso contributo para o enriquecimento deste espaço. Os nossos
agradecimentos, por isso, à Assistente Social da CPP DrªSónia Marcos que
amávelmente se prontificou na partilha deste testemunho histórico da vida
social do Pombalinho.
Nota - Para leitura integral do Contrato clicar AQUI
27 junho 2016
16 junho 2016
23 maio 2016
António Eugénio de Menezes
António Eugénio de
Menezes nasceu em Salvaterra de Magos a 29 de Novembro de 1893. É filho
de Joaquim Pedro de Menezes e de Júlia Augusta do Rosário.
No Pombalinho, António
Eugénio de Menezes possuía uma casa na Rua Hilário José Barreiros onde residia com a sua esposa Dª Maria Antunes Bento e os seus 3 filhos, Maria Eugénia de Menezes, António de Menezes e
Joaquim Pedro de Menezes.
Com o falecimento
do Padre José Maria do Rosário, proprietário de vários terrenos no Pombalinho como Avis, Quinta Fernão Leite, etc., António Eugénio de Menezes herdou a casa
agrícola do pároco situada na Quinta do
Amador. Ali construiu, mais tarde, a sua
casa de habitação e um complexo constituído por uma adega e
lagar de forma a dar sequência à produção que tinha de vinhas e olivais no
Pombalinho.
Fundou nesse mesmo
local a “Moagem
dos Agricultores”.
Foi Presidente de Junta de Freguesia do Pombalinho de 16 de Janeiro de 1922 a 17 de Dezembro de 1925.
Foi Presidente de Junta de Freguesia do Pombalinho de 16 de Janeiro de 1922 a 17 de Dezembro de 1925.
Faleceu no
Pombalinho a 19 de Fevereiro de 1937, tendo
sido sepultado no cemitério de Salvaterra de Magos.
O Pombalinho, em
reconhecimento por tudo que o fez pelo seu desenvolvimento social, atribuiu o
seu nome à rua em frente à sua casa de habitação, na Quinta do Amador.
Foto António Eugénio
Menezes - Joaquim Pedro de
Menezes
Foto Quinta do Amador - Luís Filipe Santana Júlio
Colaboração no texto - José Carvalho e Bruno Cruz
14 abril 2016
As Casas e as Fontes da Minha Aldeia!
“As Casas e as
Fontes da Minha Aldeia”! Foi este o nome que Joaquim Mateiro escolheu para sua exposição de pintura que teve lugar na Casa
Pedro Alvares Cabral/Casa do Brasil em
Santarém no dia 14 de Abril de 2007. Hoje recordamos esse dia carregado de
enorme simbolismo para o antigo Presidente de Junta de Freguesia do Pombalinho.
Infortunado que foi pelo aparecimento de uma doença que o impossibilitou de
exercer a sua vida em circunstâncias de normalidade, o Joaquim nunca deixou de
procurar outros caminhos que o pudessem valorizar em tudo que tivesse a ver
consigo e com o
seu Pombalinho. Tive o privilégio de testemunhar isso mesmo! A sua
generosidade e persistência na luta contra a desistência eram enormes, porque a vontade de muito querer fazer, mostrar e aprender, estava sempre para além
do seu quotidiano!
A pintura foi a
escolha que o Joaquim fez para preencher
e dar, segundo suas próprias palavras ("pinto por prazer e pela força do destino; mas estes simples mas sentidos trabalhos, vieram trazer à minha vida uma razão para continuar a lutar por ela"), um sentido muito importante aos últimos tempos da sua vida! Na sua casa por onde passei em visitas que lhe
fiz com alguma regularidade, os quadros eram as suas histórias! As histórias da
sua vida! E a história também do Pombalinho! Era contagiante sentir o entusiasmo que punha na forma como me contava sobre a importância que António Vasques da Cunha Portocarrero (Barão
de Pombalinho) teve no desenvolvimento da nossa terra! E da alegria e
felicidade que sentiu por ter contribuído, ele próprio, com um grupo de brilhantes
pombalinhenses pelo ressurgimento do teatro no Pombalinho! O Joaquim viveu e
amou o nosso Pombalinho de uma forma muito especial! A exposição em Santarém,
realizada faz hoje nove anos, foi porventura a sua forma superior e pública de dizer isso mesmo a todos quantos o admiraram na sua dedicação em prol da sua terra! Da nossa terra!
23 março 2016
10 março 2016
Pombalinho histórico!
Recebi em Dezembro último, de João António Motta
Nogueira Freire, um mail de enorme importância para uma
melhor compreensão da história do Pombalinho e porventura um maior conhecimento
de como era socialmente a nossa terra em finais do século dezanove.
Sem me querer alongar sobre o conteúdo do mail, porque
dele e dos respectivos documentos entendemos fazer a sua publicação integral
neste “post” do “Pombalinho” e do qual a seguir vos
damos mostra, aproveito para renovar, agora públicamente, os meus
agradecimentos a João António Motta Nogueira Freire pela amabilidade com que se
disponibilizou no envio do refereido mail e pela simpatia das
palavras que por bem achou endereçar-me. Muito obrigado por isso e um
cumprimento muito especial à senhora, sua Mãe, Maria José dos Reis Motta
Nogueira Freire.
“Boa noite Senhor Manuel Gomes,
Encarregou-me minha Mãe, Maria José dos
Reis Motta Nogueira Freire, de lhe fazer chegar às mãos os
"documentos" que envio anexos.
Dizem respeito ao Pombalinho e à sua
História, tendo sido em tempos enviados ao meu Avô António Augusto Barreiros
Motta por um seu Amigo de Alcanhões.
Decidimos agora enviar-lhos a si - mesmo
correndo o risco de poderem já ser do seu conhecimento - acreditando que possam
ter interesse para as suas pesquisas sobre o Pombalinho. Poderá, claro,
utilizá-los como achar melhor.
Aproveito para lhe endereçar os Parabéns
pelo Blog "Pombalinho" do qual sou um fiel e atento seguidor bem como
os Votos de um excelente ano de 2016,
João António Motta Nogueira Freire”
Folha 4/4
18 fevereiro 2016
Manuel Sabino Duarte "Veca"
Feira Nacional do Cavalo – Golegã / 2005
Feira Nacional do Cavalo – Golegã / 2005
Feira Nacional do Cavalo – Golegã / 2005
Feira Nacional do Cavalo – Golegã / 2005
Veca, figura lendária do Ribatejo
Falecido em
Outubro de 2011, com 85 anos, o famoso equitador e antigo cavaleiro
tauromáquico Manuel Sabino Duarte "Veca", filho de Manuel Gameiro
Duarte e de Maria Albana Barreiros Duarte, tendo nascido no Pombalinho em 9 de
Junho de 1926. aficionado 'de solera' e uma das mais emblemáticas figuras da
tradicional Feira da Golegã, a que nunca faltava, era meu familiar, primo do
meu pai e das minhas tias, pelo ramo materno, de minha bisavó Franc...isca
Maria Barreiros Cachado.
Nascido no
Pombalinho, recebeu a alternativa de cavaleiro tauromáquico em 19 de Setembro
de 1965 numa corrida realizada em Vizeu, apadrinhado por Manuel Conde, mas a
sua carreira nas arenas foi curta, tendo-se dedicado sobretudo à equitação,
desempenhando um importante labor técnico na Coudelaria Nacional no Vale de
Santarém, no apuramento das raças Lusitana e Sorraia.
O júri dos troféus nacionais da revista "Equitação" decidiu atribuir-lhe o seu galardão máximo, o Troféu Carreira. Para os meus amigos que, tal como eu, minhas filas e meus primos António Manuel Pessanha e Joaquim Pessanha, ao Goncalo-Sandra Cunha, todos amantes da equitação, aqui ficam duas fotos de recordação do nosso 'Veca'.
A montar, à portuguesa, o garbo deste homem era perfeitamente lendário. Como calculam, ao recordá-lo, ainda o vejo, não só na Golegã, mas também na 'manga' da vellha Feira de Santarém, à sua passagem, levantando o pessoal que o aplaudia de modo especialíssimo.
O júri dos troféus nacionais da revista "Equitação" decidiu atribuir-lhe o seu galardão máximo, o Troféu Carreira. Para os meus amigos que, tal como eu, minhas filas e meus primos António Manuel Pessanha e Joaquim Pessanha, ao Goncalo-Sandra Cunha, todos amantes da equitação, aqui ficam duas fotos de recordação do nosso 'Veca'.
A montar, à portuguesa, o garbo deste homem era perfeitamente lendário. Como calculam, ao recordá-lo, ainda o vejo, não só na Golegã, mas também na 'manga' da vellha Feira de Santarém, à sua passagem, levantando o pessoal que o aplaudia de modo especialíssimo.
Autor/Fonte do
texto - João Oliveira Cachado
Para outra ligação relacionada, clicar em “Veca”
10 janeiro 2016
Preces para que chovesse, no ano de 1863!
A
publicação de hoje tem a ver com um mail que me foi endereçado por Nuno
Jesus, natural da aldeia de Telhadela, concelho de Albergaria-a-Velha. O texto
com os dois anexos são o que em baixo se publica:
Caro
amigo,
Por
vezes na net surge-nos um nome que por algum motivo nos é familiar, foi o caso
do vosso blog.
Acontece
que o padre de Pombalinho em meados do século XIX era natural da minha aldeia,
Telhadela, Albergaria-a-Velha, dava pelo nome de Manoel Marques Rangel de
Campos. Por mero acaso tenho em meu poder algumas cartas do seu arquivo,
naturalmente quase toda endereçada para Pombalinho. Em anexo, a título de
curiosidade, envio o envelope e a respectiva carta, esta, deliciosamente
pitoresca, pois pede preces para que chova.
Abraço
e parabéns pelo blog.
Nuno
Jesus
22 dezembro 2015
Natal 2015
Um Feliz Natal e Bom Ano Novo de 2016 são os votos do "Pombalinho" a todos os seus
visitantes, nesta quadra natalícia que agora se festeja!
01 dezembro 2015
Casamentos XXI
Casamento de Diamantina Carvalho com Ezequiel Leal.
A cerimónia religiosa realizou-se na Igreja Paroquial do Pombalinho em 25 de Outubro de 1964.
Fotos gentilmente cedidas por Diamantina Leal
05 novembro 2015
Sofia Pinto Coelho e o seu Avô Luís
Em determinada fase da vida deste blog, quando estávamos a tentar historiar a família Braamcamp Freire e a envolvência que teve na vida social do Pombalinho, foi por gesto amável de Sofia Pinto Coelho que nos foi possível fazer a publicação de excelentes fotografias sobre alguns dos seus ascendentes que viveram na quinta da família , na rua Barão de Almeirim. Com o conhecimento desses tão importantes registos, ficamos mais sabedores do Pombalinho e a sua história ficou mais enriquecida! De Sofia, ficaremos sempre, reconhecidos e gratos por tão generosa partilha !
Jornalista da SIC e escritora, Sofia Pinto Coelho está ligada ao Pombalinho por razões familiares. Filha de Carlos Braamcamp Freire Pinto Coelho e de Maria Filomena Mónica e neta de Maria da Madre de Deus Amado Braamcamp Freire (Piinha) e de Luis Egas da Câmara Pinto Coelho . Desde muito nova que Sofia começou a frequentar a quinta do Pombalinho, onde com seus primos e outros familiares mais próximos passava as suas férias de verão. Foi ali que sua avó Piinha nasceu e viveu largos anos da sua vida! Era ali que os seus ascendentes tinham parte da sua história!
No passado dia 23 de Outubro, Sofia Pinto Coelho apresentou, em Lisboa, o seu mais recente livro intitulado " O meu Avô Luis". Amávelmente a escritora endereçou-nos um convite para estarmos presentes, mas por razões alheias à nossa vontade não pudemos corresponder ao seu pedido. De qualquer maneira não queremos deixar de publicamente nos congratularmos com o lançamento do seu mais recente trabalho literário.
" O meu Avô Luis" é um livro extraordinário sobre a vida de Luis Egas da Câmara Pinto Coelho que Sofia Pinto Coelho veio a conhecer mais aprofundadamente, depois de aceder a filmes e outros documentos que constavam do seu espólio. É uma obra de leitura cativante sobre um homem que por amor "renunciou a tudo: à pátria, a Salazar e à família".
Por razões obvias e depois de lermos o "O meu avô Luis" entendemos que por motivações puramente históricas não poderiamos ficar alheios nem porventura deixarmos de realçar neste blog alguns excertos do livro onde o Pombalinho e a quinta da família Braamcamp Freire são referenciados. Contactada para o efeito sobre esta nossa vontade, mais uma vez Sofia Pinto Coelho foi de uma generosidade assinalável por nos ter dado toda a liberdade em termos de publicação sobre o nosso propósito. Os nossos agradecimentos por isso! E por mais uma vez se ter solidarizado com esta nossa causa em prol da história do Pombalinho.
Maria da Madre de Deus Amado Braamcamp Freire, com os seus seis
filhos; José Gabriel, Carlos, Maria Isabel, Luís, Rui Domingos e Duarte.
Maria
da Madre de Deus, com os netos. Sofia Pinto Coelho e Filipe Mónica Pinto
Coelho, no Parque Eduardo VII em Lisboa.
Nota - Por terem tornado
possível esta publicação, aqui deixamos os nossos agradecimentos a Sofia
Pinto Coelho e à editora Guerra & Paz [ www.guerraepaz.net .]
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