12 novembro 2007

Teatro no Pombalinho - VI



Já aqui fizemos referência a esses tempos áureos em que na nossa terra um punhado de gente se predispôs a levar à cena peças teatrais nesses longínquos anos de 1958 e 1959. Sabia-se que essa tradição artística provinha de anos anteriores à década de cinquenta, mas ao "Pombalinho" ainda não tinha sido possível publicar testemunhos fotográficos que retratassem esses inolvidáveis tempos que levaram bem alto o nome do Pombalinho. Hoje é com enorme alegria e porque não dizê-lo, também com muito orgulho, que possibilitamos a todos os visitantes deste espaço, o prazer de poderem apreciar estas fantásticas fotografias de gente que depois do desempenho das suas profissões ainda tinham disponibilidade para enobrecer artisticamente o Pombalinho. Recordá-los, pois, é um acto de justiça que lhes poderemos fazer e que eles estou certo, bem merecem!






No verso desta fotografia está referenciada a data de 09 de Maio de 1944 e "Grupo da Récita do Pombalinho". Da esquerda para a direita e de pé podemos reconhecer, Joaquim Melão, Joaquim Alfaiate, Rui Borges, Veríssimo Duarte, Manuel Gomes, Francisco Duarte, Manuel Galvão, José Correia Presume, Diamantino Carvalho, e Arnaldo. Na frente e segundo a mesma ordem, Olímpia Borges, desconhecida, Ana Maria, Ema Braga, desconhecida e Gertrudes Cunha.









Descrição no verso desta fotografia: 09 de Maio de 1944 - 3 raprioqueiros - Recordação do Grupo da Récita do Pombalinho. Reconhecem-se da esquerda para a direita: Joaquim Melão, Ema Braga e Francisco Duarte.








Veríssimo Duarte e Manuel Gomes.








Descrição no verso da fotografia: 09 de Maio de 1944 - Cena da Flôr da Aldeia, Mrs. Cangireau e Zuquinho. São eles, Manuel Galvão e Francisco Duarte.







No verso da fotografia está descrito: 09 de Maio de 1944 - Recordação da Récita em Pombalinho - Cego e Madrinha. São eles o Arnaldo e a Ema Braga.



Colaboração fotográfica – Maria Luísa Narciso Duarte




2 comentários:

Luis Eme disse...

Esta reportagem vale ouro...

MGomes disse...

Não tanto assim..., mas que é um autêntico tesouro da história desta terra, não tenho dúvidas!!!

Um Abraço