15 março 2007

Folclore - 1

É muito gratificante sentirmos que este espaço, desde que foi criado, adquiriu uma dinâmica de publicação muito regular, ultrapassando, modestamente, as expectativas mais optimistas aquando da sua criação no mês de Setembro de 2005. Por isso nunca é demais de realçar a valiosíssima colaboração prestada por um grupo de conterrâneos que desde a primeira hora, muito têm contribuído para a consolidificação deste projecto, em construção, sobre a História do Pombalinho.

 Hoje damos mais um bonito exemplo do que acabo de escrever! Perante a recente publicação de algumas imagens referentes ao último Rancho Folclórico existente na nossa aldeia, o nosso amigo Guilherme Afonso abriu-nos mais uma excelente página histórica sobre o folclore no Pombalinho, historiando simultaneamente de uma forma muito própria, o retrato sentido desses tempos e dessas gentes que representaram tradicionalmente a nossa terra.

 E é para esse registo fotográfico que chamo a vossa atenção e já agora porque não, recuarem um pouco no tempo e relembrarem toda esta gente que há mais de cinquenta anos se voluntariaram em mais uma demonstração de apego e carinho ao nosso Pombalinho.


 
Nesta fotografia registada no dia 22 de Fevereiro de 1955 em frente à Igreja Matriz do Pombalinho, conforme inscrição no verso da mesma, podem-se reconhecer de entre outros, o José Afonso, o António Rufino, o Francisco Sousa (Mação), o José Bacalhau, o Manuel Condeço (Rato), o António Maria, o Isidoro, o Carlos Cordoeiro, o António Bento "Charola", o José Maria dos Santos, o Diamantino Teixeira, o Acácio, o Joaquim Fataça e as senhoras, Maria Alice Correia, Ema Correia Minderico, Elvira Cordoeiro, Josefina, Helena Catita, Silvina Bacalhau, Luisa Barreiros, etc...


Nesta pose, da Josefina, podemos apreciar mais em pormenor as vestes deste Rancho Folclórico de 1955


Para texto mais elucidativo sobre a história dos Ranchos Folclóricos que existiram nestes anos cinquenta no Pombalinho, clique AQUI

Colaboração Fotográfica e Dados Históricos_Guilherme Afonso
Texto_Manuel Gomes


 

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