Para consultar a escritura original em formato PDF, clicar em Pombalinho Documental
10 outubro 2008
Escritura da antiga Escola Primária
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06 outubro 2008
Energia eléctrica no Pombalinho!
30 setembro 2008
Costureiras I
24 setembro 2008
Rua Barão de Almeirim em 1996!
22 setembro 2008
Cartões de identidade!
Cartão de identidade de João Nunes, como Tesoureiro da Junta de
Freguesia do Pombalinho no ano de 1960.
17 setembro 2008
Atestado de pobreza!
09 setembro 2008
Ponte Fernão Leite II
04 setembro 2008
A carroça!
23 agosto 2008
Barão de Pombalinho
Vinha em nossa procura para nos guiar. Seguimo-lo.”
16 agosto 2008
1º Barão de Almeirim
25 julho 2008
Mascarilhada em 1900!
21 julho 2008
Trabalho na eira em 1911!
A Casa dos Arcos, a que se refere Fernando F Barreiros, suscita do Joaquim Mateiro também o comentário de que “ só foi sede da Junta de Freguesia em 26 de Setembro de 1977 quando foi doado o edifício pelo senhor Manuel João Barbosa e sua esposa Dona Maria Manuela Coimbra Barbosa durante a presidência de Francisco Brás Barrão Júnior”, não deixando de realçar ainda sobre a fotografia “ ...estou atento a todos o s pormenores como sempre, vejo as máquinas, as pessoas, o monte e os sacos de trigo, as forquilhas e as pás, o carro de bois com um grande barril de água para alimentar a máquina a vapor, o edifício da antiga Escola Primária, a casa dos Arcos como lhe chama o nosso Amigo Fernando Barreiros, onde residia o seu avô....”
17 julho 2008
Trabalho na eira!
12 julho 2008
Uma questão de ética!!!!
03 julho 2008
Pombalinho em 1900!!!
25 junho 2008
Rancho da Adega
Tempos
houve em que durante largos meses do ano uma considerável parte da população
activa do Pombalinho, trabalhava exclusivamente no amanho das vinhas e no seu
acompanhamento até à produção do tão famoso néctar extraído das cepas que
proliferavam em enormes extensões pelos campos da nossa terra. Quase todas as
casas agrícolas faziam depender da produção do vinho uma das suas grandes
fontes de receitas e a paisagem agrícola dessas imensas áreas de vinhedos que
então existiam, era substancialmente mais equilibrada quando comparada com a de
hoje! As searas de produção maciça do milho vieram agravar a questão da
monocultura e deixam-nos a níveis de observância tão baixos que o prazer de
podermos usufruir das paisagens de campos cultivados da nossa terra em certas
alturas do ano, se tornou numa verdadeira miragem!
Mas enfim, o tema de hoje é adegas e na verdade muitas existiram no Pombalinho em tempos não muito distantes, contribuindo para uma vida social muito diferente e dando um movimento à nossa terra que só de lembrarmos as quantas vezes que sorrateiramente fintávamos o boieiro para tirarmos um belo cacho de uvas das dornas que seguiam no carro pachorrentamente em direcção ao lagar, nos arrepia a alma! Existiram a funcionar em pleno, as adegas das famílias Menezes e Canavarro ali na rua Joaquim Piedade da Silva, uma outra na Rua de Santo António, outra mais recente no cruzamento da Rua 5 de Outubro com a Rua António Eugénio de Menezes, a Adega Nova na Estrada Real ( assim chamada por ser de construção recente em relação às então existentes) e outras mais de reduzidas dimensões quando comparadas com estas mas onde igualmente se fazia vinho em quantidade que superava largamente as necessidades familiares.
Estas
fotografias que escolhi para ilustrar esses tempos vividos ainda bem longe da
mecanização que hoje predomina nos campos agrícolas, foram gentilmente cedidas
pelo Guilherme Afonso em 25 de Maio de 2007 com opinião um pouco crítica quanto
à insuficiente qualidade das mesmas! Pois bem, elas aqui estão..., independentemente
de terem ou não a qualidade desejada, o que importa mesmo é que se fale da
nossa terra e das suas histórias, fazendo jus à ideia de que “nenhum futuro se
constrói sem memórias!” Nós tentaremos seguir por aí!
Esta fotografia foi registada por Guilherme Afonso na Adega Nova
em 3 de Outubro de 1949. De entre outros, reconhecem-se A. Vieira, João Cunha,
Alfredo Girão (encarregado dos Meiras), Júlio Lopes, Júlio Cleto, Joaquim
Inácio, Joaquim Abadeço, José Sobreiro, Manuel Pombo, Manuel Mira, Francisco
Gaião, Ricardo Maria, Artur Maria, Joaquim Anastácio, Joaquim Ludovina e José Justino.
Fotografia também tirada em 03 de Outubro de 1949. Da esquerda para a direita, Manuel Pombo, Guilherme Afonso e José Sobreiro.
21 maio 2008
Maioral Angelino!
Esta
fotografia foi-me oferecida por uma daquelas pessoas que dificilmente deixará
de figurar no percurso histórico da minha juventude! Um dia destes, num
encontro fortuito que aconteceu no restaurante “Bacalhau”, chamou-me à parte e
disse-me:
Manel, tenho em minha casa umas fotografias que talvez possam ter algum
interesse para publicares na internet. É evidente que dali já não saí e pouco
depois na minha frente, enquanto acabava de almoçar, lá estava o nosso amigo
com um envelope de correio de onde começou a retirar verdadeiros tesouros
fotográficos que me deixaram completamente embevecido de alegria. Fiquei
entusiasmadíssimo, pois a aventura de contar histórias sobre o Pombalinho,
tinha-a iniciado muito recentemente e agora ali à minha inteira disposição
estava material que em muito me poderia ajudar na continuação deste projecto
sobre a nossa terra.
Inseri a primeira fotografia em 21 de Fevereiro
e depois outras ao longo do ano de 2007 mas uma delas sempre foi ficando para
trás, como se motivo faltasse para uma sua justificada publicação. Mas hoje
quando a olhei de forma diferente e a li como antes o
não tinha feito, verifiquei o óbvio: a vida é realmente feita de ligações tão
fortes que imerecidamente nos esquecemos dos potenciais valores que encerra
neste admirável mundo em que vivemos e esta fotografia que acabara de
contemplar é um testemunho exemplar de relacionamento afectivo em hora de dar e
receber, numa ligação de vida entre o ser humano e outras espécies animais.
Pena é que devido à industrialização demolidora da vida agrícola dos nossos
campos, imagens destas sejam cada vez mais raras nos dias de hoje!
No
verso da fotografia está manualmente escrito a seguinte informação: "maioral
Angelino, avô da Aurora , ano 1921".
























