17 fevereiro 2021
08 fevereiro 2021
07 dezembro 2020
Pombalinho em poesia, por Irene Conde!
Belíssimo
poema sobre o Pombalinho, da nossa Amiga e conterrânea, Irene Conde, publicado
na sua página de FB.
20 novembro 2020
Guilherme Afonso, "todos precisamos de qualquer jogo"!
Nota – Este artigo de opinião,
alusivo à passagem da data de aniversário de Guilherme Afonso, foi-nos
partilhado pelo seu filho Carlos dos Santos, a quem agradecemos por isso a sua simpatia e
generosidade.
04 setembro 2020
31 agosto 2020
26 agosto 2020
27 julho 2020
O último barbeiro do Pombalinho!
SER
BARBEIRO E NÃO GOSTAR DE O SER..., ou uma simples e breve história de vida!
De Raúl Pica Sinos recebemos um maravilhoso texto sobre uma
breve conversa que ocasionalmente este nosso amigo teve com Heliodoro da Silva
Bacalhau, mais conhecido por “Sevilha”, na sequência de uma sua ida à barbearia
daquele que poderá ser o último neste ofício no Pombalinho. Começa assim o
admirável diálogo:
RPS - Meu amigo, esta cadeira cheia de velhas e
muitas histórias bem poderia honrar o jardim da aldeia se lá pudesse ser colocada!
HSB - Essa ideia já vem tarde, o Dr. Luís Filipe,
vereador da Camara Municipal da Golegã e Ex-Presidente da Junta, já a pediu. Pode
ter a certeza, quando as mãos me tremerem, essa honra ser-lhe-à feita.
RPS - Já sentado, vejo refletido no espelho o
constante movimento dos seus velhos dedos, segurando o meu cabelo em mechas, com
vistas ao corte certo da inigualável tesoura. E quase em surdina oiço-o dizer:
HSB - Vou fazer-lhe uma confidência: quando na
adolescência, tinha para aí cerca de 12 anos, então aprendiz numa barbearia do
José Reis, situada na vizinha aldeia onde Saramago nasceu, estava longe de imaginar
que ser barbeiro era a profissão que viria a abraçar para a vida. Confesso que
muito mais tarde, foram muitas as noites que sobre o travesseiro as duvidas me
sobressaltaram.
RPS - Sem o interromper, ouvia-o com curiosidade. Era
notória a necessidade de desabafar.
HSB - Oiça, enquanto aprendiz, o talento do mestre,
o meu subsequente entendimento para a aprendizagem originou, com a ajuda do meu
pai, começar a trabalhar por conta própria, em casa alugada, na Rua Manuel Monteiro
Barbosa no Casal do Campo com a idade de 15 anos.
RPS - Corria então o ano de 1958.
HSB - O trabalho era coisa que não faltava para as
quatro barbearias então existentes no Pombalinho. Aos sábados a clientela não
faltava. O Veríssimo tinha a sua situada no cruzamento das ruas 5 de Outubro
com António Eugénio de Menezes. Acumulava com a arte, alguns serviços de enfermagem.
A do Carlos Cavaco, estava lá para o largo da igreja e a do António “Barbeiro”,
estava situada na rua Barão de Almeirim, mesmo em frente à fonte do mesmo nome.
RPS - Acrescentando:
HSB - Aos vinte anos veio a tropa. Com o
desenvolvimento da guerra colonial fui (como milhares de outros jovens)
mobilizado, com a especialidade de soldado barbeiro para Angola. Quando voltei,
abracei de novo a arte. Fui trabalhar a “meias” com o já idoso António
“Barbeiro”. Tomando, um pouco mais tarde, a barbearia por trespasse a troco de
lhe cortar o cabelo e fazer a barba enquanto fosse vivo.
Os apuros eram
satisfatórios. Por lá fiquei largos anos. Mas jovem e irrequieto, estar preso
entre quatro paredes em pé horas a fio, a rotina do trabalho, ouvir repetidas
vezes as mesmas anedotas, os mesmos gracejos, ouvir as “boas novas já velhas da
aldeia” ter que opinar sobre conversas sem ter vontade para tal, começava a ser
um tormento.
Certo dia, já na
casa dos 30 e tal anos, um dos meus clientes, o agricultor Manuel Gamarales, chamou-me
à razão e disse-me que eu já tinha idade para me casar e constituir família. E
que uma sua ex-empregada, moradora para os lados do Pombal, era uma boa
rapariga, trabalhadora e muito responsável! Devias de a conhecer e de lhe
escrever, disse-me ele, e deu-me a sua morada.
Assim fiz. Escrevi-lhe
uma carta a contar-lhe os meus mais honestos propósitos. O encontro foi na
estação do caminho-de-ferro em Pombal. Casamos pela igreja na aldeia Santiago
da Guarda em Ansião. Tinha eu então 38 anos.
Pouco tempo
depois, passei todo o aparato da loja da Rua Barão de Almeirim para uma parte
da nossa casa na Estrada Real. Deixei toda aquela azáfama e procurei outra vida
profissional. Trabalhei em várias empresas e em diversas profissões: na fábrica
de carnes em Rio Maior, na fábrica de confeções em Santarém, na Junta Autónoma,
como pastor, maltês, passando a ser barbeiro apenas aos fins-de-semana, ou na barbearia
Moderna em Santarém, quando me solicitavam.
Hoje, já
reformado, trato da minha horta que é grande e aparo alguns cabelos,
graciosamente ou a troco de um “café,” quando os amigos me pedem. Não estou
nada arrependido.
Não esqueço e
estou grato ao cliente que me deu a morada daquela que foi a mulher da minha
vida.
Pombalinho, 25 de
Julho, de 2020
Raúl Pica Sinos
Raúl Pica Sinos
20 julho 2020
Família Condeço
Da
esquerda para a direita, Inês Dias
Condeço, Luísa Dias Condeço, Maria Dias Condeço e João Dias Condeço.
Fonte
– João Condeço
01 julho 2020
23 maio 2020
Hermínio Simões
Agradecimentos a Manuel
Lopes do “O Riachense”, pelo envio do exemplar
de 20-Maio de 2020, no qual foi publicado este interessante artigo sobre a vida do
nosso conterrâneo Hermínio Simões. Sabíamos da atribuição recambolesca do seu
nome à rua 1º de Dezembro, no Pombalinho, e também de como tinha terminado a
sua vida. Com esta excelente pesquisa jornalística, ficamos conhecedores um
pouco mais da personalidade de quem, por resistir, acabou por ser vítima das atrocidades criminosas da polícia política do antigo regime.
21 março 2020
Leonardo Bento
Leonardo
Maria Bento.
Filho de Albertina e Joaquim Bento.
Filho de Albertina e Joaquim Bento.
Nasceu a 08-Jul-1940 e faleceu a 05-Jul-1995.
25 novembro 2019
A "minha" Aldeia do Pombalinho!
A TROCA DE VIDA DA
GRANDE CIDADE PELA ALDEIA, FOI UM SONHO
ANTIGO QUE SE TORNOU REALIDADE.
Foi num outono, a
época do ano escolhida para trocar a azáfama da grande cidade pela calma e sossego
da aldeia do Pombalinho, situada em pleno coração do Ribatejo. A recuperação
física, a tranquilidade da mente e a luta por uma melhor qualidade de vida, conferiram
em muito as razões para a mudança. Mas não só. Não me custa reconhecer que o
pensamento era antigo. Ao longo dos anos, quando me ausentava da capital em
momentos mais frenéticos, saltava ao meu pensamento a vida na aldeia. As suas
gentes, os seus usos e costumes, os verdejantes campos, o silêncio diurno e nocturno,
o acordar com o chilrear da passarada, o cantar dos galos e o calor da lareira
em dias de inverno, tudo me fazia sentir saudades em crescendo e com a enorme
vontade de nela viver. E assim de facto acabou por acontecer.
TUDO TEM UM INÍCIO
Corria o ano de
1962. Era verão. No Calhariz de Benfica, em Lisboa, na casa daquele que viria a
ser meu sogro, sentado na sala reservada às refeições, era chegada a hora do
almoço para o qual eu tinha sido convidado. À mesa, a minha conversada Maria
Emília, D. Adelaide sua mãe e o chefe de família, o Sr. José Luís. Quando a
comida já fumegava na mesa, o chefe de família, olhando para mim, diz-me em tom
quase paternal:
…Já namoras com a minha
filha há cerca de dois anos. Eu e a minha mulher temos vindo a pensar que chegou o
momento de te dar a conhecer e apresentar à restante família no Pombalinho. É a
terra onde nascemos, crescemos e constituímos família. Se bem que a Maria Emília
tenha nascido numa quinta vizinha, em Mato do Miranda. E acrescentando sem
rebuço:
…Mas ficas desde
já avisado, para evitar os falatórios, não quero que andes de braços-dados, ou
com braço por cima dos ombros da rapariga, quanto muito de mãos dadas. A
chamada de atenção tinha a ver com a postura perante as gentes da aldeia.
Humildes é certo, educadas e trabalhadoras, mas à época, não era difícil de se
verem criticas aos os usos e costumes dos adolescentes das grandes cidades.
A VIAGEM
O momento
destinado à apresentação da família (a data não posso precisar) foi num fim-de-
semana, no verão desse ano. Na manhã de sábado, a partida do comboio da estação
de Braço de Prata, em Lisboa, foi bem cedo. Acomodado, meu olhar perdia-se na
paisagem que o caminho mostrava. O encanto do rio Tejo acima, terras ali-e-aqui
cultivadas, os pregões das vendedoras em apoio aos passageiros em algumas das
estações, tudo me extasiava. As duas horas do percurso foram feitas num ápice. Apeados
na estação de Virtudes/Mato Miranda, suportando as malas e demais bagagem, fizemo-nos
estrada fora, ladeada a maior parte por plantações de milho, trigo e extensos olivais.
O Pombalinho estava a três quilómetros.
OS “VIVAS” À MINHA
ESPERA
Na recepção, o viúvo, o Sr. Jerónimo, a Sr.ª Emília Serra e o Sr. Manuel Calado, seu marido, respectivamente
o pai, a irmã mais velha e o cunhado do meu
futuro sogro. Sorridentes estendem-me as suas mãos calejadas para me
cumprimentarem. O convidado é alvo de regozijo de todos. Mas o momento mais
alto estava para chegar. Era habitual os “cafés” e as tabernas serem
frequentadas pelos trabalhadores ao final da jorna. Sendo certo que aos
fins-de-semana, a azáfama era maior, o vinho jorrava com mais abundância, as
conversas sucediam-se, o fado à capela estava sempre presente:
Num
desses estabelecimentos, perto do largo da igreja, já no final da tarde, na
presença de outros familiares da Maria Emília, sobretudo primos, o seu tio
Manuel Calado, entusiasmado, não deixava que o meu copo ficasse vazio de vinho
branco, a tal ponto que só terminei de beber e de dar cumprimento ao “ritual”,
tarde demais!
Valeu-me o Emídio Narciso,
marido de uma prima da Maria Emília, a Natália Narciso que, se deu trabalho de
me segurar e amparar até casa no “porta bagagens” da sua bicicleta, Aqui, o Manuel
Calado, sorrindo, depois de mais um ou dois “fados”, insistiu na ajuda na
lavagem dos meus pés, no grande tanque existente no quintal. A cama estava por
perto. No dia seguinte, domingo, dia do retorno para Lisboa, sentia algum
mal-estar por via das
náuseas, da dor de cabeça, e das tonturas que teimavam em não parar. Tal não
foi a ressaca! Contudo deu para verificar quanto satisfeitos estavam todos por
me ter conhecido! Ao contrário, o José Luís, pai da Maria Emília, ficou fulo
quando constatou o novo tom da recente pintura no corredor da casa por via do
“néctar vomitado”, afirmando:
…Da próxima vez
que vieres ao Pombalinho, não te esqueças de trazer do teu emprego a tinta "Robbialac" necessária para pintares o corredor.
O casamento com a
Maria Emília Santos Luís Pica Sinos realizou-se nesta aldeia do Ponbalinho em 4 de Maio de 1969.
Pombalinho, 21 de
Novembro de 2019
15 julho 2019
Ezequiel Andrade Leal
O tempo contribui, inevitavelmente, para que as memórias fiquem cada vez mais distantes e silenciosas! Há mesmo até quem as defina como janelas temáticas que são criadas para nos recordarmos posteriormente de algo que nos aconteceu. Só que em muitos casos, quando solicitadas para o efeito, muitas delas já estão… completamente fechadas! Resta-nos, nestas circunstâncias, os registos fotográficos ou documentais, que fomos guardando e que no presente têm um
valor de enorme significado testemunhal de acontecimentos que de certa forma acabaram
por ser marcantes no percurso das nossas vidas.
Pode ser o caso,
ou não, a propósito destes valiosos registos do nosso conterrâneo e amigo, Ezequiel Andrade
Leal ! Fica no entanto o nosso orgulho, que é o de poder partilhar ilustrações da sua passagem como militar em Angola. A primeira das três é o Bilhete de
Identidade referente à sua incorporação militar
no Regimento de Artilharia AntiAérea Fixa, em 1 de Julho de 1959. A segunda é uma
fotografia (Ezequiel é o condutor do veículo) de um desfile de tropas em
Luanda, no dia 1 de Novembro de 1961 , vindas
da Metrópole a bordo do paquete Vera Cruz. E a terceira e última, um
documento do então Rádio Clube Português, a informar a família do Ezequiel Leal
sobre uma sua mensagem radiofónica, que iria
ser transmitida em 2 de Setembro de 1961.
Colaboração – Bruno Cruz e Ezequiel Andrade Leal.
20 maio 2019
Manuel Duarte Vieira
Manuel
Duarte Vieira, filho de Augusto Justino e de Virgínia Duarte, nasceu a 20-Mai-1929.
Contraiu
matrimónio com Gracinda Maria Duarte, do qual resultou o nascimento de três
filhos: António Manuel Duarte Vieira, Perpétua Duarte Vieira e Maria Albertina Duarte Vieira.
Faleceu
a 29-Jul-1989.
Colaboração de
texto e foto – António Manuel Vieira
06 março 2019
Noémia Pedroso Barreiros
De Fernando Furtado Barreiros recebemos a seguinte comunicação que passamos a transcrever:
Caro Manuel Gomes
Espero que esteja de boa saúde e disposição.
Hoje contacto-o para comunicar que
faleceu no passado dia 21 de Fevereiro, com quase 100
anos, faleceu a minha tia Noémia, na sua casa de Lisboa, vitima de doença
prolongada.
Nasceu a 29 de Maio de 1919, no Pombalinho. Era filha
de Júlio José Barreiros, farmacêutico e de Aurora Machado Pedroso, professora
do ensino primário que durante alguns anos aqui exerceu na escola local.
Noémia completou a Instrução Primária no Pombalinho,
passando a deslocar-se diariamente a Santarém para frequentar o Curso dos
Liceus, até concluir o 5º. ano. Continuou os seus estudos em Lisboa onde
concluiu o 7º. ano e fez o Exame de Estado de professora do ensino primário,
iniciando uma carreira que a levou a inúmeras povoações dos distritos de
Lisboa, Setúbal e Évora.
Um abraço do
Fernando Barreiros
O Pombalinho endereça as mais sentidas condolências a Fernando F Barreiros.
O Pombalinho endereça as mais sentidas condolências a Fernando F Barreiros.
07 fevereiro 2019
História do Toureio em Portugal
Na história do Pombalinho não faltam referências a
acontecimentos tauromáquicos que ao longo dos tempos se foram realizando, umas
vezes em cumprimento de programas das suas festas anuais, outras por iniciativa
de grupos de aficionados da região.
Uma das touradas que ficou
célebre no Pombalinho, e por isso mesmo relembrada de geração em geração, foi a
realizada no Pateo do Neto em Janeiro de 1824. Teve a particularidade de ter
tido entre a numerosa assistência a presença de El Rei D. Miguel. O jornal Correio do Ribatejo na sua
edição de 17 de Dezembro de 1966, referindo-se a este acontecimento num
interessante texto da autoria de V.A., enaltece a coragem do monarca que num
acto de rara valentia salvou de eminente colhida, de um touro enraivecido, um
cavaleiro que se havia precipitado na lide e caído da sua montada.
Neste tradicional ambiente vivido à volta da festa brava no
Pombalinho, não quiz o autor do livro " História do toureio em
Portugal", edição de 1907, ter deixado de se referir a esta terra
ribatejana depois de apurado trabalho de selecção sobre o tema em publicações e
livros da época.
19 abril 2018
Teatro ao Deus Menino em 1861!
Um grupo de
cidadãos do Pombalinho pensou comemorar o nascimento do Deus Menino, na forma de representação teatral, por ocasião da quadra Natalícia que então se vivia. O Pároco em exercício na paróquia, indignado com tal atitude, manifestou de
imediato ao Vigário Geral de Santarém a sua preocupação sobre a eventual realização do evento, chegando mesmo ao ponto de adjectivar de escândalo em contexto religioso. A gravidade da situação era tal, no entendimento do Paróco Manuel Marques Rangel de Campos, que não deixou de considerar até a necessidade de uma consulta/parecer ao Administrador do Concelho.
É certo que se vivia no ano de 1861, imaginemos por isso o ambiente desse Natal que não terá sido para este grupo de Pombalinhenses! Ficaram no entanto, para que os pudessemos recordar pela inicitiva tomada, os documentos que se anexam.

27 fevereiro 2018
Mouchão dos Coelhos
Mouchão dos
Coelhos foi uma propriedade que existiu no leito do Tejo, entre o Pombalinho e
Vale de Cavalos. Limitava-a, um braço do Rio que ao entrar na sua margem esquerda circundava esta pequena parcela de
terreno em forma de ilha e a separava do restante território. [ Fig 1 ]
Mouchão dos
Coelhos pertenceu juridicamente ao Pombalinho até finais do século dezanove. Um porto existente permitia às
populações, de ambas as margens do Tejo, fazer as travessias de barco sempre que fosse necessário para o
transporte de bens e pessoas. [ Fig 2, 3 e 4 ]
A 2 de Dezembro de 1886 e ao abrigo de um projecto nacional de
divisão paroquial, Mouchão dos Coelhos foi desanexada da antiga freguesia de
Santa Cruz do Pombalinho e incorporada na de
Espírito Santo de Vale de Cavalos no concelho da Chamusca. [Fig.5 ]
A Comissão
Concelhia, então criada para o efeito, fundamentou as razões da desanexação
devido às dificuldades dos habitantes do Mouchão dos Coelhos de poderem assistir aos actos religiosos na igreja do Pombalinho, por ocasião das inundações do Tejo, assim como também
na impossibilidade de lhes serem administrados prontamente os devidos socorros
em consequência das suas necessidades espirituais. [ Fig. 5 ]
Como nota final, a
justificação conclusiva que presidiu à sustentação do deferimento do decreto, assinado
pelo ministro e secretário de estado dos
negócios eclesiásticos e de justiça:
“atendendo às informações havidas, pelas quais se mostra que a providencia reclamada é de toda a conveniência, e que a pretendida desanexação não obstará a que a freguesia de Santa Cruz do Pombalinho possa subsistir como paróquia independente.” [ Fig. 5]
“atendendo às informações havidas, pelas quais se mostra que a providencia reclamada é de toda a conveniência, e que a pretendida desanexação não obstará a que a freguesia de Santa Cruz do Pombalinho possa subsistir como paróquia independente.” [ Fig. 5]
Fig. 1
Fig. 2
Fig. 3
Fig. 4
Fig. 5
Ligação 1 - Decreto21Abril1862
Ligação 2 - MemóriasdoGuilherme
Ligação 3 - Mouchão
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