25 agosto 2009

Completamos 4 anos!






Faz hoje precisamente quatro anos que iniciamos esta aventura de contar histórias sobre o Pombalinho e as suas gentes!

Partir à descoberta de um Pombalinho por contar e incompreensívelmente longínquo do conhecimento de muitos de nós, foi um desafio a que nos propusemos com muita dedicação e também alguma dose de inconformismo!

De uma natural expectativa criada, queríamos aprofundar a identidade dos pombalinhenses! E por isso, moveu-nos a vontade de redescobrir caminhos percorridos pelos que nos antecederam na edificação desta bonita e simpática aldeia ribatejana!

Sabíamos de quem tivesse contribuído para a construção daquilo que é hoje o Pombalinho! E das motivações que, para num feliz abraço à vida, terem escolhido esta esta terra como horizonte dos seus destinos!

Era importante que os conhecêssemos, que fossemos mais longe na divulgação dos seus méritos ou de simples, mas não menos importantes, dedicações em prol da comunidade! Para isso, sensibilizamos vontades e acedemos a importantes registos documentais sobre a vida de homens e mulheres que enquanto trabalhavam afincadamente no equilibrio social das suas famílias, ainda lhes sobrava tempo e alma para se dedicarem, ao folclore, ao teatro ou ao desporto, e deste modo contribuírem para a edificação social do Pombalinho!

Por isso prestamos aqui neste espaço, reconhecimentos a pessoas que julgamos de referência pelo que fizeram em áreas de bem estar e desenvolvimento sociais tão importantes, como a saúde, o ensino e a cultura!

Quatro anos depois, podemos orgulhosamente reconhecer que alguns degraus já foram alcançados desta desafiante escadaria que é a história do Pombalinho e um pouco da história de todos nós!

Pensamos obviamente que muito está ainda por fazer a favor da nossa terra, e que a continuidade deste projecto necessitará sempre do apoio dos seus actuais e antigos residentes que com interresse se têm disponibilizado no abrir dos baús das suas memórias! E aos quais manifestamos todo nosso apreço e gratidão pelo que de valioso tem contribuído para a consolidação deste espaço.

Continuemos pois então a manter a bandeira das convicções pombalinhenses, hasteada bem lá no cimo e a valorizar este pequeno mas importante património histórico em benefício de uma memória colectiva da qual todos nos devemos orgulhar!


Texto de Manuel Gomes
Colaboração de Bruno Cruz 


NOTA - Este texto foi escrito em 30 de Julho e ficou agendado em "piloto automático" para ser publicado hoje, dia 25 de Agosto de 2009. 





12 agosto 2009

Manuel Monteiro Barbosa





Manuel Monteiro da Silva Barbosa nasceu na freguesia de Atalaia, concelho de Vila Nova da Barquinha, no ano de 1892.

Fixou-se na Quinta da Melhorada a trabalhar para João D’Assumpção Coimbra vindo a casar com Maria da Assunção Coimbra, filha deste abastado proprietário. Deste matrimónio descende um filho que nasceu a 21 de Outubro de 1925 e a quem foi dado o nome de Manuel João Coimbra Monteiro Barbosa.





Manuel Monteiro Barbosa com seu filho Manuel João, na feira da Golegã.



Manuel Monteiro Barbosa foi proprietário de imensas terras na região, entre as quais a Quinta da Melhorada que herdou do sogro, fazia também criação de cavalos, que eram a sua grande paixão.
Residiu onde hoje é a sede da Junta de Freguesia, tendo sido seu presidente no período de 07 de Janeiro de 1938 a 07 de Janeiro de 1942. Num acto de elevada benemerência, doou o edifício às autoridades locais do Pombalinho.

Seu nome consta da toponímia do Pombalinho.



Fotos gentilmente cedidas por Manuel João Coimbra Monteiro Barbosa e sua esposa DªMaria dos Anjos Coimbra Barbosa.
Pesquisa de Bruno Cruz.



10 agosto 2009

Casa anexa à Igreja Paroquial!




"Cópia=Auto de entrega=Aos vinte e oito de Novembro de mil novecentos e trinta e um neste lugar e freguesia do Pombalinho, deste Concelho de Santarém, onde eu António Manoel Baptista, Comandante da Polícia especialmente assim acompanhado do Secretário deste Comando de Polícia José Franco das Neves Júnior, para efeito de dar cumprimento ...



Assim começa o documento redigido pela Polícia Cívica do Distrito de Santarém, que formaliza a entrega da casa anexa à igreja paroquial, às entidades oficiais do Pombalinho. O aspecto porventura que maior curiosidade despertará ao lermos hoje este documento, foi o destino a ser dado à sala depois de realizadas as necessárias obras de melhoramentos! Mas vamos ao restante teor de mais um importante documento para a história do Pombalinho!

 




... ao ofício do processo número treze mil seiscentos e trinta e dois, livro número quatorze a folhas número duzentas e vinte e nove, primeira secção de vinte e três de Novembro último, da Comissão Jurisdicional dos Bens Culturais e fazer entrega à Junta da referida freguesia do Pombalinho, composta dos cidadãos Joaquim Gonçalves Ferreira, Francisco Maria Borges ...






... e António Carvalho, de uma casa junto da igreja paroquial da citada freguesia do Pombalinho, para ser aproveitada para sala de sessões e guarda do arquivo, com a condição de a referida Junta aqui proceder às obras necessárias para completa reparação da casa e com a obrigação de fazer uma escada que dê acesso ao púlpito da igreja paroquial e cuja casa confronta do Norte com a rua pública do Sul da igreja, do Nascente com o cemitério velho e do Poente com a rua pública. e para constar se lavrou o presente auto que depois de lido vai por todos assinado: eu José Franco das Neves Júnior, secretário do Comando que o ruberevo e assino= ...








... (aa) António Manoel Baptista, Joaquim Gonçalves Ferreira, Francisco Maria Borges, António Carvalho José Franco das Neves Júnior.
Está conforme = Secretário do Comando da Polícia de Segurança Pública do Distrito de Santarém , 26 de Janeiro de 1932 = O Secretário do Comando assinatura "



Documento gentilmente cedido por Luís Filipe Júlio

Colaboração de Bruno Cruz






08 agosto 2009

Rua Carolina Infante da Câmara



Antiga fotografia da Rua  Carolina Infante da Câmara.




Foto amávelmente cedida por Manuel João Coimbra Monteiro Barbosa.
Colaboração de Bruno Cruz





29 julho 2009

Retratos XI





No verso desta fotografia está escrita a seguinte dedicatória: "A meus tios e primos, ofereço." Elvas 03 de Agosto de 1908 - Manuel da Silva Freire.




Foto gentilmente cedida por Víctor Reis. 





20 julho 2009

Festas em 1914 !


Nesta época do ano que atravessamos, continua a ser tradicional a realização das festas populares! O principal objectivo destes eventos é naturalmente proporcionar às populaçoes um ambiente festivo onde estas  possam dar largas às suas alegrias de acordo sempre com programas apropriadamente concebidos. Mas também para as organizações para realizarem receitas provenientes das popularizadas quermesses ou até de dádivas particulares, sendo o destino destes proveitos financeiros para melhoramentos a favor da comunidade ou no imediato, para a compra de algum equipamento mais necessitado e urgente. Nestas Festas de 1914 realizadas no Pombalinho nos dias 27, 28, 29 e 30 de Junho, assim foi! O produto resultante da receita, imagine-se, foi para aquisição de uma bomba para extinção de incêndios.






Foi notícia no Correio da Extremadura de 20 de Junho de 1914 a realização das Festas do Pombalinho ...









.... que decorreram durante quatro dias! Houve missa solene na igreja matriz com sermões dados pelos reverendos Fernandes de Castro e Casimiro d'Almeida, vacada , quermesse, fogo de artifício, soberbas iluminações com boas músicas e até não faltou carreiras entre a estação (presume-se Mato Miranda) e o Pombalinho a fim de garantir a presença dos forasteiros. O bazar foi promovido por figuras ilustres da terrra, das quais se destacaram, dr. Carlos Braancamp Freire, dr. José Fernandes, Manoel Coimbra, Augusto R. Cota, João R de Carvalho, António Eugénio de Menezes, Sabino Duarte, António N. Palmeirão, António J. Soares, Joaquim F. Patrício, Carlos Albano da S. Nunes, António A. Mora, Joaquim Gonçalves Ferreira e Júlio José Barreiros.












Uma outra vacada realizada em 30 de Julho de 1914 também foi notícia no Correio da Extremadura do dia 25 Julho de 1914 ...











... na qual se destacou as bravíssimas vacas generosamente cedidas pelo opulento lavrador João d'Assunção Coimbra. Na ocasião da corrida foi rifada um linda garraia oferecida pelo sr. António Rodrigues Junior. A expectativa em vésperas desta vacada era enorme, tal o entusiamo que provocou, devida à presença de milhares de pessoas que estiveram a assistir numa outra lide realizada a 30 de Junho









A realização da quermesse a ser noticiada no Correio da Extremadura em 13 de Junho de 1914...









... onde se explicita a intenção da comissão constituída quanto ao objectivo da mesma, assim como o prazo para envio de produtos a serem vendidos para o efeito.








Colaboração e pesquisa jornalística de Bruno Cruz.






16 julho 2009

As cheias!


Nas referências que aqui temos feito às cheias do Pombalinho, tem sido nossa intenção proporcionar aos visitantes um olhar distante mas simultaneamente presente  sobre este acontecimento natural que periodicamente assola o Pombalinho. É impossível não se falar das cheias, sem algum sentido romântico ou até mesmo nostálgico, tais as histórias que foram contadas pelas mais diversas gerações que tiveram de viver com elas nesses tempos de invernos extremamente rigorosos! Felizmente por acção de muitos colaboradores desta página, a nossa galeria de imagens já é muito considerável, mas mesmo assim e bem, não param de nos chegar outros registos de rara beleza e de momentos únicos, como é o caso dos que hoje publicamos, gentilmente cedidos por Pedro Menezes.





Excelente fotografia tirada do cimo da torre da igreja no dia 01 de Abril de 1952. Podemos ver os efeitos dessa cheia que chegou a entrar no recinto da própria igreja e alagou toda a zona adjacente da rua Manuel Monteiro Barbosa.








Outra fotografia tirada da torre da igreja, vendo-se ao fundo a quinta de Fernão Leite.








Mais uma excelente fotografia tirada nesse mesmo dia de 01-Abril-1952 do cimo da torre da igreja, vendo-se o casario entre os prédios do Manuel Bispo e do Américo Cachado. Ao longe o cabeço dos Chões.







Imagem bem elucidativa do nível que a cheia atingiu nos campos do Pombalinho !







Excelente fotografia!







Rua Barão de Almeirim, onde a cheia atingiu níveis anormais.







Cheia de 1940/41 na rua António Eugénio de Menezes.

 

Foto tirada por António Menezes e cedida gentilmente pelo seu filho António Carlos BN Menezes.









Rua António Eugénio de Menezes. Momento em que Joaquim Pedro de Menezes se deslocava de barco junto ao local onde, curiosamente, existe hoje o Parque de Jogos e Lazer do Pombalinho.




À excepção da foto referenciada para o efeito, todas as outras foram cedidas gentilmente por Pedro Menezes     

 

 

 


Colaboração de Bruno Cruz e Joaquim MB Mateiro. 









11 julho 2009

Futebol !






Não, não se trata do nosso saudoso Vera Cruz Futebol Clube, mas quase..., tal o número de jogadores do Pombalinho que integraram esta equipa de futebol !!! Com efeito, a formação registada nesta fotografia, que representou no ano de 1947 a União Operária de Santarém, era constituída nada mais nada menos do que por quatro atletas naturais do Pombalinho! O desporto rei nesses tempos, ainda não tinha estruturas criadas na nossa terra que permitissem a sua inscrição numa competição oficial, e vai daí, a emigração desportiva aconteceu!

Mas vamos à identificação possível dos jogadores que formaram esta equipa da capital do Ribatejo em jogo realizado no Campo Chão das Padeiras. De joelhos e da esquerda para a direita, José Braga (Pombalinho), Adalberto, Lopes, João Zé e Ezequiel Mateiro (Pombalinho). De pé e pela mesma ordem, desconhecido, Raimundo (Azinhaga), António Leal-guarda-redes (Pombalinho), Serafim, Manuel Barão (Pombalinho), Zeca e Ramos "Machorro".



     Foto gentilmente cedida por António Leal

     Colaboração de Bruno Cruz






08 julho 2009

Vera Cruz Futebol Clube X !





O campo das Ónias foi durante muitos anos o local  onde o Vera Cruz Futebol Clube disputou os jogos referentes aos campeonatos da Federação Nacional de Alegria no Trabalho (FNAT). Mas tempos houve, em que no Pombalinho a inexistência de uma estrutura de caracter definitivo para a prática da modalidade, exigia muita dedicação e algum sentido de improvisação.

A propósito desta fotografia, escreve Joaquim Mateiro sobre situação futebolistica então vivida:  "Era no tempo em que o senhor Manuel Coimbra ainda não tinha doado o Campo das Ónias, a rapaziada do Pombalinho se queria jogar a bola tinha que o fazer nas eiras e andar de baliza às costas. Assisti a várias partidas de futebol nesses locais quando era rapazola! Esta foto foi tirada numa que existiu a sul de umas terras do Manuel Coimbra, entre a rua Carolina Infante da Câmara e a ponte de Fernão Leite no princípio dos anos sessenta.”


Reconhecem-se de joelhos e da esquerda para a direita, Henrique Minderico, José Correia, António Bento, Diamantino Teixeira e António Manuel Leal. De pé e pela mesma ordem, José Carvalho Gomes, José Bacalhau, António José, João Luís Justino, Manuel Minderico e José Guilherme.



Foto gentilmente cedida por Ema Minderico

Colaboração no texto de Joaquim Mateiro


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03 julho 2009

Casamentos IX !




Casamento de Manuel Maria Amado Braamcamp Freire com Maria Isabel Reynolds dos Anjos, realizado em Lisboa no dia 29 de Abril de 1942. O noivo nasceu no Pombalinho em 20 de Maio de 1918, tendo falecido em Lisboa no dia 26 de Março de 1988. Seus pais são, o 4º barão de Almeirim Carlos Braamcamp Freire e Maria da Madre de Deus Amado de Melo da Cunha e Vasconcelos. Manuel Nunes Freire da Rocha, 1º barão de Almeirim , é seu bisavô.




Agradecimento especial a Maria da Graça Anjos Braamcamp Freire, filha de Manuel Maria Amado Braamcamp Freire, a quem se deve a publicação desta foto.



Colaboração de Ema Minderico e Joaquim Mateiro





30 junho 2009

Mulheres do Pombalinho !




𝑁𝑎 𝑝𝑟𝑖𝑚𝑒𝑖𝑟𝑎 𝑓𝑖𝑙𝑎 𝑒 𝑑𝑎 𝑒𝑠𝑞 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑎 𝑑𝑡𝑎, 𝐿𝑢𝑐𝑖𝑎𝑛𝑎 𝐷𝑢𝑎𝑟𝑡𝑒, 𝐸𝑠𝑡𝑒𝑟 𝑅𝑜𝑑𝑟𝑖𝑔𝑢𝑒𝑠, 𝐴𝑙𝑏𝑒𝑟𝑡𝑖𝑛𝑎 𝐺𝑎𝑏𝑟𝑖𝑒𝑙, 𝐿𝑜𝑢𝑟𝑎 𝑃𝑟𝑒𝑠𝑢𝑚𝑒, 𝑀𝑎𝑟𝑖𝑎 𝑑𝑎 𝐶𝑜𝑛𝑐𝑒𝑖𝑐̧𝑎̃𝑜 𝑅𝑜𝑑𝑟𝑖𝑔𝑢𝑒𝑠 𝑒 𝑎 𝑐𝑟𝑖𝑎𝑛𝑐̧𝑎 𝐹𝑟𝑎𝑛𝑐𝑖𝑠𝑐𝑜 𝑃𝑟𝑒𝑠𝑢𝑚𝑒. 𝑁𝑎 𝑠𝑒𝑔𝑢𝑛𝑑𝑎 𝑓𝑖𝑙𝑎 𝑒 𝑝𝑒𝑙𝑎 𝑚𝑒𝑠𝑚𝑎 𝑜𝑟𝑑𝑒𝑚, 𝑀𝑎𝑟𝑖𝑎 𝐿𝑢𝑖́𝑠𝑎 𝐼𝑛𝑎́𝑐𝑖𝑜, 𝑀𝑎𝑟𝑖𝑎 𝐸𝑚𝑖́𝑙𝑖𝑎 𝐶𝑎𝑛𝑡𝑒𝑖𝑟𝑜, 𝐸𝑟𝑚𝑒𝑙𝑖𝑛𝑑𝑎 𝑀𝑖𝑛𝑑𝑒𝑟𝑖𝑐𝑜, 𝑀𝑎𝑟𝑖𝑎 𝐴𝑢𝑔𝑢𝑠𝑡𝑎 B𝑒𝑛𝑡𝑜, 𝑀𝑎𝑟𝑖𝑎 𝐴𝑢𝑔𝑢𝑠𝑡𝑎 𝐶𝑎𝑣𝑎𝑙𝑒𝑖𝑟𝑜, 𝑀𝑎𝑟𝑖𝑎 𝐿𝑢𝑖́𝑠𝑎 𝑃𝑎𝑙𝑚𝑒𝑖𝑟𝑎̃𝑜, 𝐴𝑙𝑏𝑒𝑟𝑡𝑖𝑛𝑎 𝑆𝑎𝑛𝑡𝑜𝑠, 𝑠𝑒𝑛𝑜𝑟𝑎 𝑒 𝑀𝑎𝑟𝑖𝑎 𝐼𝑛𝑎́𝑐𝑖𝑎. 𝑁𝑎 𝑡𝑒𝑟𝑐𝑒𝑖𝑟𝑎 𝑓𝑖𝑙𝑎 𝑒 𝑝𝑒𝑙𝑎 𝑚𝑒𝑠𝑚𝑎 𝑜𝑟𝑑𝑒𝑚, 𝐿𝑢𝑐𝑖́𝑙𝑖𝑎 𝐻𝑖𝑙𝑎́𝑟𝑖𝑜, 𝐺𝑒𝑟𝑡𝑟𝑢𝑑𝑒𝑠 𝐶𝑢𝑛𝑎, 𝑀𝑎𝑑𝑎𝑙𝑒𝑛𝑎 𝐷𝑢𝑎𝑟𝑡𝑒 𝑒 𝐸𝑚𝑖́𝑙𝑖𝑎 𝑆𝑒𝑟𝑟𝑎.




Esta foto, tirada no ano de 1944, foi-me enviada pelo Joaquim Mateiro por mail em 25 de Junho de 2009. Podia ser mais uma foto de entre tantas que me tem enviado desde que decidimos partilhar neste blog um pouco da história do Pombalinho. Mas não! O texto que o Joaquim entendeu escrever como suporte à foto que me enviou, acho que faz todo o sentido que seja igualmente publicado com esta foto de um grupo de mulheres bonitas da nossa terra.





Colaboração de Joaquim Mateiro
Partilha da Foto - Ema Minderico

NOTA - Mais tarde o Joaquim enviou-me um mail a rectificar o ano da foto, de 1941 para 1944.