27 janeiro 2018
14 outubro 2017
Testamento de Carolina Infante da Câmara
26 junho 2017
Festas no Reguengo do Alviela
Relevante neste contexto foi também a construção da Ponte Fernão Leite, no ano de 1895 , concebida exactamente para melhorar a comunicação viária entre as duas margens da Alverca e em particular com destino a toda a zona envolvente do Alviela, no sentido de norte para sul.
01 junho 2017
Azulejaria no Concelho da Golegã
Fonte - Biblioteca de Arte
Nota - Aos documentos gentilmente cedidos pela Drª Ana Barata da Biblioteca de Arte da Fundação da FCG, devidamente solicitados para efeitos de publicação neste blog, anexamos fotos dos locais referenciados de forma a permitir uma sua melhor identificação.
24 maio 2017
José da Costa Gaitas Júnior
E porque me é muito querida e muito viva a sua Amizade, Amor e Carinho, recordo hoje José da Costa Gaitas Júnior, nascido a 11 de Novembro de 1885 e falecido a 25 de Julho de 1974! E que fez o favor de ser o senhor meu Avô, Zé Gaitas.
Comerciante e pequeno lavrador, homem de tempera rija e exímio jogador do pau, tinha para grande irritação da senhora minha Avó (Sofia da Piedade Inácio da Costa (29 Set 1903 /12 Abr 1984) vários amores escondidos atrás dos balcões das tascas das redondezas e que davam pelo nome de tinto ou branco, tanto faz desde que não entornes....
Possuidor na época de um macho de origem austríaca, com mãos grandes como diziam na terra, atrelado a uma carroça, saía de manhã com produtos hortícolas frescos para a ronda habitual a que chamava “a venda”. Esse companheiro do seu dia a dia viria a ser conhecido pelo “Macho do Zé Gaitas” e que tinha para além da particularidade das mãos, uma outra que era a de parar sempre à porta de todas as tabernas, mesmo não precisando para o fazer de qualquer “ordem” ou sinal do meu Avô!!!
Claro que mais copo menos copo, mais zaragata menos zaragata, o bom do nosso Avô lá chegava a casa sem dinheiro! E enquanto, depois de mais uma ronda, desemparelhava o seu fiel amigo, a senhora minha Avó, altiva e danada lá lhe perguntava:
- José!!!
- Sim, Sofia....diga!
- O dinheiro da venda? É preciso pagar ao pessoal...
Coçando a cabeça com uma mão e o boné ou o chapéu na outra, o meu Avô retorquiu:
- Não há.....
- Não há???? Então os produtos que levou para vender?
- Pois, não há! É que todos me chamam Tio e à Família a gente não leva dinheiro, não é??!!!
O álcool e este sentido de justiça social levou-o muitas vezes ao Governo Civil onde o senhor meu Pai o ia buscar depois de uma ou outra alteraçãozita que começava à paulada e terminava ali.
Militar do corpo reservista, serviu em Artilharia de Costa onde aguardou embarque para a França, o que não veio a acontecer.
Outro episódio passou-se à porta dum cemitério com alguém que disputara com ele umas leiras de terra e se haviam desavindo. Aquando da sua morte barrou a entrada do féretro dizendo : “Aqui jaz a terra da igualdade, tanta soberba, vá pro chão, querias tanta terra e agora vais para o jazigo ??? Chão e terra para cima!” Acabou uma vez mais numa visita ao seu primo na Governo Civil.!!
Era assim o senhor meu Avô, o Zé Gaitas, que Deus o tenha em sua companhia.
14 janeiro 2017
20 dezembro 2016
1ª Guerra Mundial
03 novembro 2016
Contrato Prestação Serviço Dr Victor Semedo
27 junho 2016
16 junho 2016
23 maio 2016
António Eugénio de Menezes
António Eugénio de Menezes nasceu em Salvaterra de
Magos a 29 de Dezembro de 1893. É filho de Joaquim Pedro de Menezes
e de Júlia Augusta do Rosário.
No Pombalinho, António Eugénio de Menezes possuía uma
casa na Rua Hilário José Barreiros onde residia com a sua esposa Dª
Maria Antunes Bento e os seus 3 filhos, Maria Eugénia de Menezes, António
de Menezes e Joaquim Pedro de Menezes.
Com o falecimento do Padre José Maria do Rosário,
proprietário de vários terrenos no Pombalinho como Avis, Quinta Fernão Leite,
etc., foram doados a uma sua sobrinha e afilhada, Júlia Augusta do Rosário, casada então com Joaquim Pedro de Menezes, pai de António Eugénio de Menezes e José Eugénio de Menezes. António Eugénio de Menezes construiu mais tarde na Quinta do Amador a sua casa de
habitação e um complexo constituído por uma adega e lagar de
forma a dar sequência à produção que tinha de vinhas e olivais no Pombalinho.
Fundou nesse mesmo local a “Moagem dos
Agricultores”.
Foi Presidente de Junta de Freguesia do
Pombalinho de 16 de Janeiro de 1922 a 17 de Dezembro de 1925.
Concorreu nas eleições
administrativas à Câmara Municipal de Santarém no ano de 1925, integrando a
“Lista do Concelho” do Partido Republicano Nacionalista.
Faleceu no Pombalinho a 19 de Fevereiro de 1937,
tendo sido sepultado no cemitério de Salvaterra de Magos.
O
Pombalinho, em reconhecimento por tudo que o fez pelo seu desenvolvimento
social, atribuiu o seu nome à rua em frente à sua casa de habitação, na Quinta
do Amador.
Foto Quinta do Amador - Luís Filipe Santana Júlio
Colaboração no texto - José Carvalho e Bruno Cruz
14 abril 2016
As Casas e as Fontes da Minha Aldeia!
23 março 2016
10 março 2016
Pombalinho histórico!
18 fevereiro 2016
Manuel Sabino Duarte "Veca"
O júri dos troféus nacionais da revista "Equitação" decidiu atribuir-lhe o seu galardão máximo, o Troféu Carreira. Para os meus amigos que, tal como eu, minhas filas e meus primos António Manuel Pessanha e Joaquim Pessanha, ao Goncalo-Sandra Cunha, todos amantes da equitação, aqui ficam duas fotos de recordação do nosso 'Veca'.
A montar, à portuguesa, o garbo deste homem era perfeitamente lendário. Como calculam, ao recordá-lo, ainda o vejo, não só na Golegã, mas também na 'manga' da vellha Feira de Santarém, à sua passagem, levantando o pessoal que o aplaudia de modo especialíssimo.






























