04 abril 2008
Dr. Victor Semedo
24 março 2008
Bateiras!
Na vizinha Azinhaga, o tradicional piquenique aparece ligado ao arraial da Senhora da Piedade cuja procissão se realiza no Domingo de Páscoa (segundo Augusto do Souto Barreiros – Azinhaga, Livro de Horas).
No Pombalinho, a tradição da Segunda-Feira das Bateiras não parece ter nascido com o mesmo cariz religioso, mas apenas de alegre e salutar convívio. O termo Bateiras parece, segundo alguma tradição oral, derivar da zona campestre onde se efectuaram os primeiros piqueniques e onde a tradição terá nascido. Provavelmente perto do rio Tejo (digo eu, já que “bateira” é um pequeno barco fluvial). Encontremos ou não a verdadeira origem dos festejos, o que importa é que a tradição ainda vai sendo o que era, e não é raro encontrar grupos de jovens ou menos jovens que, na Segunda-Feira de Páscoa (ou até na véspera) partem bem cedo para o campo, em busca do melhor local para se deliciarem com os melhores petiscos que cada um é capaz de preparar (sem micro ondas ou outros que tais, que o petisco sabe melhor preparado no próprio local e temperado com o melhor ar do campo).”
Teresa Cruz 13 Fevereiro de 2007.
08 março 2008
Manuel da Costa Braz
27 fevereiro 2008
Maria José e Verónica Nunes
19 fevereiro 2008
Entrada de Touros no Pombalinho !
Chegou a este nosso espaço, dois bonitos postais que
ilustram uma entrada de touros no Pombalinho pela Rua Barão de Almeirim. O
momento de disparo das objectivas nas duas imagens , parece ser o mesmo, no
entanto, o ângulo de captação de ambas induz-nos a que sejam registos
ligeiramente diferentes! Independentemente da leitura fotográfica que se possa
fazer, de facto são mais duas belas referências históricas de muita importância
para a nossa terra , nas quais este espaço muito se orgulha de possibilitar a
sua visualização a todos os seus visitantes!
Este
postal foi amavelmente cedido por Maria Luísa Narciso e serviu, como se pode
testemunhar, para a Comissão agradecer a alguém em particular no apoio que
prestou para a realização das Festas em Honra de S Sebastião, nos dias nos dias 31 de Julho, 1 de
Agosto e 2 de Agosto de 1948
09 fevereiro 2008
Vera Cruz Futebol Clube VII
Aquela geração de ouro da qual fizeram parte o Zé Gomes, o Carlos Feijão, o Zé Guilherme, o Ezequiel Leal, o Manuel Barão, o Ezequiel Mateiro, o Zé Leal e tantos outros, tinha chegado ao fim e a sua sucessão possivelmente não foi devidamente preparada de modo dar continuidade à participação do Pombalinho nesses campeonatos regionais de futebol.
Tínhamos vivido a nível nacional, a brilhante participação de Portugal no Mundial de 66 e o entusiasmo sentido era propício a que o futebol fosse tema de empolgação nas vidas de muita gente. Joaquim Meirim, o fenómeno Meirim, tinha tomado conta das paixões futebolísticas e no Pombalinho sentia-se uma vontade enorme de fazer renascer a sua equipa de futebol. O timoneiro dessa aventura foi um homem chamado Heliodoro da Silva Bacalhau, tratado simplesmente por Sevilha, devido à profissão de barbeiro que abraçou assim que chegou do cumprimento do serviço militar por terras de África. A sua barbearia localizada mesmo ao lado do palacete Barão de Almeirim, onde em tempos no mesmo ofício tinha sido de António Barbeiro, era o local de contágio a um conjunto de jovens ávidos em calçar as chuteiras e vestir as camisolas representativas da sua terra. Dos planos à sua concretização foi num ápice e o grupo naturalmente disse presente ao desafio do Sevilha. Os treinos eram sistematicamente ministrados "à Meirim", corridas nocturnas (pois durante o dia era para trabalhar para uns e outros para estudar em Santarém) até ao Chões, passando no regresso pelo Reguengo, Alverca grande e Pombalinho. Depois era banho com água fria na Casa do Povo , porque água aquecida pelo esquentador ainda era considerado um luxo nesses anos setenta do século passado. E pronto, lá estávamos atleticamente preparados para o início do campeonato, não éramos tecnicamente muito habilitados, mas tínhamos uma condição física que causava inveja a outras equipas do nosso grupo.
E esta fotografia, curiosamente vista pela primeira vez por quem escreve estas linhas, ao fim de trinta e seis anos, retrata exactamente o Sevilha tal como ele era nessa sua missão de treinador do glorioso Vera Cruz Futebol Clube..., sorridente em qualquer circunstância e sempre com uma fé inabalável nos seus jogadores.
Resta-me dizer que esta foto só foi possível ser publicada neste espaço, porque o Heliodoro da Silva Bacalhau chamando-me á sua actual barbearia situada na Estrada Real, retirou-a de uma parede onde estava religiosamente pendurada e disse-me: Manel, leva-a, tira uma cópia para ti e traz-ma quando quiseres!
E eu digo-lhe daqui: Muito Obrigado, Sevilha, por me teres possibilitado este pequeno texto, sentido... sobre o nosso Pombalinho!
Para a memória colectiva, de pé e da esquerda para a direita, Heliodoro da Silva Bacalhau “Sevilha”, António Carlos, Alexandre, Coradinho, António Brás, Hermínio Feijão, Manuel Gomes , José Gomes e Carlos Cavaco. De joelhos e pela mesma ordem, José Correia, Carlos Moura, Carlos Melão, Miguel da Costa, António Carlos “Nonin” e Júlio Légua.
04 fevereiro 2008
Belos Tempos!!!!
26 janeiro 2008
A praça em 1964
16 janeiro 2008
Cheias do Tejo !
13 janeiro 2008
Casamentos VIII
05 janeiro 2008
A poda da vinha!
27 dezembro 2007
Fim de Ano de 1971!!!



16 dezembro 2007
Então é Natal !!!
14 dezembro 2007
Casamentos VII
Já
aqui manifestamos o quanto nos satisfaz, a publicação de registos fotográficos
que testemunhem esses dias tão importantes para as vidas dos que resolveram
pelo matrimónio, iniciar um novo caminho nas suas vidas. Pela simpatia da
Milita Mateiro e do Joaquim Mateiro, foi possível registar nesta galeria
histórica do Pombalinho a fotografia de família jovem do seu
noivado.
Mas
como hoje em que estamos a recordar esse momento tão importante na vida da
Milita e do Joaquim, coincide precisamente com o dia do seu noivado, 14 de
Dezembro de 1969, daqui lhes enviamos muitos parabéns pela passagem do seu
trigésimo oitavo aniversário de casados.
04 dezembro 2007
Pombalinhenses em Lourenço Marques II
Em Fevereiro de 2007 , referimo-nos aqui neste espaço aos Pombalinhenses que por circunstâncias da vida rumaram até à então denominada província ultramarina de Moçambique, na busca de condições de vida que lhes eram negadas em Portugal continental. Recentemente chegou-nos este bonito registo de um encontro desses nossos conterrâneos, onde a alegria e boa disposição está manifestamente presente neste momento vivido de saudável confraternização.
Que saudades, dirão com toda a certeza! Mas viver é isto..., sempre que estes quadros nostálgicos nos surgem nas esquinas da vida, mais não teremos de fazer do que meditar os caminhos que percorremos para entendermos melhor os viajantes que somos! Já depois desta publicação ter sido disponibilizada na internet, recebi do nosso Amigo Joaquim Mateiro uma prestável colaboração na identificação deste grupo de Pombalinhenses em terras de Moçambique.
Assim sendo, podemos
reconhecer da esquerda para a direita, o Joaquim Henriques, o Alcides Vieira, o
António Duarte, o Manuel Cavaleiro, o António Leal, a Lena Leal, o Luís Conceição,
o José Alexandre, a Maria Adelaide Leal, o José Alcobia, a Lourdes Teixeira, a
Carolina Teixeira, a Elvira Teixeira e o Diamantino Teixeira. Na frente e pela
mesma ordem, a Níu, filha da Lourdes Teixeira, o Mário e o Paulo Alexandre, o
Luisinho Teixeira, um colega do Alcides, o Joaquim Mateiro, a Milita Mateiro e
a Lourdes.























