27 junho 2016
16 junho 2016
23 maio 2016
António Eugénio de Menezes
António Eugénio de Menezes nasceu em Salvaterra de
Magos a 29 de Dezembro de 1893. É filho de Joaquim Pedro de Menezes
e de Júlia Augusta do Rosário.
No Pombalinho, António Eugénio de Menezes possuía uma
casa na Rua Hilário José Barreiros onde residia com a sua esposa Dª
Maria Antunes Bento e os seus 3 filhos, Maria Eugénia de Menezes, António
de Menezes e Joaquim Pedro de Menezes.
Com o falecimento do Padre José Maria do Rosário,
proprietário de vários terrenos no Pombalinho como Avis, Quinta Fernão Leite,
etc., foram doados a uma sua sobrinha e afilhada, Júlia Augusta do Rosário, casada então com Joaquim Pedro de Menezes, pai de António Eugénio de Menezes e José Eugénio de Menezes. António Eugénio de Menezes construiu mais tarde na Quinta do Amador a sua casa de
habitação e um complexo constituído por uma adega e lagar de
forma a dar sequência à produção que tinha de vinhas e olivais no Pombalinho.
Fundou nesse mesmo local a “Moagem dos
Agricultores”.
Foi Presidente de Junta de Freguesia do
Pombalinho de 16 de Janeiro de 1922 a 17 de Dezembro de 1925.
Concorreu nas eleições
administrativas à Câmara Municipal de Santarém no ano de 1925, integrando a
“Lista do Concelho” do Partido Republicano Nacionalista.
Faleceu no Pombalinho a 19 de Fevereiro de 1937,
tendo sido sepultado no cemitério de Salvaterra de Magos.
O
Pombalinho, em reconhecimento por tudo que o fez pelo seu desenvolvimento
social, atribuiu o seu nome à rua em frente à sua casa de habitação, na Quinta
do Amador.
Foto Quinta do Amador - Luís Filipe Santana Júlio
Colaboração no texto - José Carvalho e Bruno Cruz
14 abril 2016
As Casas e as Fontes da Minha Aldeia!
23 março 2016
10 março 2016
Pombalinho histórico!
18 fevereiro 2016
Manuel Sabino Duarte "Veca"
O júri dos troféus nacionais da revista "Equitação" decidiu atribuir-lhe o seu galardão máximo, o Troféu Carreira. Para os meus amigos que, tal como eu, minhas filas e meus primos António Manuel Pessanha e Joaquim Pessanha, ao Goncalo-Sandra Cunha, todos amantes da equitação, aqui ficam duas fotos de recordação do nosso 'Veca'.
A montar, à portuguesa, o garbo deste homem era perfeitamente lendário. Como calculam, ao recordá-lo, ainda o vejo, não só na Golegã, mas também na 'manga' da vellha Feira de Santarém, à sua passagem, levantando o pessoal que o aplaudia de modo especialíssimo.
10 janeiro 2016
Preces para que chovesse, no ano de 1863!
22 dezembro 2015
Natal 2015
01 dezembro 2015
Casamentos XXI
05 novembro 2015
Sofia Pinto Coelho e o seu Avô Luís
Em determinada fase da vida deste blog,
quando estávamos a tentar historiar a família Braamcamp Freire e a
envolvência que teve na vida social do Pombalinho, foi por gesto
amável de Sofia Pinto Coelho que nos foi possível fazer a publicação
de excelentes fotografias sobre alguns dos seus ascendentes que viveram
na quinta da família , na rua Barão
de Almeirim. Com o conhecimento desses tão importantes registos, ficamos mais
sabedores do Pombalinho e a sua história ficou mais enriquecida! De
Sofia, ficaremos sempre, reconhecidos e gratos por tão
generosa partilha !
Jornalista da SIC e escritora, Sofia Pinto
Coelho está ligada ao Pombalinho por razões familiares. Filha de Carlos
Braamcamp Freire Pinto Coelho e de Maria Filomena Mónica e neta de Maria da
Madre de Deus Amado Braamcamp Freire (Piinha) e de Luis Egas da Câmara Pinto Coelho .
Desde muito nova que Sofia começou a frequentar a quinta do Pombalinho, onde
com seus primos e outros familiares mais próximos passava as suas férias de
verão. Foi ali que sua avó Piinha nasceu e viveu largos anos da sua vida! Era
ali que os seus ascendentes tinham parte da sua história!
No passado dia 23 de Outubro, Sofia Pinto
Coelho apresentou, em Lisboa, o seu mais recente livro intitulado " O meu
Avô Luis". Amávelmente a escritora endereçou-nos um convite para estarmos
presentes, mas por razões alheias à nossa vontade não pudemos corresponder ao
seu pedido. De qualquer maneira não queremos deixar de publicamente nos
congratularmos com o lançamento do seu mais recente trabalho literário.
" O meu Avô Luis" é um livro
extraordinário sobre a vida de Luis Egas da Câmara Pinto Coelho que Sofia Pinto Coelho veio a conhecer mais aprofundadamente, depois de
aceder a filmes e outros documentos que constavam do seu espólio. É uma
obra de leitura cativante sobre um homem que por amor "renunciou
a tudo: à pátria, a Salazar e à família".
Por razões obvias e depois de lermos o
"O meu avô Luis" entendemos que por motivações puramente históricas
não poderiamos ficar alheios nem porventura deixarmos de realçar neste blog
alguns excertos do livro onde o Pombalinho e a quinta da família
Braamcamp Freire são referenciados. Contactada para o efeito sobre esta
nossa vontade, mais uma vez Sofia Pinto Coelho foi de uma generosidade
assinalável por nos ter dado toda a liberdade em termos de publicação sobre o
nosso propósito. Os nossos agradecimentos por isso! E por mais uma vez se ter
solidarizado com esta nossa causa em prol da história do Pombalinho.
Entrevista IDEIAS [JL], Rita Alves dos Santos
17 outubro 2015
Pombalinhenses na 1ªGrande Guerra II
25 agosto 2015
Dez anos de vida!!!
Iniciamos com reduzidas expectativas quanto ao que o "Pombalinho" pudesse vir a dar! Sabíamos convictamente das nossas limitações no acesso a registos, quer fotográficos ou de textos, que pudessem contribuir para os objectivos do blog ! Mas a vontade era enorme ! E logo após as primeiras publicações começaram a surgir vontades e colaborações de dois conterrâneos que jamais podemos esquecer e que nunca será demais referi-las! Foram eles Guilherme Afonso e Joaquim Mateiro ! O entusiasmo que ambos puseram na partilha de memórias, impulsionaram-nos imenso nesta grande aventura sobre a história da nossa terra. Como criador deste blog e pombalinhense, a eles devo uma enorme gratidão pelo envio de textos e fotos extraordinários sobre os hábitos e costumes das nossas gentes que em muito enriqueceram o testemunho patrimonial e cultural do Pombalinho.
Este foi resumidamente o caminho que nos motivou nestes dez anos de existência! Com o Pombalinho sempre no horizonte, militamos na divulgação das suas origens, defendemos os seus valores culturais e humanos, e almejamos fazer da nossa terra, neste novo mundo global da informação e do conhecimento, uma menção superior das suas gentes que tiveram do Tejo e dos campos agrícolas adjacentes, fontes do seu sustento e referências dos seus modos de vida!
A História e as histórias do Pombalinho, que demos aqui a conhecer, se ficaram mais perto do coração dos pombalinhenses, de muito orgulho invadidos ficaremos por sentirmos que assim possa ser! Porque essa foi a bandeira que hasteamos, orgulhosamente como desígnio, no dia 25 de Agosto de 2005 !







































