
Cruzamento
da Rua António Eugénio de Menezes com a Rua de Santo António. Aqui, uma das
zonas mais altas do Pombalinho, só se podia atravessar com recurso a pequenas
embarcações.

Vista do efeito provocado pela cheia nos campos do Pombalinho, a
partir do lado Sul da Rua 1º Dezembro.

Imagem
de como ficou alagada a Rua Barão de Almeirim, frente á Igreja Matriz.
Decorria o Ano de 1979
e o seu Inverno ficaria na memória de muitos Pombalinhenses,
as cheias desse ano atingiriam níveis nunca antes alcançados. Nas zonas mais
baixas do Pombalinho a água entrou dentro das habitações colocando em alvoroço
os moradores, que numa grande inquietação salvaram o que puderam para sotãos e
refúgios mais elevados das próprias casas. Na rua principal da aldeia a força
das águas alagou moradias e abriu enormes valas na própria estrada,
impossibilitando já depois na fase do rescaldo, a circulação rodoviária por
tempo indeterminado.
Nas fotografias tiradas
na Rua Barão de Almeirim e na Rua 1º de Dezembro assim como neste recorte de
jornal do "O Diário" ( cedido gentilmente pelo Fernando Leal),
ilustra-se um pouco a catástrofe provocada pela subida anormal das águas do
Tejo, nesse dramático ano de 1979 para a população do Pombalinho.
Para Blog temático Clicar em Cheias Pombalinho
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