20 maio 2019

Manuel Duarte Vieira





Manuel Duarte Vieira, filho de Augusto Justino e de Virgínia Duarte, nasceu a 20-Mai-1929.
Contraiu matrimónio com Gracinda Maria Duarte, do qual resultou o nascimento de três filhos: António Manuel Duarte Vieira, Perpétua Duarte Vieira  e Maria Albertina Duarte Vieira.
Faleceu a 29-Jul-1989.



Colaboração de texto e foto – António Manuel Vieira





06 março 2019

Noémia Pedroso Barreiros









De Fernando Furtado Barreiros recebemos a seguinte comunicação que passamos a transcrever:



Caro Manuel Gomes

Espero que esteja de boa saúde e disposição.
Hoje contacto-o para comunicar que 

faleceu no passado dia 21 de Fevereiro, com quase 100 anos, faleceu a minha tia Noémia, na sua casa de Lisboa, vitima de doença prolongada.
Nasceu a 29 de Maio de 1919, no Pombalinho. Era filha de Júlio José Barreiros, farmacêutico e de Aurora Machado Pedroso, professora do ensino primário que durante alguns anos aqui exerceu na escola local.
Noémia completou a Instrução Primária no Pombalinho, passando a deslocar-se diariamente a Santarém para frequentar o Curso dos Liceus, até concluir o 5º. ano. Continuou os seus estudos em Lisboa onde concluiu o 7º. ano e fez o Exame de Estado de professora do ensino primário, iniciando uma carreira que a levou a inúmeras povoações dos distritos de Lisboa, Setúbal e Évora.

Um abraço do

Fernando Barreiros




O Pombalinho endereça as mais sentidas condolências a Fernando F Barreiros.








07 fevereiro 2019

História do Toureio em Portugal




Na história do Pombalinho não faltam referências a acontecimentos tauromáquicos que ao longo dos tempos se foram realizando, umas vezes em cumprimento de programas das suas festas anuais, outras por iniciativa de grupos de aficionados da região.
Uma das touradas que ficou célebre no Pombalinho, e por isso mesmo relembrada de geração em geração, foi a realizada no Pateo do Neto em Janeiro de 1824. Teve a particularidade de ter tido entre a numerosa assistência a presença de El Rei D. Miguel. O jornal Correio do Ribatejo na sua edição de 17 de Dezembro de 1966, referindo-se a este acontecimento num interessante texto da autoria de V.A., enaltece a coragem do monarca que num acto de rara valentia salvou de eminente colhida, de um touro enraivecido, um cavaleiro que se havia precipitado na lide e caído da sua montada.
Neste tradicional ambiente vivido à volta da festa brava no Pombalinho, não quiz o autor do livro " História do toureio em Portugal", edição de 1907, ter deixado de se referir a esta terra ribatejana depois de apurado trabalho de selecção sobre o tema em publicações e livros da época.