24 fevereiro 2009

Ano lectivo de 1972/73





Fotografia dos alunos inscritos na 1ª e 2ª classe da Escola Primária do Pombalinho na companhia da sua professora, Maria José Martins Simóes. Nesse ano lectivo de 1972/73 compuseram estas duas classes, os alunos, na primeira fila e da esquerda para a direita, António Maria, Joaquim Rodrigues, Pedro Leal, Pedro Menezes, António Lopes, Camilo Pereira, Miguel Cordeiro, Eduardo Narciso, Rui Valadares, Luís Simões. Na segunda fila e pela mesma ordem, João Paulo, Filipe Júlio, José, José João Bacalhau, Paulo Correia, José Rodrigues Oliveira, Mário Narciso, Sérgio Mogas, Luís Mogas, Valdemar Correia. Na terceira fila e pela mesma ordem, José Carlos Bonifácio, José Carlos Cordeiro, Angelo Piedade, Valdemar Tomás, Daniel Marques, Hélder Costa e José Manuel Nascimento.




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Colaboração de Pedro Menezes e Bruno Cruz





19 fevereiro 2009

Cheias do Pombalinho!


O Pombalinho está indubitavelmente ligado às cheias do Ribatejo! Situada na margem direita do rio Tejo, esta localidade é normalmente atingida pelas suas aguas quando por acção de fortes chuvadas em invernos muito rigorosos, transborda do seu leito e alaga as áreas adjacentes. Os pombalinhenses sempre encararam com relativa serenidade, estas visitas que o maior rio da Península Ibérica fazia periodicamente nestas zonas baixas do Ribatejo! No entanto, anos houve em que inundações de níveis considerados anormais, causaram muita preocupação entre a população e tiveram consequências devastadoras em estruturas habitacionais e redes viárias.

Hoje, já sem a sua presença com uma certa regularidade a que nos habituaram ao longo de muitos anos, justifica-se, a favor da memória e do conhecimento, a viagem que vos proponho ao Pombalinho e às suas cheias do rio Tejo.

Clique então aqui , fazendo de seguida download e open!

16 fevereiro 2009

Cheias de 1979!


Faz hoje 30 anos que o Pombalinho era notícia em muitos orgãos de comunicação social! De facto, nesse ano de 1979, todo o baixo Ribatejo era assolado pela sua maior cheia de sempre, segundo consideração e título do jornal regional, Correio do Ribatejo!

O Pombalinho ficou completamente isolado ao nível das suas vias de comunicação terrestre e viveram-se situações de grande aflição entre a população! As Forças Armadas, recorrendo a helicópteros e embarcações de deslocação rápida, deram um forte contributo na assistência à população mais atingida pela subida anormal dos níveis das águas, que, segundo se soube mais tarde, ter sido devido a descargas de água armazenada nas barragens espanholas. Houve enormes prejuízos materiais ao nível das estruturas habitacionais e também muitos bens domésticos foram destruídos pela passagem nefasta desta cheia que ficará recordada, pelas piores das razões, por muitos dos que viveram essas horas dramáticas! Recordemos pois, por algumas imagens disponíveis, o que foi essa trágica cheia de 1979!



Photobucket

Primeira página do Correio do Ribatejo, do dia 16 de Fevereiro de 1979.






Rua António Eugénio de Menezes, junto ao cruzamento da rua 5 de Outubro e da rua de Sto António.








O estado em que ficou uma das habitações a norte da rua António Eugénio de Menezes.








A mesma habitação, vista de angulo diferente, na rua António Eugénio de Menezes.








Outras habitações que não resistiram à força das àguas, no cruzamento da rua de Sto António com a rua 1º de Dezembro.






Jornal “Diário Lisboa” de 12 Fev de 1979.






Cheia 1979

Recorte do jornal Correio do Ribatejo do dia 16 de Março, sobre a visita que o Presidente da República General Ramalho Eanes fez ao Pombalinho.


Colaboração nas fotografias e recortes de jornais - Bruno Cruz








11 fevereiro 2009

Cheias de 1959!


Desde que o aproveitamento em grande escala das suas águas para produção de energia hidroeléctrica tomou conta do rio Tejo e transformou os recursos naturais do seu caudal em fonte de necessidades económicas de cada região por onde passa, que as condições climatéricas em época de invernia já não são naturalmente suficientes para provocar o alagamento dos campos adjacentes ao seu percurso, na forma das tradicionais cheias que todos bem conhecemos nesta zona do Ribatejo. No entanto, podemos sempre recorrer a registos fotográficos felizmente ainda existentes, como estes que aqui publicamos, da autoria presumida de Francisco Maria Borges e relativos a uma dessas cheias que atingiu o Pombalinho provavelmente no ano de 1959.






O nível da água da cheia, bem dentro da rua Barão de Almeirim e defronte da antiga casa Farol.










O recurso ao tradicional barco, comandado a remos e à vara, era o mais utilizado nas deslocações de pessoas e bens em zonas alagadas pela cheia.








Também haviam momentos de pura distracção como este protagonizado pelo Victor Reis e sua mãe, Olímpia Borges.










Belissíma imagem de grande representatividade dos níveis atingidos pelas águas do Tejo nesse ano de 1959.









Outra imagem bem demonstrativa da utilidade que estas embarcações tiveram em situações de cheias no interior do Pombalinho.










As cheias também eram sinónimo de divertimento para as crianças e quem podia, sempre aproveitava as oportunidades de ficarem registados para a posterioridade! Neste barco em águas calmas, reconhecem-se o Victor Reis e a Teresa.






Colaboração fotográfica de Victor Reis











07 fevereiro 2009

Retratos III !




António Afonso dos Santos - 1964









Olímpia Borges , Profª Maria Conceição e Francisca Carvalho.




Colaboração de Guilherme Afonso/Víctor Reis





03 fevereiro 2009

Festas de 1942!


Ainda sobre a Festa que se realizou de  angariação de fundos para aquisição do relógio da Igreja do Pombalinho e  à qual Guilherme Afonso se referiu numa sua carta de 2008, conforme aqui fizemos referencia na publicação de 29 de Janeiro último, chegou-nos por feliz coincidência, na simpática cordialidade de Luís Filipe Júlio, um exemplar da programação desses festejos e assim a possibilidade de ligarmos historicamente a realização do evento ao principal motivo que levou a respectiva comissão organizadora então formada, na sua concretização.


 O acontecimento teve lugar nos dias 1, 2 e 3 de Agosto de 1942  e complementando de certa forma a memória do nosso conterrâneo Guilherme, estiveram presentes a abrilhantar esses festejos em honra de Nossa Senhora das Dôres , as fadistas Lucília do Carmo e Arminda Vidal , acompanhadas à guitarra por Raúl Nery e à viola por Alfredo Costa. Mas o cartaz do programa, bastante mais elucidativo, é um excepcional convite a uma verdadeira viagem no tempo e obviamente às memórias do Pombalinho.




As afamadas cantadeiras Arminda Vidal e Lucília do Carmo












Colaboração de Luís Filipe Júlio e Bruno Cruz