19 dezembro 2008
12 dezembro 2008
08 dezembro 2008
Casa Farol !
Muito nos apraz
verificar que algumas das histórias aqui publicadas têm sido alimentadas por
saudáveis trocas de pontos de vista e até com informações adicionais recebidas,
que em muito contribuíram para o enriquecimento deste pequeno património
histórico em construção do Pombalinho. Exemplo disso, foi o que se seguiu à
iniciativa de historiarmos aquela que foi a casa de maior relevância no ramo
comercial no Pombalinho e arredores. A casa Farol, ou Casa Castanhas ou ainda a
nossa bem conhecida Casa Borges, porque é dela que se trata, foi sem quaisquer
margens de dúvidas uma referência de bom gosto e modernidade ao serviço de uma
vasta gama de clientela e cuja fundação remonta ao ano de 1850! Pois bem, hoje
reabrimos as portas à sua memória com fotografias inéditas dos seus
proprietários e respectivos familiares, complementando assim o que tínhamos
publicado em 09 de Outubro de 2007.
Fotografia de 1905. Ao centro, Florência
Maria Nunes e Manuel José Rodrigues ("Manuel Castanhas")
ladeados por suas filhas, Aurelina Nunes Rodrigues e Júlia Nunes Rodrigues.
Francisco Maria Borges, Aurelina Nunes Rodrigues, Olímpia, Luíz
Reis e Rui Borges.
Antiga "Casa Castanhas", nos anos quarenta.
Na varanda, Francisco Borges, Olímpia, Aurelina Borges e Eugénia Justino.
Francisco Borges, Aurelina, Francisca Carvalho e Olímpia.
Francisco Borges, Rui Borges, Olímpia, Aurelina e o pequeno Víctor
Reis.
Francisco Borges, Rui Borges, Aurelina Rodrigues, Víctor Reis e
sua mãe, Olímpia.
Vírginia de Jesus, Rui Borges, Maria Helena Cachado e Leolinda.
Rui Borges, Francisco Borges, Manuel
Barrão e Manuel Galvão.
Colaboração
fotográfica de Víctor Reis.
05 dezembro 2008
02 dezembro 2008
Correio da Extremadura em 1911
Deliciosa, esta carta
da autoria do Dr. José Fernandes, na altura a prestar serviço clínico no
Pombalinho, publicada no Correio da Extremadura sobre os resultados
extraordinários da utilização do xarope Vitalose que sua mulher tivera
experimentado no início da amamentação do seu terceiro filho.
Pesquisa jornalística de Bruno Cruz
27 novembro 2008
Manuel Sabino Duarte "Veca"
Manuel Sabino Duarte, filho
de Manuel
Gameiro Duarte e de Maria Albana Barreiros Duarte , nasceu no
Pombalinho em 09 de Junho de 1926. Cavaleiro profissional, tomou a alternativa
em 1975 na cidade de Viseu, mas a sua grande paixão profissional foi a
Coudelaria Nacional no Vale de Santarém onde se dedicou em importante
desempenho técnico no apuramento das raças Lusitana e Sorraia. Presença assídua
na Feira do Cavalo na Golegã e de forte popularidade nos meios equestres em
todo o Ribatejo, foi no verão passado homenageado no EquiFoz 2007 e
recentemente recebeu um troféu prestígio na Gala
da Escola de Toureio de Almeirim .
Ligação relacionada: Manuel
Sabino Duarte
Foto de 1964 - Colaboração de Victor Reis
24 novembro 2008
Santa Cruz do Pombal 1712
Pombalinho era
reconhecido no século XVIII por Santa Cruz do Pombal. No livro emitido pelo
Município de Santarém, sobre a sua Heráldica , lá está na sua página 135 essa
importante referência histórica. Logo na página seguinte consta igualmente uma
valiosa informação que foi também retirada do livro Corografia Portuguesa e
Descrição Topográfica do Famoso Reino de Portugal do Padre António Carvalho da
Costa, sobre o número de habitantes existentes no ano de 1712. Pois bem, é
dessa publicação que hoje percorremos essa importante página que contribuirá
documentalmente um pouco mais, para a compilação histórica da nossa terra.
Pormenor da página 253 Tomo III
de onde se pode constatar a referência a Santa Cruz do Pombal, antiga
designação do Pombalinho.
20 novembro 2008
A Heráldica do Pombalinho!
Criar um brasão de
armas obedece a um conjunto de regras precisas, pelas quais a Heráldica
(ciência histórica universal, onde as ideias se expressam através de símbolos)
se rege, sendo as principais, a simplicidade de formas, a estilização, a
iluminura, a cor (lei dos esmaltes) e um vocabulário muito próprio.
Um símbolo é antes de
mais um elo de ligação entre as gentes de um lugar; essas ideias, representadas
por meio de simbologia num pequeno espaço, buscam-se na história e na cultura
de cada localidade.
José Bénard Guedes
refere o seguinte a propósito desta ciência secular: "A Heráldica é de
facto uma ciência de regras muito claras e precisas, que exige grande simplicidade
de formas - no texto e no desenho - aliada a uma riqueza de cor, inesgotável
sortilégio de simbolismo, rigorosa arrumação das peças, tudo caminhando a par,
no sentido de um perfeito equilíbrio estético e gráfico."
Estrela Branco -
Do Livro "A Heráldica do Município de Santarém"
Colaboração de Joaquim Mateiro a partir do livro " A
Heráldica do Município de Santarém" de Nov-2001.
14 novembro 2008
Pombalinho eleitoral!
Nesta vontade de
querermos entender o que foi o Pombalinho e que caminhos trilhou desde os tempos dos
nossos antepassados até aos dias de hoje, tornou-se num desafio cada vez
mais atractivo! Sabemos que o limite neste tipo de pesquisa pode acontecer a
qualquer momento, mas enquanto nos for possível dar a conhecer provas
documentais, de carácter histórico, sobre o envolvimento das suas
gentes em actos eventualmente importantes para a vida colectiva da comunidade,
cá estaremos com a alegria que nos afecta, no cumprimento deste aliciante desígnio.
Vem a propósito deste
pequeno preâmbulo, uma recente descoberta que o Bruno Cruz fez nas instalações
do jornal " O Correio do Ribatejo", antigo "Correio da
Estremadura"! O Pombalinho a servir de palco para uma jornada política em
1913 e patrocinada pelo Partido Evolucionista na pessoa do dr. Alfredo Pimenta.
A crónica foi escrita pelo seu director João Arruda e teve honras de primeira
página.
A conferência teve
lugar no domingo anterior à publicação do jornal, ou seja, no dia 30 de Maio de
1913 e resultou segundo o articulista, de satistafória para o Partido
Evolucionista chefiado por António
José de Almeida , que viria a ser mais tarde Presidente da República
Portuguesa. A comitiva foi recebida em Mato de Miranda pelos srs Júlio
Barreiros, Joaquim Gonçalves, dr. José Fernandes, Manuel José Barreiros,
Augusto Rodrigues Cota, João Rafael de Carvalho, Carlos Albano da Silva Nunes e
António Joaquim Soares.
Na página 2 , um resumo
com o teor do discurso que o Dr Alfredo Pimenta proferiu no teatro do
Pombalinho, perante numerosa e entusiasta assistência. Para uma melhor
visulização do artigo cliquem p.f. aqui e aqui fazendo de
seguida os respectivos downloads.
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09 novembro 2008
Fim de ano 1970!
Albertina
e Artur Duarte.
Caminhamos a passos
largos para mais um fim de ano que por tradição e um pouco por todo o lado é
comemorado com enormes festejos e muita alegria. No Pombalinho e nos anos
setenta, também assim era! Não faltavam os encontros programados por diversos
grupos de jovens, na preparação dos festejos de fim de ano, que acabavam por
transmitir à nossa aldeia um ambiente de grande movimento e animação.
Esta fotografia refere-se precisamente à passagem de ano de
1970/71 e foi registada na Escola Velha, rua Carolina Infante da Câmara. Foram utilizadas as duas salas de aula. A animação musical decorreu na da D. Verónica e a da D. Maria José os comes e bebes do reveillon. Do grupo reconhecem-se de entre outros, a Lena Melão, o
Miguel Costa, a Gena Hilário, a Graça, a Constança, a Carolina, a Niuo, o Félix, a
Bisita, o Leal, o Víctor Borges, o Luís Galrinho, o Manuel Pacheco, o Zé Lino,
as irmãs Teresa e Luísa, as irmãs Lena e Fernanda, a Albertina, o Artur Duarte, a
Dália, a Aurora, o Mário, a Conceição, a Lurdes Leal, a Gena, o Chico Bento, a Victória, o Manuel
Gomes, o Júlio Gabriel, o José Hilário, o João Maria, o António Carlos Martinho e o António Carlos Branco.
Colaboração fotográfica de Fernando Leal e André Duarte.
04 novembro 2008
Pombalinho histórico!
A pesquisa de factos
históricos, quaisquer que eles sejam, acaba sempre por transmitir uma
fascinação muito especial a quem por dedicação se empenha na busca de
explicações que estejam relacionadas com a actual vida colectiva de uma
comunidade.
No caso particular do
Pombalinho tem sido para o autor destas linhas e estou certo também para os
demais colaboradores deste espaço, extraordinariamente aliciante a descoberta
de desenvolvidas publicações sobre acontecimentos que foram marcantes na vida
da nossa terra, ao longo do caminho construtivo desta página.
Mas como a
insatisfação, aliada a uma vontade de querer ir sempre mais além, continua
presente no desígnio desta nossa caminhada, descobrimos recentemente
caracterizações geográficas do Pombalinho em três publicações diferentes que
foram editadas nos séculos XVIII e XVIX. São testemunhos escritos sobre as
integrações territoriais a que a nossa terra esteve sujeita e dos quais
ouvíamos falar mas que careciam da natural comprovação documental, sendo por
esse facto, o seu valor histórico merecedor de uma curiosa leitura.
Diccionario
Geografico, ou Noticia Historica de todas as Cidades Villas e Lugares. Foi
editado em Lisboa na Regia Officina Sylviana da Academia Real no ano de 1747 ,
sendo seu autor o padre Luiz Cardoso da Congregação do Oratorio de Lisboa.
.
... Como se pode constatar neste dicionário, o actual Pombalinho,
ao ano de 1747, chama-se Pombal e estava integrado conjuntamente com a Azinhaga
na Freguesia de Nossa Senhora da Conceição. Pertenciam à província da
Estremadura, Patriarcado de Lisboa e à Villa de Santarém.
Uma
outra publicação intitulada "Diccionario
Chorographico do Reino de Portugal", editada em Coimbra no ano
de 1878 e o seu autor é Agostinho Rodrigues de Andrade.
..
Neste livro, o Pombalinho já é considerado freguesia do distrito e concelho de
Santarém e pertence à comarca e julgado da Golegã. Está integrado no
patriarcado de Lisboa, tem direcção de correio e 724 habitantes.
Para
leitura integral desta página 145, faça download aqui .
Este
último livro intitulado "Diccionario da Chorographia de Portugal",
foi editado no Porto no ano de 1884 e o seu autor foi J. Leite de Vasconcelos.

.
31 outubro 2008
Ano lectivo de 1947/48
A última fotografia que
publicamos sobre alunos do ensino primário que frequentaram a nossa escola do
Pombalinho, refere-se a uma classe do ano lectivo de 1973/74. Hoje recuamos
bastante mais no tempo e exercitando com natural saudade as nossas memórias,
vamos recordar os alunos que no ano lectivo de 1947/48 constituíram as quatro
classes da intrução primária leccionadas pela professora Maria José Martins
Simões. Deste grupo de jovens está António Carlos Menezes (posicionado
imediatamente à esquerda da professora), que uma vez mais nos concedeu a honra
de publicarmos esta preciosidade histórica, mas para uma melhor identificação
dos seus colegas de escola que ficaram registados nesta feliz fotografia,
clicar por favor aqui .
28 outubro 2008
Quinta Fernão Leite em 1940/45
A Quinta de Fernão
Leite fez parte de um conjunto de casas agrícolas que existiram durante mais de
três quartos do século vinte e pelas quais se desenvolveu grande parte da
agricultura então existente no Pombalinho. Teve como proprietários conhecidos,
o padre José Maria do Rosário e os irmãos António e José Menezes, ficando este
com a sua apropriação depois de uma separação de propriedades que geriam
familiarmente em finais dos anos 1940/45.
As fotografias que
temos o prazer de publicar, referem-se a trabalhos na eira da Quinta de Fernão
Leite e foram registadas por António de Menezes entre os anos de 1940/45. Elas
encontram-se emolduradas em casa de seu filho António Carlos Barreiros Nunes de
Menezes, que por sua amabilidade, foi-nos possível reproduzi-las em suporte
digital por intermédio do nosso amigo Joaquim Mateiro e assim incluí-las na
galeria histórica do “Pombalinho”.
O
trigo a ser carregado ainda no campo, para posteriormente ser transportado em
carros puxados por juntas de bois para a eira.
Chegada à eira, a
carrada dos molhos de trigo seriam descarregados. O boieiro que está na foto,
pensa-se ser um senhor que trabalhou para a família Menezes durante muitos anos
na condução de carros de bois. O seu nome é Pedro e era pai da nossa conterrânea
Domicília, esposa de Manuel Gregório. Mais à direita, uma autêntica inovação da
técnica para a època, uma debulhadeira mecanizada! E a desempenhar a função de
"alimentador" (pessoa encarregue de alimentar o normal funcionamento
da máquina com braçadas de trigo) está o nosso bem conhecido José Afonso, que
durante vários anos pelas eiras andou, a trabalhar na debulha do trigo ao
serviço da família Menezes.
Esta imagem consiste na
debulha prévia das favas. Os caules da leguminosa eram espalhados na eira e depois
parelhas de éguas devidamente comandadas por homens experientes, em movimentos
circulares, iriam por esmagamento, soltar a fava da vagem.
O conjunto da máquina a
vapor que fazia comandar a debulhadeira. Para esta tarefa mecanizada exigia-se
também alguma experiência e muita rotina. Homens que tinham por missão
normalizar a entrada o cereal na máquina, outros transportando em carros de mão
fabricados ainda em madeira, o trigo já debulhado e outros que não se vêm na
foto mas que tinham a responsabilidade de alimentar o depósito de àgua da
respectiva máquina a vapor, eram presenças muito importantes neste trabalho de
debulha por volta dos anos de 1940/45.
Com a ajuda de
uma junta de bois a puxar por um utensílio de madeira chamado rodo, procedia-se
ao ajuntamento dos restos da palha dos cereais misturados com alguns grãos,
desperdiçados pela acção da debulhadeira, para uma posterior limpeza e
aproveitamento final .
E aqui está essa acção
de limpeza de que atrás falamos. Homens lançando ao ar e contra a direcção do
vento, os cereais misturados com a palha. Com vento a favor , este leva a palha
e demais impurezas, deixando os grãos do cereal libertos e limpos.
Nesta foto procede-se à
medição com um alqueire, do feijão branco que se vai metendo dentro de sacos de
linhagem. Reconhecem-se de entre outros, o José Cordoeiro, Joaquim Machourro e
Pedro, o boieiro.
Finalmente, tinha
chegado a hora do carregamento dos cereais já devidamente ensacados e medidos
para cima de um carro puxado por mulas. Nesta imagem, a receber enormes sacos
transportados às costas, está o José Cordoeiro.
Colaboração nos
textos de Joaquim Mateiro
23 outubro 2008
Inspecção Militar!
A inspecção
militar representava o culminar de um ciclo de crescimento que se iniciava na
escola primária e que terminava com a aprendizagem de um ofício ou o seguimento
dos estudos de nível secundário. Tinha chegado o dia dos jovens com
dezoito anos poderem ser considerados "homens", como se dizia na
altura, e logo por uma instituição militar!
Era um orgulho para a família a chegada do seu rapaz com a fitinha vermelha
na lapela, símbolo da aprovação de todas as suas capacidades para o serviço
militar obrigatório. No Pombalinho esse dia, popularmente
conhecido por "ida às sortes" , era comemorado especialmente
de uma forma muito tradicional! Ia-se de carroça ao DRM de Santarém e
depois o resto do dia era preenchido com pequenos rituais que acabavam num
bailarico aberto a toda a população.
Com a ida dos mancebos para as antigas colónias ultramarinas no
cumprimento de um cenário de guerra criado por volta dos anos 1960/61, esse
sentimento alterou-se profundamente, causando mesmo acções de extrema
indignação perante uma situação incompreensivelmente sustentada e esfriando
naturalmente o entusiasmo que esse dia representava para os jovens do
Pombalinho e certamente de todo o país.
Nestas fotografias recordamos dois grupos de jovens pombalinhenses que
integraram anos diferentes das respectivas inspecções militares.
Nesta inspecção do ano
de 1958, podemos reconhecer da esquerda para a direita, o Gabriel Joaquim (que
era o Regedor da Freguesia e serviu também de condutor da carroça até Santarém) , o Leonardo
Bento, José Catita, Júlio Serra, Manuel Maria, Francisco Manuel Presume e
António Carlos Barreiros Nunes de Menezes.
Este grupo que
representou a inspecção do ano de 1964, foi transportado a Santarém por três
carroças conduzidas pelo Manuel da Neta,
o Sofio Félix e António Charola no dia 21 de Julho.
Era constituído por, de pé e da esquerda para a direita, Rui Mota, António
Silva Bernardino (Coradinho), António
Manuel Leal, João Serra, Joaquim Mateiro, Felizmino Costa, Manuel Minderico e
António Preto. De
joelhos e também pela mesma ordem, Manuel Catita, António Silva (Cufa), João Luís
Gandarez e o Manuel Vieira.
Fotos
gentilmente cedidas por António Carlos B N de Menezes e Joaquim M B Mateiro.
18 outubro 2008
Ainda as cheias no Pombalinho!
Durante a permanência
das cheias no Pombalinho, raramente a sua população ficou isolada
geograficamente dos seus mais próximos vizinhos. Normalmente a estrada EN 365
fica(va) interrompida ao trânsito motorizado entre a entrada sul da aldeia e a
Ponte do Alviela, ficando a salvo do alagamento provocado pelas águas a saída
norte em direcção à Azinhaga, permitindo assim que esta comunicação se
mantivesse como alternativa de percurso para Santarém e outros destinos
utilizados pelos pombalinhenses.
Do Reguengo de Alviela já a situação é bem diferente! Esta
povoação da Freguesia de S Vicente do Paúl situada numa zona agrícola
completamente plana, muito embora localizada numa área superficial de pequeno
relevo, é facilmente isolada pelas águas do Tejo e esta fotografia revela-nos
uma das frequentes acções que eram desenvolvidas pelas suas gentes em sequência
dessa rotura na vida normal dos seus habitantes, ou seja, o abastecimento
alimentar e transporte de pessoas por barcos movimentados a remos ou à vara a
partir do Pombalinho. Da data do seu registo não temos qualquer indicação mas
presume-se que seja das primeiras décadas do século vinte, atendendo à
caracterização vegetal existente na estrada EN365 e também por pertencer ao
espólio documental de Júlio Barreiros, avô de Fernando Furtado Barreiros.
Atente-se no pormenor das pedras colocadas no solo e na linha
limite do alagamento, para uma leitura mais rápida e directa da subida do nível
da cheia.
Como notas finais, o agradecimento ao Fernando Furtado Barreiros
por ter possibilitado a publicação de mais esta preciosidade e ao Joaquim
Mateiro pela colaboração na “interpretação” possível desta bela
fotografia.
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