13 setembro 2007
Casamentos V
02 setembro 2007
Antiga Escola do Pombalinho!
(*) O Visconde Porto Carrero era familiar de António de Araújo Vasques da Cunha Porto Carrero, 1º e único Barão de Pombalinho, agraciado com o título por decreto de 23 de Outubro de 1837, data em que o seu padrasto, Manuel Nunes Freire da Rocha foi igualmente agraciado com o título de Barão de Almeirim.
João Cardoso da Cunha e Araújo de Portocarrero, 1º Visconde de Portocarrero, nasceu na Quinta de Gaçamar, Sandim, Vila Nova de Gaia, no dia 20 de
Outubro de 1792. Faleceu em Lisboa no dia 14 de Janeiro de 1864.
Era filho de Maria Jerónima da Cunha e castro Ferraz de Brito Osório de
Portocarrero, 13ª senhora da Quinta do Paço de Valpedre.
Foi marido de D. Helena Cardoso de Faria e Maia.
Pai de João da Cunha Cardoso Osório Ferraz e Castro de Portocarrero, 2º
Visconde de Portocarrero.
Meio Irmão de Ana Luísa da Cunha de
Argolo e Brito de Portocarrero; Antónia Adelaide de Vasconcelos, 4ª senhora da
Quinta do Paço de Valpedre e de Maria Matilde da Cunha e Brito de Portocarrero.
Foi Par
do Reino em 30 de Dezembro de 1862;
Ministro de Estado Honorário; Bacharel formado em Direito pela Universidade de
Coimbra; Juiz do Supremo Tribunal de Justiça; Cavaleiro da Ordem de Cristo;
Comendador da Ordem da Conceição; Fidalgo Cavaleiro da Casa Real. M. a 14 de
Janeiro de 1864.
Casou a 2 de Outubro
de 1844 com sua prima D. Helena Cardoso de Faria e Maia, que nasceu a 15 de Setembro de 1819, e faleceu em Lisboa a 31 de Janeiro de
1884, fíllha de Vicente José Ferreira Cardoso da Costa, Doutor na Faculdade de
Direito e Desembargador Efectivo da Casa da Supplicação ; Senhor, pelo seu casamento, de vários
Vínculos na Ilha' de S. Miguel; Fidalgo Cavalleiro da Casa Real; e de sua
mulher D. Helena Vicloria Machado de Faria e Maia, Sr. do Morgado da Victoria e
outros, na Ilha de S. Miguel, onde nasceu
a 13 de Setembro de 1819.
(***) Verónica da Silva Nunes Mateiro nasceu em 01 de Agosto de 1907 e faleceu em 07 de Julho de 1985.
Colaboração no texto _JMateiro
21 agosto 2007
Classe Primária de 1973/74

31 julho 2007
Férias 2007!!!
26 julho 2007
Café do Chico Minderico
19 julho 2007
Festas de 1919
09 julho 2007
Pombalinhense na Guerra Colonial



02 julho 2007
Instrução Primária

As Escolas Primárias estão indubitavelmente ligadas à vida de todos nós. Nem sempre foi assim, mas a partir dos anos cinquenta, rara era a criança que não entrava para a escolaridade obrigatória de modo frequentar os quatro anos da então chamada, Instrução Primária. As instalações reservadas ao acolhimento dos alunos para administração de aulas que serviam de escolas permanentes ao longo de todo o ano lectivo, começaram por ser num Edifício situado na Rua Carolina Infante da Câmara, foi cedido para o efeito pelo Visconde Porto Carrero. Caracteriza-se por uma escadaria exterior de acesso ao piso superior. Chegados aí, entra-se num pequeno hall de entrada, a partir do qual os alunos eram divididos por duas salas conforme fossem do sexo feminino (para sala da direita) ou masculino (para a sala da esquerda). Uns anos volvidos (por volta de mil novecentos e sessenta) e com o aumento do número de alunos a iniciarem-se no ensino primário, houve necessidade de alargar o espaço escolar, recorrendo-se às instalações da Casa do Povo e naturalmente a mais um professor, neste caso a mais uma professora. Aqui, como o espaço era amplo e único, as turmas inexoravelmente tinham de ser mistas, deitando assim por terra, a ideia de ensino apartado sexualmente.

Com o decorrer dos anos o Pombalinho teve finalmente em 1965, direito a um edifício adequado e definitivo para o Ensino Primário. Situa-se na Rua Joaquim Piedade da Silva e é um belo espaço pensado e dedicado aos mais jovens filhos da nossa terra.

29 junho 2007
Corrida de Touros em 1914
15 junho 2007
Récita no Pombalinho em 1943!
Na fila de trás e da esquerda para a direita : Manuel Feijão, Manuel Cacifo, Luis Júlio, João Bacalhau, Isidoro Narciso, Joaquim Ferreira, desconhecido, José Leal, Carlos Cordoeiro, Francisco Sacola, Joaquim Silva (Coradinho) e Arsénio Teixeira.
Na fila da frente e da esquerda para a direita: Júlia da Luz, Conceição, Anita Leal, Laurinda, Conceição, Carolina Gaião, Maria Adelaide Leal, Otelinda Oliveira, Vitória, Felismina, Dalila, Maria Alice Dias, Maria Helena Correia Minderico, Maria Grais Rodrigues Cota e Maria Luisa Grais.
06 junho 2007
José Leal atleta na Azinhaga!

26 maio 2007
Júlio Freire
23 maio 2007
Rio Alviela
18 maio 2007
Pombalinho Arqueológico


...Quando soube da existência das peças, pensei que elas abundassem na nossa região. Mas pelos vistos estava enganada. Segundo este estudo do Instituto Português de Arqueologia "as transformações que o traçado do rio Tejo sofreu desde a antiguidade até aos nossos dias, aliado ao facto da região do Vale do Tejo não ter sido objecto de estudos de prospecção arqueológica sistemática, podem explicar a escassez de vestígios conhecidos em torno de Santarém", assim estas peças adquirem um significado arqueológico muito interessante, para o conhecimento da época romana na nossa região."
08 maio 2007
Casamentos IV
04 maio 2007
Casamentos III
27 abril 2007
Lar, doce Lar

22 abril 2007
Vera Cruz Futebol Clube V

E como hoje é domingo, porque não recordarmos mais uma daquelas valorosas equipas do nosso Vera Cruz Futebol Clube, que tantas alegrias nos propiciaram nessas longínquas tardes de uns tempos saudosamente recordados? Parafraseando o autor de um recente programa televisivo, “os tempos mudaram muito mesmo, nos últimos quarenta anos”. E na verdade muitas transformações se operaram nas nossas vidas ao nível dos hábitos mas também na forma como nos organizamos para podermos responder às solicitações diárias das várias actividades das nossas vidas. Eu, como se sabe, sou de uma geração muito posterior a esta, que hoje publicamos no Pombalinho, mas ainda me lembro de como nos tínhamos de desenrascar quando as nossas botas não estavam em condições de serem utilizadas. Normalmente o problema residia na falta de travessas e aí lá tínhamos de recorrer aos bons préstimos profissionais do António Barros (um dos sapateiros do Pombalinho que residia na Rua Hilário José Barreiros) para que este pacientemente as consertasse a tempo de as podermos utilizar no jogo que se avizinhava. Agora, claro, os tempos são definitivamente outros...!!!









