De joelhos, Carlos Branco e Américo Ferreira. De pé, Miguel Costa e Manuel Gomes. Foto tirada no antigo café do Chico Minderico.
Esta fotografia serviu apenas para rebuscar algumas palavras a uma memória infelizmente já muito distanciada pelo tempo! Eles, os tempos, são irrepetíveis, sabêmo-lo, mas causam sentimentos nostálgicos sempre que a eles recorremos para preencher as memórias da vida!
Há já muito que por lá não passava! Era domingo, um dia bonito do mês quente de Agosto, com sol e naturalmente convidativo à conversa entre amigos, colegas de profissão ou até familiares, como era, aliás, habitual há uns bons pares de anos na aldeia do Pombalinho! Correspondi ao aliciamento desta minha recordação e dirigi-me ao café do Chico Minderico ( assim então chamado e penso que ainda hoje assim reconhecido), entrei e fiquei por momentos, estarrecido, como que parado no tempo! Aquele espaço que fora outrora um dos mais procurados pelos pombalinhenses, estava agora reduzido a uma clientela de pouco mais de quatro pessoas! Fiquei incrédulo!!! Senti, ali, naquela instante, que não são só as memórias que se esmorecem! É também um pouco das nossas vidas que se perde irremediavelmente no tempo!!!



1 comentários:
Boa tarde, Manuel Gomes.
Li o seu lamento, onde está a foto que públicou, sobre o café do Chico Minderico.
Sendo de Azinhaga, convivi também bastante com os habitantes de Pombalinho, onde está também incluida a juventude dessa época, com quem eu convivi nessa casa, cito apenas três nomes, para que Manuel Gomes fique com uma ideia da data: o falecido José Guilherme, José Bacalhau e João Bispo.Há poucos anos passados, entrei nesta casa e recordei os bons momentos que ali passei, ao mesmo tempo triste, por nada estar igual,ao que eu tinha como recordação. Aqui neste comentário podem ser utilizadas as palavras de Manuel Gomes.
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